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quinta-feira, 3 de outubro de 2013

MATÉRIA ESPECIAL: A ARBITRAGEM SERGIPANA É ASSUNTO NO NM ATRAVÉS DA AAPF-SE

Amigos do Notícia na Mira estamos mais uma vez aqui para falar de arbitragem, assunto esse que nos fascina já faz muito tempo. E neste post sobre este assunto gostaria de destacar o trabalho que vem sendo feito lá em Sergipe pela Associação dos Árbitros Profissionais de Futebol do Estado de Sergipe, é como se fosse o nosso SINDAFAL (Sindicato dos Árbitros de Futebol de Alagoas)aqui em Alagoas, que é presidido pelo árbitro Charles Hebert Cavalcante Ferreira. Já a entidade sergipana é administrada pelo árbitro assistente CBF Ivaney Alves de Lima.

Para que os amigos leitores saibam de como anda a arbitragem Sergipana de um modo geral e suas conquistas pedimos ao Presidente da Associação para  nos responder estas perguntas, e desde já agradecemos o carinho e o respeito como fomos tratados pela entidade em todo seu contexto. 

1) Quando e o porque a Associação foi criada?
 A AAPF-SE foi criada em 26 de Agosto de 2009, com o objetivo principal de salvaguardar o interesse dos árbitros e lutar por novas conquistas:

2)O que mudou na arbitragem Sergipana depois da criação da Associação?
Taxas de pagamentos são depositadas diretamente na conta dos associados, evitando assim transtornos e deslocamentos.
Divulgação dos balancetes detalhados via e-mail.
Divulgação das parcerias, em diversas áreas com descontos para os associados.
Redução da taxa de desconto por jogo de 5% para 4%, lembrando que nos outros estados o valor é de 5%.
Uniforme gratuito para todos os Associados nas diversas competições.
Juntamente com a CEAF/SE, valorizando os profissionais buscando promovê-los em novas categorias.
Apoio dos patrocinadores na compra de materiais e eventos, destaque para o patrocínio da LUPO.
Compromisso com o associados nas diversas datas comemorativas agraciando-os com kits,lembranças e sorteios de Brindes ( Páscoa, Dia da criança, Dia do Árbitro ,Dia das Mães, Dia da Mulher ,Confraternização Natalina)
Apoio e presença nos testes físicos sejam local ou nacional.
Assessoria Jurídica em âmbito Profissional e  Pessoal para o associados.
Organização do Departamento para defesa jurídica da entidade e a assistência aos associados.
Defesa dos árbitros sem custo no TJD, com 91% de absolvição;
Índice de 100% em ações movidas contra sites e dirigentes que tentaram denegrir a imagem da arbitragem local.
 Indicação de representantes da AAPF-SE para compor as comissões e o pleno do TJD-SE.
Campanha pela PROFISSIONALIZAÇÃO JÁ;
Criação do Premio Melhores do Ano, eleitos pela crônica esportiva.
Pioneirismo nas premiações categoria Sub 18
Confecção de nova credencial em PVC para os associados apresentarem nos estabelecimentos que a AAPF-SE tem convênio.
Criação de Ouvidoria e Ascom/AAPF-SE.

3) O que falta conquistar?
Inaugurar uma sede própria, Aquisição de rádios e bandeiras eletrônicas para todos os jogos, Plano de Saúde e odontológico para os associados.

4)A escola de arbitragem sergipana é elogiada em todo Brasil, inclusive aqui em AL, onde vocês fizeram até uma parceria ,qual a receita do sucesso?
Ivaney Alves de Lima Presidente da AAPF-SE
A escola procura sempre  estar alinhada com as diretrizes da ENAF (Escola Nacional de Arbitragem de Futebol –CBF) com ênfase  à grade curricular , além de procurar oferecer aos alunos toda a estrutura física necessária  e, sobretudo, um corpo docente comprometido e capacitado. 
Ressaltando o fornecimento gratuito do material didático e uniformes para os estágios supervisionados Aproveito a oportunidade para agradecer aos amigos Gustavo Feijó (Presidente FAF), Hércules Martins (Presidente CEAF-AL) ,Alton Olímpio(Vice – Presidente CEAF-AL) e Charles Herbert ( Presidente SINDAFAL) pelo convite e a receptividade .

5)O que a Associação pensa a respeito da Profissionalização da Arbitragem Brasileira?
A profissionalização, embora desejada, é de difícil implementação, mas há que se buscar alguma alternativa, pois no ambiente do futebol o árbitro é o único que ainda não pode se dedicar de forma exclusiva, salvo raras exceções, em função  dos afazeres profissionais e que são responsáveis por seu sustento;

6) O que tem sido feito pela Associação, ou o que esta faltando para com que a ANAF reconheça a entidade como representante oficial dos árbitros sergipanos?
A AAPF-SE  já conta com o reconhecimento da ANAF, sendo prova disso a participação em vários eventos organizados pela entidade, além de todas as contribuições com pagamento das anuidades .
 
7) Como a Associação vê este atual modelo de gestão da Comissão de Arbitragem Nacional e também como é administrada a CEAF sergipana?
A Comissão Nacional foi formada há pouco tempo e o seu trabalho ainda está naquela fase de observação. A busca pela renovação tem sido uma das principais preocupações. Isto é saudável em todos os setores da vida, mas também  acreditamos na importância dos árbitros mais experientes, que podem contribuir bastante com a sua rodagem.
Em um país como o nosso, de dimensões tão grandes, a tarefa de designar árbitros é difícil, mas acredito que as pessoas que hoje estão à frente da Comissão tem todas as condições de realizar grande trabalho.
A comissão local tem a frente  . Marcony Cabral há seis anos e tem buscado, apesar das dificuldades, deixar o quadro de árbitros sempre atualizado com o que
se tem de mais novo de orientações. Os últimos campeonatos estaduais transcorreram  sem alterações o que demonstra a qualidade do trabalho realizado.;

8) Na sua opinião o que precisa mudar na arbitragem Nacional?
Precisamos lutar por condições mais dignas. Isso poderia vir com a profissionalização. Além disso, lutar por melhores taxas, deslocamentos menos cansativos e etc.

Amigo internauta, com essa matéria acredito que você ficou conhecendo um pouco mais da arbitragem do nosso Estado vizinho Sergipe. Até a próxima.

APOIO:

Um comentário:

  1. Anônimo3/10/13

    Fico muito contente por fazer parte da arbitragem sergipana e com o trabalho que vem fazendo a AAPF/SE e CEAF/SE em pró da arbitragem.
    Parabéns Paulo Lira pela noticia na mira, fico feliz também por ser alagoano.

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