Image Map

terça-feira, 24 de maio de 2022

Clubes sofrem com atraso no calendário do Brasileirão Feminino A2 e A3: “Quem vai pagar a conta?”



Por: Emilia Sosa e Vitória Soares

Com início agendado para o último sábado (21), as edições do Campeonato Brasileiro Feminino das divisões A2 e A3 não começaram. O calendário de competições deste ano, que previa o início para o mês de maio, foi divulgado ainda em 2021 pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que, apenas na semana passada, se manifestou oficialmente alegando o adiamento das competições por questões de planejamento. 

Ainda com data incerta, representantes de clubes das duas divisões alegam impacto no planejamento e sensação de insegurança em relação aos próximos passos. 

Em evolução

O grande salto no futebol feminino no mundo aconteceu em 2019, com a Copa do Mundo de Futebol Feminino da França. Tanto os números de audiência como a presença da torcida nos estádios, mostraram uma mudança no panorama da modalidade no mundo.

No Brasil, em 2020 e 2021, o futebol feminino passou por mudanças que geraram expectativa em uma crescente permanente da modalidade, com a chegada de patrocinadores, maior visibilidade e atingiu recordes de audiência.  

Em 2021, a CBF divulgou a criação de duas novas competições no futebol feminino profissional, o Brasileirão Feminino A3 e a Supercopa do Brasil. No anúncio da novidade, a Confederação destacou um formato mais democrático e o aumento do número de participantes das competições, que subiu de 52 para 64.

As notícias para 2022 eram as mais animadoras possíveis. No calendário das competições, foi divulgado que os torneios de base passariam por uma reformulação, o Brasileirão Feminino sub-16 passou para sub-17 e o sub-18 para sub-20, com o objetivo de abranger atletas mais jovens. Também no planejamento divulgado pela CBF o Brasileirão Feminino A2 e A3 deveriam iniciar na mesma data, em 21 de maio. No entanto, não foi o que aconteceu.



Mudanças na CBF

Já no começo de 2022, a situação começou a se desenhar de forma inesperada com a demissão da Coordenadora das Seleções, Duda Luizelli, sem um motivo explícito. Nesta situação, o departamento de futebol feminino passou por uma reformulação com Aline Pellegrino assumindo a Coordenação das Seleções e de Competições. 

Depois disso, a entidade anunciou uma nova estrutura com a chegada de Ana Lorena Marche e Amauri Nascimento, que assumiram as Supervisões das Seleções Brasileira e das Competições, respectivamente. Na escala hierárquica, com o novo formato que unifica o departamento, Pellegrino coordena a supervisão dos novos integrantes. 

Nesse sentido, o início do ano parecia seguir com novidades e expectativas de continuidade no crescimento da modalidade. O Grupo Globo anunciou o contrato de transmissão da Supercopa Feminina e do Brasileirão Feminino A1. A primeira competição do ano teve jogos transmitidos na TV Globo e o Campeonato Nacional tem as partidas transmitidas no SporTV. Porém, nem tudo aconteceu como o esperado e assegurado pela CBF.

O ano das incertezas

Antes mesmo de começar o Brasileirão Feminino A1, repercutiu na internet uma série de desconfortos em relação à falta de transparência da CBF com a divulgação das informações básicas da competição. A tabela oficial foi divulgada 14 dias antes do início do Campeonato e, com isso, um grupo de torcedoras se mobilizou para montar uma tabela simplificada com as informações divulgadas pelos clubes. 

Além disso, a transmissão dos jogos foi um dos maiores pontos de descontentamento da torcida, já que no início da competição, a entidade não renovou o contrato com a Eleven Sports, que exibiu as competições em 2020 e 2021. Com isso, os jogos que não eram transmitidos pelo SporTV e pela Band, ficaram de responsabilidade dos clubes mandantes até a 7ª rodada, quando a CBF renovou a parceria com a plataforma de streaming, até 2024, mas, sem abranger as competições de base. 

Diante dessa realidade, no Brasileirão Feminino sub-17, que ficou de fora da grade de transmissões, destacou-se um personagem. Vilson Mayrink, pai da goleira Nanda, que integra a base do São Paulo, transmitiu todos os jogos que pôde da primeira fase no seu instragram pessoal, já que nem a entidade e nem os clubes organizaram transmissões próprias da competição. 

Com este cenário de possível retrocesso no desenvolvimento da modalidade no Brasil, o novo presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, citou em entrevista à Revista VEJA, planos de investimento para o futebol feminino com a economia por outras frentes, como a venda do avião e do helicóptero da entidade.  

No entanto, até o momento, o sentimento da torcida e de alguns profissionais é de que foram dados passos para trás. Com o atraso no início do Brasileirão A2 e A3, os 16 clubes da segunda divisão e os 32 da terceira, enfrentam dificuldades para fazer uma reformulação no planejamento anual. 



Impacto nos clubes

Para a equipe ABC/União de Natal/RN, que disputará o Brasileirão A3, o planejamento começou em oito de março, no Dia Internacional da Mulher. Esta data simbólica foi marcada por um passo importante no futebol feminino do Rio Grande do Norte. Isso porque, o ABC, um dos maiores clubes do estado, firmou uma parceria com a tradicional Sociedade Esportiva União.

O clube é o atual campeão potiguar e que tem 39 anos de história no futebol feminino local. Com a junção dos dois clubes, o ABC União vai representar o estado na terceira divisão do Brasileiro Feminino. A equipe já havia iniciado a preparação para o Campeonato, no entanto, os dias foram passando, e não chegava nenhuma informação da CBF sobre os adversários, tabela e formato do torneio.

Walessa Silva, técnica do ABC União, relata que o planejamento da equipe foi feito acreditando que as datas divulgadas no calendário de competições femininas da CBF fossem cumpridas. “Para nós está bem complicado, pois trabalhamos com planejamento e acreditamos que jamais a CBF chegaria a baixar o nível a ponto de, até o dia de hoje (20 de maio), sequer ter dado uma previsão de absolutamente nada.”

A técnica ainda destaca como essa indefinição da entidade que comanda o futebol prejudica não só o que foi planejado pelo clube financeiramente, mas também o compromisso com as jogadoras.  

“Fica a sensação de amadorismo, quando na verdade nós buscamos a todo instante sermos profissionais. Diferente da CBF, nós queremos cumprir com as nossas atletas aquilo que foi proposto dentro do contrato. Agora, os custos serão bem maiores e quem vai pagar a conta por essa situação lastimável da falta de compromisso e atenção da CBF com o calendário?”

A presidente do ABC União, Ana Carolina demonstrou outra preocupação em relação à indefinição da Série A3, que vai além do prejuízo financeiro. “Outra questão difícil para nós é depois disso tudo, a gente ser pega de surpresa com a notícia de que o campeonato será a critério de “mata-mata”. É só o que falta para o golpe final!.”

De acordo com Walessa, sem o auxílio financeiro que a CBF destinou para os clubes durante os momentos mais críticos da pandemia, ficou ainda mais difícil garantir a estabilidade da equipe nessa fase de replanejamento. A expectativa era que a entidade enviasse aos clubes algum recurso, principalmente por ser um ano de Copa do Mundo, mas até agora, não foram anunciadas nenhuma ação da entidade em relação a suporte financeiro.

Ainda para a treinadora do time potiguar, essa falta de comunicação da CBF com os clubes que vão disputar as competições organizadas pela entidade, traz o sentimento de que todo o crescimento que o futebol feminino teve nos últimos anos, está sendo perdido. 

“Até agora, nenhum contato (da CBF) com a gente de forma direta e isso sem dúvidas gera dúvidas e preocupação, pois, estamos acreditando que o futebol feminino do país está em decadência quando estávamos em processo de avanço. A sensação é de impotência e tristeza.”

Enquanto a CBF ainda define a organização das Séries A2 e A3, o time da capital potiguar mantém toda a preparação que foi planejada. No entanto, a equipe não tem certeza de até quando vai conseguir sustentar a falta de respostas por parte da entidade. “A preparação está sendo mantida, pois, planejamos e estamos buscando de todas as formas cumprir nossos deveres. Não sabemos até quando, pois, com essa situação a gente está vendo que falta credibilidade e respeito aos clubes. Esse atraso, infelizmente, veio para prejudicar de forma direta todo o planejamento”, diz Walessa Silva. 

“Resta aguardar

Essas incertezas também preocupam os clubes que vão disputar a Série A2. Como é o caso do Botafogo-PB. O time da capital paraibana conquistou a vaga para a segunda divisão do Brasileiro Feminino após chegar às oitavas de final da A2 do ano passado, quando acabou caindo para o Ceará, ficando em 13º lugar da classificação geral do campeonato. 

A técnica do Botafogo-PB, Gleide Costa, entende que esse atraso na divulgação da tabela e regulamento da A2 é causado pela troca no comando da CBF e que os clubes infelizmente não tem muito o que fazer, a não ser esperar. “O momento é delicado e de transição na CBF, a gente sabe que a mudança de presidente, muda todo um contexto, de opinião e de visão. O que nos resta é aguardar.” A comandante do Botafogo-PB ainda disse que na semana passada, a CBF enviou um ofício à Federação Paraibana de Futebol que repassou aos seus filiados, comunicando que estavam sendo repensado datas, formato e outros detalhes da competição.  

Apesar de entender o momento de mudanças na CBF, Gleide destaca que as indefinições atrapalham o planejamento não só da equipe paraibana, mas de todos os outros clubes. “A gente não vai omitir sobre o que isso prejudica. Todo mundo sabe que atrapalha o planejamento de qualquer coisa que você desorganiza na reta final.”

Um exemplo de como o adiamento do começo do campeonato afetou o planejamento do Botafogo-PB foi a participação do clube no Brasileiro Feminino Sub-20. Em entrevista à rádio CBN João Pessoa, Gleide relatou que a equipe foi convidada para o torneio de base, um pouco em cima da hora, devido a desistência de outro time. 

Com a proximidade de datas do Brasileiro Sub-20 com a A2, foi preciso mudar a preparação do grupo que estava focado para a disputa da segunda divisão. Para não deixar de competir no torneio de base, o Botafogo-PB fechou uma parceria com a equipe do Mixto-PB, em que cada time cedeu metade de suas atletas e dos integrantes da comissão técnica para fechar o elenco. No Sub-20, a equipe paraibana acabou não passando da primeira fase.   

Gleide tem a expectativa que nos próximos dias a CBF envie às federações e aos clubes as informações sobre a disputa da A2, para que o clube possa refazer a preparação. “A gente crê que na próxima semana venha esse novo comunicado da CBF nos dizendo a data, para reorganizarmos o nosso planejamento.” 

CBF alega fase de replanejamento

Questionada pela reportagem, a assessoria da CBF ressaltou a informação divulgada na semana anterior à publicação desta matéria:  

“A CBF adiou o início de algumas competições previstas nos calendários da base e do feminino, visto que a Diretoria de Competições está reavaliando as mesmas quanto ao seu período de realização e formato, bem como revisando os custos anteriormente orçados. Os clubes participantes de cada campeonato estão sendo monitorados pela CBF a respeito do tema”. 

Fotos: Divulgação 








Leia Mais ►

segunda-feira, 23 de maio de 2022

Partida entre Sport e CRB, pela Série B, é adiada para esta terça-feira (24)



Não deu! Após as fortes chuvas que atingiram Recife-PE, a partida entre Sport e CRB, pela 9ª rodada da Série B, programada para a noite desta segunda-feira (23), foi adiada. O principal motivo foi a condição do palco do embate, a Ilha do Retiro. Momentos antes do horário programado, o gramado encontrava-se alagado, com diversas poças de água, o que prejudicaria o decorrer do duelo.

Com isso, seguindo o regulamento, o confronto entre pernambucanos e alagoanos foi adiado para esta terça-feira (24). Porém, fala-se da possibilidade de o duelo acontecer na Arena Pernambuco ou na própria Ilha, às 15 horas, contudo, não foi concretizada. Segundo Gum, do CRB, a definição deverá ser tomada pela CBF.

O presidente do Sport, Yuri Romão, em entrevista dentro do gramado, confirmou que "provavelmente deverá ser na Arena Pernambucano, às 15 horas". Entretanto, caso a montagem da estrutura para receber o confronto não aconteça para esse horário, a partida deve acontecer no período noturno.

A decisão foi tomada pelo árbitro da partida, Vinicius Gonçalves Dias Araújo (CBF/SP), junto com seus auxiliares e os capitães das equipes, às 21 horas. Todo o protocolo do confronto foi realizado. Pouco antes das 20 horas, os times se uniformizaram e foram ao gramado, entretanto, não houve condições. Em outros dois horários (20h30 e 21h), o árbitro voltou ao campo da Ilha, entretanto, as condições seguiram ruins para a prática do futebol.

Os times chegaram a entrar em campo, cantaram o hino nacional, por volta das 20 horas, e a torcida rubro-negra ocupou as arquibancadas da Ilha do Retiro. O problema foi que as chuvas não pararam. Por vezes, segundo relatos, houve uma forte rajada de vento e até relâmpagos. Às 20h30, os dois clubes voltaram aos vestiários, onde também aguardavam informações.

Inclusive, os funcionários do Leão, incluindo o atacante Ray Venegas, fizeram um baita esforço para melhorar a condição do tapete. Em algumas imagens, é possível ver pessoas utilizando rodos e baldes para diminuir a quantidade da água dentro das quatro linhas.

Os torcedores que se sentiram lesados pelo adiamento, poderão utilizar o mesmo bilhete para o jogo desta terça, ou, em alguma outra rodada futura, segundo o presidente do Leão. Tanto Sport, quanto CRB chegaram a divulgar suas escalações.

Sport - Mailson; Ewerthon, Rafael Thyere, Sabino e Sander; William Oliveira, Bruno Matias,, Luciano Jubá e Everton Felipe; Giovanni e Búfalo. Técnico: Gilmar dal Pozzo.

CRB - Diogo Silva; Gum, Gilvan e Wellington Carvalho; Raul Prata, Claudinei , Yago, Guilherme Romão e Richard; Fabinho e Anselmo Ramon. Técnico: Daniel Paulista

NM com Guilherme Magalhães

Foto: Ascom Sport

Leia Mais ►

CRB vai à Ilha do Retiro encarar o Sport tentando sair do Z4 da Série "B"



Nesta segunda-feira (23), o Sport recebe o CRB no Estádio Adelmar da Costa Carvalho (Ilha do Retiro), às 20h. A partida é válida pela 9ª rodada da Série B. O Leão quer manter o bom retrospecto que o deixou na 2ª posição, enquanto o Galo quer vencer o primeiro jogo fora de casa na competição.

Pela Segundona, o confronto entre Sport e CRB é equilibrado. Foram 8 oportunidades que resultaram em 5 empates, 2 vitórias para o Leão da Ilha e apenas uma para o clube regatiano.

Cenário

O duelo pode ‘embolar’ a tabela da 2ª Divisão. De um lado, o imparável Sport que, após vencer a Chapecoense, fora de casa, confirmou o favoritismo do clube em busca do disputado acesso para a Elite Nacional. Do outro, está o CRB, vindo de vitória contra o Londrina, porém, permanece na zona vermelha, dependendo de si mesmo para conseguir sair da posição desconfortável a qual se encontra.

Sport

O Rubro-Negro tem apenas uma derrota no campeonato, revés que foi justamente para um clube alagoano, o CSA, na 5ª rodada. De lá para cá, o time pernambucano tem pontuado assiduamente, chegando até a vice-liderança momentânea durante o desenrolar dos jogos da 8ª rodada. Apesar do ‘bom momento’, o torcedor do Sport não está convencido com as atuações na Série, pois falhas ‘bobas’ no último passe têm feito falta para a conquista de pontos.

Para manter o bom retrospecto e sempre rondar a zona classificatória, o técnico Gilmar Dal Pozzo precisa ficar de olho em três jogadores importantes que vão enfrentar o Galo, com dois cartões amarelos. Os pendurados em questão são: William Oliveira (volante), Luciano Juba (lateral) e Ray Vanegas (atacante).

Fora das quatro linhas, o Leão vive um dilema com a Câmara Nacional de Resolução de Disputas da CBF. E luta contra o tempo para evitar punições por falta de quitação dos direitos financeiros advindos de ex-atletas como Anselmo (volante), Ernando (zagueiro) e André ‘Balada’ (centroavante).

A provável escalação do Sport é: Mailson; Ewerthon, Rafael Thyere, Sabino e Lucas Hernández; William Oliveira, Bruno Matias, Giovanni (Jáderson) e Everton Felipe; Luciano Juba e Parraguez (Kayke).



CRB

O técnico Daniel Paulista estreou com o ‘pé direito’, com vitória sobre o Londrina, por 1 a 0. E vai a Recife com moral o suficiente para tirar o Galo da posição desconfortável a qual se encontra na tabela. O Alvirrubro chega empolgado com a segunda vitória na competição e a saída da última posição.

O triunfo da última quarta-feira (18), deve dar um ‘gás a mais’ para a fuga da zona de rebaixamento, que conta com a fase artilheira de Anselmo Ramon. Nas duas vitórias conquistadas no campeonato, o atacante pôde deixar o gol nas redes adversárias.

A baixa da vez é o veterano Maicon, que sentiu um desconforto muscular na parte posterior da coxa. O atleta foi avaliado na sexta-feira (20), iniciou tratamento no Ninho do Galo, permanece em observação e fez novos exames no decorrer do fim de semana.

A possível escalação do CRB é composta por: Diogo Silva; Raul Prata, Gum, Gilvan e Guilherme Romão; Claudinei, Yago e Uillian Correia; Richard, Fabinho (Willie) e Anselmo Ramon.

Arbitragem

O comandante da partida será Vinicius Gonçalves Dias Araújo (CBF/SP), que vai contar com as assistências de Evandro de Melo Lima (CBF/SP) e Daniel Luis Marques (CBF/SP). O 4º árbitro é Deborah Cecilia Cruz Correia (FIFA/PE), que terá o auxílio da analista de campo Ana Karina Marques Valetin (CBF/PE).

Vinicius Furlan (CBF/SP) é o árbitro de vídeo na partida. O analista do VAR é Fábio Rogério Baesteiro (CBF/SP). O observador do VAR é Erich Bandeira (CBF/PE).

NM com Giselly Vitoria

Foto: Ailton Cruz

Leia Mais ►

Com oito pontos e no Z-4, CSA está empatado com o 12º colocado da Série B



A situação do CSA na tabela da Série B não é das melhores. Com apenas oito pontos, a equipe ocupa o 17º lugar e abre a zona de rebaixamento.

O equilíbrio no começo do Brasileiro, no entanto, ameniza a pressão em cima da equipe azulina. É que o 12º colocado, Sampaio Corrêa, também tem os mesmos oito pontos. A diferença entre os dois está nos critérios de desempate.

Enquanto o CSA tem 1 vitória, 5 empates e 2 derrotas, os maranhenses têm 2 vitórias, 2 empates e 4 derrotas. No saldo de gols, o Sampaio tem o déficit de um e o time alagoano, de dois.

Na tabela, entre Sampaio Corrêa e CSA, aparecem Ponte Preta, Náutico, Londrina e Vila Nova, todos também com oito pontos. O Ituano, 11º colocado, tem nove. Uma vitória na próxima rodada pode fazer toda a diferença.

O próximo compromisso do CSA será sábado, às 16h30, contra o Novorizontino, no Rei Pelé. A equipe comandada pelo técnico Mozart precisa da vitória para sair se afastar da zona de rebaixamento.

Na sequência, o time tem o Clássico das Multidões, contra o CRB, e depois recebe a Chapecoense.

NM com GE 

Foto:Ailton Cruz

Leia Mais ►

Veja os resultados da 5ª rodada do Alagoano Sub-17



A quinta rodada do Campeonato Alagoano Sub-17 terminou hoje. O IDEC foi o único time vencedor do domingo. Jogando em casa, a equipe bateu o Atlético Metropolitano por 2x1 e segue com 100% de aproveitamento. Os outros dois jogos do dia terminaram empatados: Murici 1x1 Desportivo Aliança e CSE 0x0 Dínamo.

Nesse sábado (21), cinco jogos movimentaram a garotada pelos gramados alagoanos. No Estádio da UFAL, em Maceió, o CSA venceu e igualou a maior goleada da competição: Zumbi 0x10 CSA. O Zumbi já havia sido goleado por 10x0 pelo Sport MDO, na 2ª rodada. Confira os outros resultados de ontem: Santa Cruz 2x3 Guarany, Coruripe 2x0 Atlético Alagoano, Dimensão Saúde 1x1 Azzura e São Domingos 0x3 Independente Atalaia.

A vitória colocou o CSA na liderança do Grupo A com 12 pontos, a mesma pontuação do IDEC, mas o time azulino leva vantagem no saldo de gols. Já no Grupo B, o Guarany chegou aos mesmos 12 pontos do líder CRB, mas o Galo fica na frente por ter melhor saldo de gols.

> ACOMPANHE A CLASSIFICAÇÃO E A TABELA DO CAMPEONATO ALAGOANO SUB-17

NM com site da FAF

Foto: Augusto Oliveira

Leia Mais ►