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sexta-feira, 24 de março de 2023

Nos pênaltis, CSA vence Coruripe e enfrenta o ASA na semi da Copa AL



Na noite desta quinta-feira (23), o CSA voltou aos gramados menos de 24 horas após perder para o Sport na Copa do Nordeste. Contudo, o resultado agora foi outro, enfrentando o Coruripe, pelas quartas de final da Copa Alagoas. Em pleno Estádio Gerson Amaral, em Coruripe, o Azulão venceu o Hulk por 5 a 4 nos pênaltis e conseguiu a classificação para as semifinais.

O duelo foi um sufoco tremendo para os azulinos, que sofreram pressão durante quase todo o embate. No tempo normal, o jogo terminou 1 a 1. O gol do Azulão foi marcado pelo zagueiro Xandão, de falta, ainda na primeira etapa. Everson Vó empatou para o Hulk na reta final do tempo regulamentar.

Já na marca da cal, Willames José perdeu a primeira cobrança do Hulk e abriu alas para o CSA vencer, já que nenhum azulino perdeu. O confronto ainda teve um sentimento de vingança, já que o Coruripe havia eliminado o CSA do Campeonato Alagoano.

A temporada se encerra para o Hulk com esta eliminação. A equipe não conseguiu a tão sonhada vaga na Série D do Campeonato Brasileiro no ano que vem e só volta aos trabalhos na próxima temporada, onde disputa o Alagoano. Já o CSA, se prepara para enfrentar o rival ASA, já neste final de semana, em Arapiraca. O clássico será neste domingo (26), às 16h.

FICHA TÉCNICA

Coruripe - Gean; Júnior (Tico (Rodrigo)), Breno, Willames José e Danilo (Zeca); Felipe, João Grilo (Perea) e Dinda; Luiz Fernando (Palhinha), Tatá Baiano e Everson Vó. Técnico: Alyson Dantas.

CSA - Dalberson; Cedric, Xandão, Douglas e Rhuan; Moisés Ribeiro, Yago Henrique (Willian Oliveira) e Tomas Bastos (Celsinho); Iago Teles (Luis Felipe), Gabriel Taliari e Kaio Nunes (Geovane). Técnico: Vinícius Bergantin.

Gols - Xandão (CSA - 16'/1T), Everson Vó (COR - 39'/2T)

Pênaltis Coruripe - Willames José (perdeu), Palhinha, Dinda, Tatá Baiano e Zeca.

Pênaltis CSA - Gabriel Taliari, Rhuan, Luís Felipe, Cedric e Geovane.

Cartões amarelos - Iago Teles (CSA), João Grilo (Coruripe), Luis Felipe (CSA), Willames José (Coruripe), Douglas (CSA), Felipe (Coruripe)

Árbitro - Marcio dos Santos Oliveira (FAF)

Assistentes - Wagner Jose da Silva (FAF) e Geovanio de Almeida Santos (FAF)

Quarto árbitro - Gleiton Lins Vieira (FAF)

NM com Guilherme Magalhães 

Foto : Agapito Santana

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quinta-feira, 23 de março de 2023

Arbitral do Alagoano Série B será no dia 28 de março



A Federação Alagoana de Futebol marcou para o dia 28 de março (terça-feira) o arbitral do Campeonato Alagoano Série B 2023. O encontro entre os representantes dos clubes e membros da FAF será no auditório do Estádio Rei Pelé, em Maceió, com a primeira chamada para 14h, e a segunda para 14h30.

Confira na íntegra o Edital de Convocação:

O Presidente da Federação Alagoana de Futebol, no uso das atribuições que lhes são conferidas pelo estatuto da entidade em vigor, RESOLVE: Convocar os Srs. Presidentes e/ou representantes devidamente credenciados por seus clubes, para comparecerem na terça-feira, 28 de março, do corrente ano, no Auditório do Estádio Rei Pelé, situado na Avenida Siqueira Campos, s/n, Trapiche da Barra, Maceió/AL, ocasião em que será realizada a reunião do Conselho Arbitral referente ao Campeonato Alagoano de Futebol Sub-23 – Série B 2023, às 14h00 (Quatorze horas), em primeira convocação; ou em 30 (trinta) minutos após, deliberando com qualquer número.

Salienta-se que somente estarão aptos a participar do Conselho Arbitral os clubes que estejam regularmente inscritos até o dia 24 de março, conforme ato de abertura de inscrições, republicado no último dia 17 de março.

ORDEM DO DIA: Decidir sobre todos os assuntos concernentes à realização do Campeonato Alagoano de Futebol Sub-23 - Série B 2023.

NM com Site da FAF
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Alagoano 1XBET 2023: jogos da final serão nos dias 1 e 8 de abril



A Diretoria de Competições da Federação Alagoana de Futebol divulgou as datas das duas partidas da final do Alagoano 1XBET 2023. Os jogos estão marcados para dois sábados, às 16h: 1º e 8 de abril.

Por ter melhor campanha, o CRB faz a segunda partida em casa, em Maceió. O jogo de ida terá o ASA como mandante, em 1º de abril, no Estádio Coaracy da Mata Fonseca, em Arapiraca. O campeão será conhecido no sábado (8), no Estádio Rei Pelé.


NM com Site da FAF
Foto: Jailson Colácio 
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quarta-feira, 22 de março de 2023

CSA acusa Omar Coêlho de desrespeitar estatuto por causa de empréstimo



O clima dentro dos bastidores do CSA segue muito tenso. Na manhã desta terça-feira (21), o clube azulino lançou uma nota oficial, na tentativa de explicar os recentes acontecimentos e as recentes confusões envolvendo a atual diretoria e o ex-presidente Omar Coêlho, que renunciou ao cargo em dezembro do ano passado.

O principal ponto da nota é referente a um empréstimo feito junto ao banco Sicredi, por parte de Omar Coêlho, no valor de R$ 1,5 milhão. Segundo o time marujo, este empréstimo não poderia acontecer, pelo fato de o Conselho Deliberativo não ter sido comunicado.

Na nota, a diretoria do CSA se escora no parágrafo 23 do Artigo 60 de seu estatuto, que afirma que é dever do presidente executivo “assinar contratos que envolvam encargos financeiros para o CSA ou se relacionarem com o seu patrimônio, com parecer prévio do Gerente Jurídico e devidamente autorizado pelo Conselho Deliberativo, se for o caso, através de reunião especialmente convocada para tal finalidade”.

A reportagem entrou em contato com Omar Coêlho, para que ele pudesse dar suas versões dos fatos. O ex-presidente azulino, mais uma vez, afirmou estar com a consciência tranquila e enviou todas as prestações de contas, referentes ao empréstimo, que teve o valor efetivo de R$ 1.546.860,78. Na prestação de contas estão todos os recibos onde houve pagamentos para obras no CT e pagamentos para alguns funcionários.

Omar ainda explicou que ficou muito tempo em silêncio, para que as brigas dentro dos bastidores não voltassem.

"Vou marcar uma coletiva, onde vou demonstrar a lisura no campo financeiro, apesar de ter dado prejuízo, mas até o Conselho dizia que fizesse de tudo para não cair e fizemos. Não tivemos culpa de os jogadores de qualidade que trouxemos não renderam e não sei o porquê. Sei que muitos reclamavam das brigas políticas e o meu silêncio foi neste sentido de não prejudicar esse início de ano", afirmou.

O ex-presidente ainda disse que pedirá seu desligamento também do quadro de conselheiros e tomará medidas cabíveis na justiça.

"Amanhã, estou me desligando do Conselho para cuidar, eu mesmo, das ações de danos morais que irei promover. A sociedade me conhece, sabe que sempre defendi o correto, diferentemente de muitos. Todos sabemos quem é quem em Alagoas, portanto, tenho paz de espírito", disse.

O CSA afirmou que o empréstimo foi feito no mês de novembro, especificamente no dia 8. Apenas no dia 14 do mesmo mês, o Conselho Deliberativo, na época presidido por Mírian Monte (atual vice-presidente executiva), entrou em contato com Omar para obter mais informações. No dia 23, o próprio Conselho convocou uma reunião extraordinária para tratar do assunto.

Como se não bastasse toda essa confusão, o jornalista Marlon Araújo informou, nesta terça-feira (21), que o CSA teve parte do seu novo Centro de Treinamentos penhorada pela justiça, já por conta desse empréstimo que não foi pago. Lembrando que a renúncia de Omar aconteceu antes mesmo do pagamento da primeira parcela do empréstimo.

O Azulão e Omar receberam uma execução no valor de R$ 1.614.281,09, em nome do banco Sicredi. O último balanço financeiro do CSA foi divulgado oficialmente em seu site em 2020, e, desde então, o time vem passando por algumas crises financeiras, especialmente após a queda para a Série C.

Confira a nota emitida pelo CSA, na íntegra:

O Centro Sportivo Alagoano vem a público detalhar questões envolvendo a ação de execução por quantia certa com base em título extrajudicial, ajuizada pela Sicredi, em virtude de empréstimo contraído em 08.11.2022, durante o mandato do ex-presidente do clube, Omar Coelho de Mello, no valor de R$ 1.614.281,09.

No dia 23/11/2022, foi convocada, em caráter extraordinário e urgente, uma reunião do Conselho Deliberativo para esclarecimentos sobre eventuais empréstimos realizados em nome do clube e possível descumprimento do art. 60, XXIII do Estatuto, segundo o qual é dever do Presidente Executivo “assinar contratos que envolvam encargos financeiros para o CSA ou se relacionarem com o seu patrimônio, com parecer prévio do Gerente Jurídico e devidamente autorizado pelo Conselho Deliberativo, se for o caso, através de reunião especialmente convocada para tal finalidade”.

Na época, o ex-presidente do CSA, Omar Coelho, exarou o Ofício 0008, na data de 23.11.2022, confirmando a celebração do Empréstimo junto à SICREDI, no valor de R$ 1.500.000,00 (um milhão e quinhentos mil reais), para pagamentos de compromissos do Clube, sob a alegação de que não comprometeria o patrimônio da Instituição.

d) O negócio jurídico não se revestiu da forma prescrita em lei, não obedecendo a correta tramitação, com convocação do Conselho, tendo sido preterida solenidade essencial à sua validade.
e) A autorização do Conselho não é mera formalidade, mas condição sine qua non, para a celebração do contrato objeto da referida Ação. O Conselho Deliberativo do CSA e de outros entes semelhantes tem funções de fiscalização, controle e também de decisão, como na presente situação, em que a celebração de um empréstimo bancário, o qual compromete recursos e patrimônio do Clube, precisa passar pelo seu crivo, o que não ocorreu no presente caso.
f) Em 02.12.2022, menos de um mês após a tomada do empréstimo, diante da falta de recursos, sem previsão orçamentária, sem ter como pagar até mesmo a primeira parcela do empréstimo, toda a Diretoria Executiva renunciou.
Ainda assim, resta demonstrada a boa-fé do CSA, por meio do Conselho Deliberativo do Clube, ao solicitar informações (14.11.2022) e convocar reunião extraordinária (realizada em 23.11.2022), diante dos rumores do contrato de empréstimo, embora, infelizmente, não tenha havido tempo hábil para impedir a celebração do negócio jurídico.
Vale reforçar que todas as questões que envolverem o Centro Sportivo Alagoano serão tratadas com muita responsabilidade, diligência e respeito, judicial ou extrajudicialmente, com o escopo de zelar, de recuperar e de lhe devolver a dignidade, a honra e a glória sobretudo do seu futebol, atividade-fim e razão de existir desse Clube centenário, que compõe o patrimônio esportivo e cultural do Estado de Alagoas

Em 02.12.2022, menos de um mês após a celebração do contrato, toda a Diretoria renunciou. Todas essas informações terminam por conduzir às seguintes conclusões:
a) Em 08.11.2022, data em que celebrado o contrato com a SICREDI, o CSA já não possuía disponibilidade orçamentária e financeira para contrair o empréstimo, ostentando situação de inadimplência em relação aos seus compromissos trabalhistas, civis, fiscais e já estando, inclusive, rebaixado para a Terceira Divisão do Campeonato Brasileiro e com perda de recursos orçamentários de R$ 6,6 milhões.
b) A Justificativa de que o empréstimo celebrado não acarreta dano ao patrimônio do CSA também não deve subsistir, uma vez que põe em risco bens essenciais ao funcionamento do clube (veículos, maquinário para preparação física, utensílios de cozinha, escritório), sem os quais as atividades podem ser paralisadas, gerando enorme prejuízo social, esportivo e cultural não apenas aos sócios, aos torcedores, mas ao povo alagoano como um todo.
c) São claros a inobservância e o desrespeito ao Estatuto Social, uma vez que não houve convocação do Conselho Deliberativo do CSA para apreciar e autorizar o empréstimo, prejudicando a vontade da instituição, uma vez que esta que só estaria perfeita, válida, completa, concluída, inteira e apta a produzir efeitos com a autorização do referido Poder, nos termos do art. 60, XXIII.

NM com Guilherme Magalhães

Foto: Ascom CSA


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VAR é usado nas semifinais do Alagoano, e presidente da FAF valoriza: "Gera credibilidade"



As semifinais do Campeonato Alagoano trouxeram uma novidade no estadual de 2023: o uso do VAR. Nos jogos que valiam vaga na decisão, o árbitro de vídeo foi participativo.

Presidente da Federação Alagoana de Futebol, Felipe Feijó falou com o ge e valorizou o auxílio da ferramenta.

- Dá uma tranquilidade. Quando a gente tem o VAR, tem uma retaguarda das decisões de dentro do campo e isso gera credibilidade para a competição, o que consequentemente, gera mais patrocínio para o campeonato como um todo, fazendo com que todo mundo saia ganhando.

Feijó destacou a legitimidade dos resultados com o árbitro de vídeo.

- Algumas decisões de campo foram revertidas pelo VAR e ele serve justamente pra isso, porque acaba mudando a dinâmica da partida, dando legitimidade ao resultado do jogo. A arbitragem é passível de erro, afinal, são seres humanos que estão atuando, e o VAR dá tranquilidade não só para os árbitros, mas também para as equipes, pra quem organiza, enfim, pra todo mundo.

O presidente disse ainda que pretende ampliar o uso da tecnologia.

- A gente só vai ter evolução com o uso da tecnologia. O VAR é uma realidade no futebol. A gente espera que fique mais acessível pra fazer uso com mais frequência nos próximos anos.

Perguntado sobre o valor do investimento, Felipe Feijó foi direto.

- R$ 15 mil, por jogo.

Balanço técnico

Presidente da comissão de arbitragem de Alagoas, George Alves Feitoza fez um balanço do VAR.

- Foi uma experiência muito proveitosa, foi uma solicitação do presidente Felipe Feijó desde a temporada passada, nesses quatro jogos passados das semifinais do Alagoano o VAR se comportou de uma forma muito boa. A experiência dos profissionais que estavam trabalhando na sala colaborou, no ano passado eles também tiverem essa oportunidade, e agora mais maduros, digamos assim. Com mais experiência, com mais situações protocolares do VAR eles conseguiram, assim, desenvolver as situações em que foram exigidos da melhor forma possível. 

Análise dos lances

George pontuou as intervenções do árbitro de vídeo nas quatro partidas das semifinais.

- Tivemos em um jogo do Murici e ASA uma situação em que o campo confirmou um gol, mas o VAR, após checar as imagens, de forma factual, informou que o gol foi feito com a mão e o árbitro prontamente anulou.

- No jogo Coruripe e CRB, não foi preciso nenhuma intervenção do VAR, apenas checagem silenciosa nos gols marcados, mas todos eles confirmados pelo campo e com o VAR também ratificando essa decisão.



Sobre os jogos da volta, Feitoza também sinalizou os lances polêmicos.

- Na partida de volta entre ASA e Murici, também situações protocolares bem analisadas pelo VAR e confirmadas pelo campo de jogo. Destaco um lance em que a equipe do Murici pediu uma penalidade porque a bola bateu na mão do atacante Lúcio Maranhão, do ASA, o campo deu escanteio, o VAR chegou as imagens e corroborou com a decisão do campo, visto que a bola pegou na perna do atacante do ASA e em seguida na mão, num movimento natural.

George Alves ainda comentou a participação decisiva do VAR no confronto entre CRB e Coruripe, nesse domingo, no Rei Pelé.

- E no jogo ontem (domingo) do CRB, esse foi o mais atípico porque tivemos duas situações de correções com o VAR. Primeiramente, um penal não marcado para a equipe do Coruripe, o árbitro não viu, mas o VAR chegou as imagens, recomendou uma revisão, ele viu a revisão e confirmou a penalidade - citou, apontando ainda o terceiro gol do CRB.

- Em seguida, o terceiro gol do CRB que a assistente marcou impedimento, o VAR checou com as linhas de impedimento, viu que não houve nenhuma irregularidade do gol foi confirmado de forma factual.

NM com GE 

Fotos: Augusto Oliveira

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