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segunda-feira, 6 de junho de 2022

Executivo de futebol do CSA fala sobre o processo de contratações: “Boa performance no ano anterior não é garantia”



Contratar jogadores é uma das principais funções do executivo de futebol de um clube. Hoje, quem responde pelo cargo no CSA é Felipe Ximenes, ex-Santos e Avaí. Com a janela de transferências fechada até 18 de julho, o clube avalia o momento do elenco, observa carências, antes de voltar ao mercado.

Ximenes explicou em entrevista ao ge como ele trabalha a contratação de um atleta. Segundo o executivo, todo o processo exige cuidado.

“Além de ele ser complexo e multidisciplinar, a única coisa que você tenta ao fazer uma contratação é que se minimize erros”

- A contratação de um jogador que tenha uma boa performance na temporada anterior não é garantia nenhuma de que ele vai ter uma boa performance na próxima temporada.

Ximenes detalhou os critérios que leva em consideração para contratar um jogador, começando pelos aspectos financeiros e pensando também no lado técnico-tático. O executivo aponta que o futebol moderno não permite mais que o clube gaste o que não pode.

- Antes de mais nada, viabilidade financeira da contratação, segundo, a situação contratual do atleta que você pretende contratar, terceiro, a carência que você tem dentro do elenco, o quarto, se você tem algum atleta em categoria de formação que pode preencher aquela vaga para não trazer um jogador que você já tenha e não possa expor o que é formado dentro do clube.

O diretor do CSA apontou também outros fatores, como histórico de lesões e os de análise de desempenho, que precisam ser levados em consideração. Para isso, ele conta com a ajuda dos setores específicos que, segundo Ximenes, fazem parte do seu organograma do departamento de futebol.

- Uma avaliação do departamento de pesquisa e mercado, uma pesquisa profunda do histórico de lesões daquele atleta.

Por último, Felipe Ximenes citou ainda a importância da relação entre os jogadores do elenco com o atleta a ser contratado.

- Coisas que pouca gente presta atenção: será que esse jogador que você está querendo contratar já jogou com jogadores que estão aqui? Será que eles têm algum tipo de desavença? Ou seja, são muitas coisas que envolvem uma contratação. E aí eu penso que, a tomada de decisão ela precisa antes de mais nada, ouvir todos os departamentos envolvidos e depois, o diretor de futebol, com o nome definido, tente viabilizar a contratação.

NM com GE

Foto: Leonardo Freire

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CRB jamais perdeu para o Cruzeiro atuando em Minas Gerais



Sai ano e vem ano e sempre os confrontos entre Cruzeiro e os clubes alagoanos são lembrados. Não é para menos, já que o time mineiro tem sofrido nas mãos tanto de CRB, quanto de CSA. Na próxima quarta-feira (8), às 19 horas, é o Galo que vai desafiar a Raposa, dentro do estádio Mineirão, pela 11ª rodada da Série B.

O palco, que costuma ser bem favorável para os cruzeirenses, na verdade, não traz boas lembranças quando o adversário é o clube regatiano. Isso porque o Cruzeiro jamais conseguiu vencer o CRB em terras mineiras. Ao todo, foram quatro encontros em Minas. São três empates e uma vitória do Galo.

A última delas foi extremamente especial, na Série B de 2021. Em um embate super movimentado, o CRB conseguiu uma virada sensacional e saiu de campo com um triunfo por 4 a 3. Marthã, Diego Torres, Hyuri e Jean Patrick fizeram os gols alvirrubros; já Airton, Ramon e Matheus Barbosa fizeram para os mineiros. Dos artilheiros citados, somente Marthã segue no mesmo clube.

O retrospecto geral do confronto é favorável ao Cruzeiro. São 11 encontros, com quatro triunfos da Raposa, cinco empates e duas vitórias regatianas. Contudo, nos últimos anos, isso não vem se concretizando. Entre 2020 e 2022, já foram seis jogos e o time mineiro não venceu nenhum.

Foi nesse período que o CRB engatou uma sequência, além de suas duas vitórias, ambas jogando em Minas Gerais. A última vitória da equipe celeste aconteceu em 2006, pela Copa do Brasil. Na ocasião, o Cruzeiro venceu por 2 a 0, em Maceió.

Para os mais estatísticos, o retrospecto pesa. Porém, fato é que o CRB viaja nesta segunda-feira (4) para a capital mineira. Todavia, informações sobre treinos e logística ainda não foram divulgadas pelo staff regatiano.

NM com Guilherme Magalhães

Foto: Vinnicius Silva/Cruzeiro

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CSE pressiona, mas é derrotado pelo Atlético de Alagoinhas por 2 a 1



Neste domingo (5), no Estádio Carneirão, em Alagoinhas-BA, Atlético e CSE fizeram o segundo duelo entre si na temporada, dessa vez, pela 8ª rodada do Grupo 4 da Série D. Após os alagoanos vencerem em casa, o jogo que aconteceu na Bahia não foi bom. Os donos da casa conseguiram a vitória por 2 a 1, com gols de Miller e Emerson. Já o Tricolorido marcou com o meia Vinícius Vargas.

Ainda oscilando, o placar veio em péssima hora para o time palmeirense. Mesmo com a possibilidade de chegar perto dos líderes, a derrota derrubou o CSE para o 5º lugar, ainda com 10 pontos. Já o Carcará reagiu e ganhou uma posição. Por conta da vitória e a derrota do Sergipe, o Atlético fica em 7º, com 8 pontos.

1º TEMPO

Apesar de um início promissor, jogando fora de casa, o CSE não conseguiu dar muitos sustos no goleiro Fábio. Com 4 minutos, Dedé quase marcou de cabeça e trouxe perigo ao Tricolorido. Aos 13 minutos, não teve jeito. Retornando a Alagoinhas, o meia Miller entrou pegando fogo e, em sua primeira jogada, recebeu cruzamento de Edson. Subindo mais que todo mundo, acertou a bola em cheio e abriu o placar no Carneirão.

Desesperado, o CSE tentou partir para cima de qualquer maneira. Com 24 minutos, quase Luizinho arrumou o empate. O meia fez um bom lance e arriscou de fora da área. A bola foi forte, mas explodiu direto no travessão de Fábio.

Aos poucos, o confronto foi ficando um pouco monótono, com poucas chances. O time palmeirense até melhorou, mas não conseguiu criar as oportunidades claras de gol. Tanto Atlético, quanto CSE, começaram a deixar o duelo um pouco faltoso e a arbitragem puniu seis atletas com o cartão amarelo. Com a vitória parcial baiana, o primeiro tempo chegou ao fim com 47 minutos.

2º TEMPO

Aparentemente satisfeito com o desempenho, o técnico Betinho voltou do intervalo com a mesma formação. E, aparentemente, a conversa no vestiário deu certo, já que o Tricolorido começou a etapa final indo para cima. A primeira grande oportunidade apareceu aos 11 minutos. Renato bateu escanteio e Hugo apareceu para cabecear no canto, mas a redonda explodiu na trave.

Um pouco acuado em campo, o Carcará conseguiu deixar sua situação ainda mais delicada. Aos 15 minutos, o lateral Matheus acabou cometendo uma falta dura e foi expulso. O CSE, com um a mais, foi para cima de qualquer maneira, tentando tirar proveito da vantagem.

Contudo, uma desorganização defensiva foi evidente e o time de Zé Carijó soube aproveitar. Lucas achou um espaço no ataque, acionou Emerson, que pegou uma bomba certeira para estufar as redes alagoanas, aos 20 minutos do 2º tempo: 2 a 0 para o Atlético.

Com o placar ampliado, parecia que a vitória baiana seria questão de tempo. Trazendo novas esperanças, porém, Vargas tratou de colocar o Tricolorido no jogo. Aos 25 minutos, o meia tentou um chute de muito longe e a bola morreu no fundo das redes: 2 a 1. O gol deu nova esperança para os visitantes, que seguiram indo para cima. Atuando quase como um atacante, Hugo apareceu novamente aos 30 minutos, de cabeça, mas mandou para fora.

O Atlético se segurou firme na defesa, enquanto o CSE tentava de qualquer maneira. Lima fez bom lançamento aos 35, mas Rômulo não conseguiu a finalização. Os minutos finais foram uma completa loucura. Tiago Recife ainda conseguiu balançar as redes para o Tricolorido, porém, o gol foi anulado por impedimento.

A arbitragem indiciou nove minutos de acréscimos, o que foi um pesadelo para os atleticanos, que tiveram que resguardar na defesa. Aos 52 minutos, Tiago Recife apareceu mais uma vez, novamente de cabeça. A bola foi direto no canto, pronta para entrar, mas Fábio salvou e decretou a vitória baiana por 2 a 1.

NM com Guilherme Magalhães

Foto: Ascom CSE

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ASA vence Juazeirense e retoma liderança do grupo na Série D: 1 a 0



Enfim, deu ASA! Na tarde deste domingo (5), jogando no Estádio Coaracy da Mata Fonseca, em Arapiraca, o Alvinegro reencontrou o caminho das vitórias na Série D. Contra a Juazeirense, pela 8ª rodada da competição, o Fantasma conseguiu vencer por 1 a 0, com um golaço de Anderson Feijão, ainda no primeiro tempo.

O resultado mostrou-se providencial na briga pela classificação. Agora com 14 pontos e quatro vitórias, o ASA reassumiu a liderança do Grupo 4 da Série D. Apesar de o Lagarto ter a mesma pontuação, tem uma vitória a menos. A Juazeirense, por outro lado, se complicou. Com nove pontos e por conta dos resultados da rodada, o Cancão caiu para o sexto lugar.

1º TEMPO

Com o retorno da dupla Anderson Feijão e Júnior Viçosa, o clube arapiraquense entrou em campo muito otimista. Nos primeiros minutos, a Juazeirense tentou tocar bola, porém, teve diversas dificuldades. Mais à vontade, logo o ASA tomou as ações da partida, chegando mais próximo do gol.

O Gigante teve boa chegada aos 20 minutos do primeiro tempo. Anderson Feijão fez uma boa jogada individual e arriscou uma bomba de fora. Atento, Rodrigo Calaça espalmou bem e mandou para escanteio. A Juazeirense se armou no contra-ataque, mas as fortes chuvas em Arapiraca dificultaram demais a vida baiana, que não tinha muita velocidade.

Com o campo ficando pesado, a bola parada tornou-se uma solução agradável para as equipes. Quem aproveitou a situação foi o Fantasma. Aos 39 minutos, o mago Anderson Feijão cobrou uma falta do lado esquerdo. A finalização do meia foi direto no ângulo de Calaça, completamente indefensável: 1 a 0.

O gol lavou a alma alvinegra, mas poucos minutos depois, aos 43, a arbitragem assinalou uma penalidade cometida por Renan Rinaldi. Era a chance da Juazeirense, nos pés do meia Clebson. Apesar do nervosismo, o jogador do Cancão cobrou muito no canto e acertou a trave, desperdiçando a oportunidade. Com esse lance, o primeiro tempo chegou ao final, com a bela vantagem dos arapiraquenses.

2º TEMPO

A Juazeirense foi a primeira a chegar no segundo tempo. Aos 3min, Clebson cobrou falta pelo lado esquerdo e Wendel apareceu no cabeceio, direto nas mãos do goleiro Renan. A resposta alvinegra veio aos 9 minutos, novamente nos pés de Feijão. O meia cobrou um belo escanteio e encontrou Diego Rosa, que chegou cabeceando, mas errou o alvo.

Com o duelo pegado e o gramado cheio de água, a Juazeirense mudou, acionando jogadores um pouco mais ofensivos, no desespero pelo empate. O Cancão teve que utilizar a bola parada para se aproximar do gol. Com 33 minutos, em cobrança de falta de Mauri, a bola passou por cima do travessão, mas trouxe muito perigo.

Buscando matar o jogo, Zé Wilson cobrou uma falta perigosa aos 42 minutos, direto nas mãos de Calaça, que espalmou com muito perigo. Os minutos finais foram muito mascados, sem grandes chances. Mesmo sem tanta possibilidade de jogadas, a Juazeirense, tentou, arriscou, mas sempre sem sucesso.

O ASA segurou a bola, mesmo com as condições do gramado. Com isso, não teve jeito, vitória do Gigante, por 1 a 0.

NM com Guilherme Magalhães

Foto:  Rudney Melo/Ascom ASA


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sábado, 4 de junho de 2022

Gabriel volta ao time do CSA contra a Chapecoense



CSA terá um reforço importante na partida contra a Chapecoense, na próxima terça-feira, no Rei Pelé. Gabriel, que cumpriu suspensão no duelo com o CRB pelo terceiro cartão amarelo, fica à disposição do técnico Mozart para a armação.

No clássico, o treinador azulino montou o meio de campo com: Geovane, Giva Santos (Luiz Henrique) e Lourenço (Yann Rolim).

O zagueiro Werley, que sentiu um incômodo na panturrilha e foi vetado do clássico, segue sendo acompanhado.

Contra a Chape, o goleiro Marcelo Carné, o lateral Diego Renan, o zagueiro Lucão, o meia Didira e os atacantes Osvaldo e Marco Túlio seguem pendurados. Quem for punido com cartão amarelo vai desfalcar o time contra o Tombense, pela 12ª rodada.

CSA e Chapecoense se enfrentam na próxima terça-feira, pela 11ª rodada da Série B. O jogo começa às 21h30, no Estádio Rei Pelé.

Chapecoense tem jogo adiado


A CBF informou o adiamento do jogo entre Chapecoense e Londrina, que seria realizado nesta sexta-feira, na Arena Condá. De acordo com a nota, questões climáticas inviabilizaram a logística da chegada dos visitantes ao local da partida. A nova data ainda não foi divulgada.

NM com GE 
Foto: Ascom CSA
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