Image Map
Image Map
Image Map
Texto da legenda da imagem aqui
Texto da legenda da imagem aqui
Texto da legenda da imagem aqui
Texto da legenda da imagem aqui
Texto da legenda da imagem aqui

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

CRB tenta evitar gancho de 4 anos no caso de suposto doping de Olívio

O CRB só entra em campo de jogo no próximo sábado, quando enfrenta o Vasco, pela 31ª rodada da Série B. Porém, fora dele, o Galo tem uma batalha nesta segunda-feira, às 11h, quando o volante Olívio será julgado pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) por ter testado positivo no exame antidoping na partida do dia 11 de maio, contra o próprio Vasco, mas pela Copa do Brasil.
A estratégia montada pelo clube é mantida em segredo, mas o advogado Osvaldo Sestário, responsável pela defesa do atleta, trabalha para minimizar a punição. Além do departamento jurídico, médicos farão a defesa do volante alvirrubro, de 28 anos, no plenário do STJD.
Referência no setor de meio-campo do CRB, o atleta foi punido preventivamente por 30 dias, com base no artigo 102 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), cumpriu a suspensão, mas conseguiu o direito de voltar a jogar em razão de um recurso com efeito suspensivo concedido pelo presidente do STJD, Ronaldo Piacente. O julgamento estava marcado para a semana passada, dia 3, mas, a pedido da Autoridade Brasileira de Controle de Doping (ABCD), foi adiado para a próxima sessão da Primeira Comissão Disciplinar do Superior Tribunal de Justiça Desportiva. 
A sessão terá como relator o auditor Gustavo Koch Pinheiro. Além de Koch, que também exerce o cargo de vice-presidente, compõem a primeira comissão o presidente Lucas Asfor Rocha Lima (CE) e os auditores Carlos Eduardo Pontes Lopes Cardoso (RJ), Douglas Blaichman (RJ) e Michelle Ramalho (PB). 
CRB x Vasco, Estádio Rei Pelé - Nenê e Olívio (Foto: Ailton Cruz/Gazeta de Alagoas)
CRB e Vasco jogaram no Rei Pelé no dia 11 de maio, pela 2ª fase da Copa do Brasil (Foto: Ailton Cruz/Gazeta de Alagoas)

Médico do CRB, Luiz Fernando Barros saiu em defesa do atleta e apontou que a substância encontrada na urina de Olívio pode ter saído de algum alimento.
- A prova que o Olívio não toma isso é porque depois do jogo contra o Vasco ele já fez exame de novo, contra o Oeste, e o exame deu normal. Ano passado, tivemos vários atletas, não no CRB, mas no Brasil, que fizeram acompanhamento de rastreamento de drogas. Carne bovina hoje é recheada de hormônio, o atleta se alimenta e no doping, que tem equipamento muito sensível, detecta isso. Aí a CBF pede para fazer a contraprova, faz outro exame e aí acabou - disse, em entrevista à Rádio Jovem Pan AM, de Maceió. 
Entenda o caso
Segundo a denúncia da procuradoria, na urina de Olívio, coletada logo após a derrota para a equipe carioca por 1 a 0, no Estádio Rei Pelé, foi encontrada a substância IRMS (testosterona), de acordo com o relatório técnico emitido pelo laboratório de Los Angeles. O hormônio encontrado no atleta do CRB é proibido no Regulamento de Controle de Doping da Confederação Brasileira de Futebol e pela Agência Mundial Antidoping (WADA).
Segundo o STJD, na defesa escrita apresentada pelo clube, Olívio não esclareceu como a substância proibida teria entrado em seu organismo. A pena prevista no artigo 93 do Código Brasileiro Antidopagem é de suspensão por até quatro anos.
NM com Globoesporte.com/al

Nenhum comentário:

Postar um comentário