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sábado, 25 de agosto de 2018

Brasileira na grande decisão da Copa do Mundo FIFA Sub-20 Feminina

Na última sexta-feira (24), Espanha e Japão decidiram a Copa do Mundo FIFA Sub-20 Feminina competição disputada na França. A árbitra brasileira Edina Alves Batista dos quadros da CBF e da FIFA desempenhar o papel de quarta árbitra na partida vencida pelas japonesas por 3 a 1.
Em entrevista ao site da CBF, Edina contou sobre sua primeira experiência em Mundiais. A árbitra da Federação Paranaense recordou com orgulho as três partidas que comandou na Copa do Mundo Feminina Sub-20. Destacou a parceria e o trabalho com as árbitras assistentes Neuza Back e Tatiane Sacilotti, integrantes do trio brasileiro na França.
– Fizemos três jogos excelentes na competição. Tanto eu quanto as duas assistentes brasileiras, a Neuza e a Tati, fomos muito elogiadas. Fiz um jogaço entre Alemanha e Japão, que foi uma final antecipada. Estou muito feliz de estar presente nesta final. Aqui (na França) só tem árbitras de alto nível da FIFA, com um monte de Mundiais e Olimpíadas, e eu estou na minha primeira Copa do Mundo… Graças a Deus, fui abençoada nesta competição. Fico emocionada. Muito feliz e contente por tudo que vem acontecendo na minha carreira e espero poder melhorar em todos os aspectos para continuar tendo oportunidades dentro do meu trabalho. Sei que a CBF vai me ajudar a ajustar os pequenos pontos que nos foram passados – comentou.
A árbitra brasileira não poupou elogios ao trabalho de preparação e desenvolvimento do quadro de arbitragem nacional implementado pela Comissão de Arbitragem da CBF. Edina fez questão de agradecer a todos os envolvidos, direta e indiretamente, pela oportunidade de estar representando o Brasil em um Mundial FIFA. E ofereceu parte do “prêmio“ aos seus colaboradores.
– Agradeço a toda CBF, em especial à equipe da Comissão de Arbitragem. Todos que vêm nos incentivando e ajudando a evoluir a arbitragem no Brasil. Um pedacinho da medalha que vou ganhar na final é de todos da CBF que nos impulsionaram a estar aqui e fazer um bom trabalho – exaltou, mais uma vez, emocionada.
Depois do período imersa no universo das competições de alto nível do futebol feminino, Edina se mostrou encantada com a evolução que encontrou na França. Destacou o desenvolvimento do jogo e ressaltou a estrutura montada pela FIFA para dar suporte às equipes de arbitragem.
– A experiência que eu levo para o Brasil é a evolução diária do futebol feminino. O esporte está mais tático, mais rápido… o desenvolvimento que eu pude ver nesse período aqui é muito grande. A FIFA tem um suporte muito grande para instruir os árbitros em nosso trabalho de campo, em sala de aula e nas reuniões. São profissionais excelentes. O conhecimento que eu adquiri aqui eu vou levar para a vida toda – finalizou.
NM com site  da CBF

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