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terça-feira, 28 de dezembro de 2021

Richard chega ao CRB como peça para atuar pelos lados, mas também com flutuação por dentro



CRB foi ao marcado e trouxe o atacante Richard em definitivo. Revelado pelo Internacional, o jogador, de 22 anos, fechou contrato até 2023.

A diretoria regatiana aposta no potencial do atacante e vê Richard como um grande ativo. Versátil, ele atua pelas pontas, mas sabe também flutuar por dentro.

Ajuda a experiência do atleta no futebol português, onde defendeu o Tondela e o Belenenses, entre 2019 e 2020. Além disso, Richard fez parte da seleção brasileira sub-20.

O atacante atuou na Série B do Campeonato Brasileiro por Vila Nova e Ponte Preta. Neste ano, disputou 27 partidas pelo time de Campinas e deu uma assistência.

NM com GE

FOTO: Arquivo Pessoal

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Mesmo com "apagão", desempenho do CSA no returno da Série B foi melhor que no primeiro turno



A campanha do CSA no returno da Série B de 2021 foi melhor do que nas 19 primeiras rodadas. Assim, até a metade da competição, foram oito vitórias, quatro empates e sete derrotas. E mais 20 gols marcados, 16 sofridos e a 10ª colocação na tabela de classificação, segundo o Departamento de Matemática da UFMG.

Após a chegada de Mozart, o Azulão melhorou de desempenho. Nesse sentido, da 20ª até a 38ª partida, proporcionou muito mais alegria ao torcedor, com esperança da classificação para a Série A, do que decepção. Em termos exatos, o time foi vice-campeão simbólico do returno ao conquistar 34 pontos, reflexo de 10 triunfos, quatro empates e cinco baixas.

Ou seja, a equipe atenuou a campanha irregular obtida no primeiro turno. A título de curiosidade, da 24ª rodada até a última, o CSA perdeu apenas dois jogos, por consequência não de uma carencia técnica do grupo de não saber se sobressair em campo, mas por deslizes da zaga e jogadas individuais sem sucesso.

Na derrota para Goiás, por 3 a 1, fora de casa, e na goleada sofrida para o Operário, por 4 a 2, no Rei Pelé, houve uma espécie de "apagão" do sistema defensivo azulino, reconhecido, inclusive, pelo próprio treinador Mozart Santos. Contudo, após essas baixas, o time marujo não perdeu mais: foram 10 conquistas, três empates e aproveitamento de 59.20%, 10.8% a mais do que os 49.12% do primeiro turno.

Depois de bater na trave duas vezes consecutivas, terminando a Série B na 5ª colocação, tudo o que os dirigentes, a comissão técnica, os jogadores e o torcedor querem é ver a euipe retornar à elite do futebol nacional. Para isso, o CSA já desistiu da Copa Alagoas para focar mais na pré-temporada e voltar mais confiante para disputar o Campeonato Alagoano e os demais torneios, com vários reforços.

NM com Shelton Melo 

Foto: Ailton Cruz


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FAF volta a realizar vistorias nos Estádios visando as competições em 2022



A temporada 2022 ainda não começou, mas a Federação Alagoana de Futebol nesta  última semana de 2021 realizará as vistorias nos Estádios indicados pelos clubes para receber os jogos da Copa Alagoas e do Alagoano InoveBanco. Os Estaduais iniciam em janeiro. A Copa começa no dia 09 e o Alagoano inicia no dia 19. 

Equipe técnica da FAF avaliará, mais uma vez. diversos itens, como gramado, vestiários de jogadores e arbitragem e cabines de imprensa. Diversas exigências foram feitas aos clubes e administradores das praças esportivas visando as competições da próxima temporada. Nas próximas semanas, uma nova etapa de vistorias serão retomadas para avaliar a condição dos locais. 

Inicialmente, oito estádios receberam inspeção. Foram eles: Estádio Coaracy da M. Fonseca (Arapiraca), Estádio Denisson Costa (Campo Alegre), Estádio Edson Matias (Olho D. das Flores), Estádio Gerson Amaral (Coruripe), Estádio José Cícero (Santa L. do Norte), Estádio José Gomes da Costa (Murici), Estádio Juca Sampaio (P. dos Índios) e Estádio Orlando Gomes de Barros (U. dos Palmares).

NM com site da FAF

Foto: Divulgação ASCOM FAF

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segunda-feira, 27 de dezembro de 2021

Cotas da Libertadores, Sul-Americana e Recopa têm aumento para os campeões de 2022



A premiação absoluta das três competições de clubes organizadas pela Conmebol aumentou em 6,5% de 2021 para 2022 – abaixo, confira os novos repasses. O acréscimo nominal é de 15,1 milhões de dólares, a moeda adotada pela entidade para o pagamento das cotas aos 91 participantes envolvidos.

Por sinal, a desvalorização do Real frente ao Dólar causa danos da economia brasileira, mas para este cenário, de forma bem específica, acaba gerando mais receita interna. Para 2020, a cotação de US$ 1 foi de R$ 4,08. Para 2021 subiu para R$ 5,41. Agora, para 2022, está em R$ 5,74. Ao todo, a Conmebol irá distribuir US$ 244 milhões, ou R$ 1,4 bi.

Se no ano passado o incremento da confederação foi todo voltado à Copa Sul-Americana, cuja premiação estava mesmo defasada, desta vez foi nos três torneios, somando a Liberadores e também a Recopa, que terá um duelo brasileiro entre Palmeiras (Liberta) e Athletico (Sula), os últimos campeões. Para 2022, porém, a injeção financeira acabou sendo na premiação do campeão, com 1 milhão de dólares tanto na Libertadores quanto na Sul-Americana. Congelada há algunos anos, a Recopa pagará um pouco mais agora, com 350 mil dólares de incremento.

As cotas de 2022 foram anunciadas pelo presidente da Conmebol, Alejandro Domínguez. O texto oficial da entidade não é tão claro sobre os valores todas as fases, mas o aporte máximo possível, considerando um campeão que venha desde a 1ª fase da Libertadores (a 1ª preliminar, que teve aumento), indica valores mantidos da fase de grupos à semifinal. No caso, o montante seria de US$ 25,05. Para quem larga da fase de grupos, que na prática é a 4ª fase, o total seria de US$ 23,55 mi, ou R$ 135 milhões – com a cotação da edição passada, a conversão seria de R$ 127 mi. Este é o recorte que vale para o Fortaleza, um dos sete brasileiros na etapa principal – outros dois vão jogar a “Pré-Libertadores”.

Fortaleza já larga com recorde
Estreando na principal competição da América, o tricolor cearense já tem a garantia de R$ 17,22 milhões em cotas, considerando a conversão atual. Com isso, já é a maior receita obtida por um clube nordestino numa copa, seja regional, nacional ou internacional – o recorde anterior era do próprio clube, com R$ 17,21 milhões captados na Copa do Brasil de 2021, quando foi semifinalista. Já na Sula, que terá seis brasileiros, o aumento foi só para o futuro dono da taça. Ainda assim, também rende uma boa grana – sobretudo no viés do futebol do Nordeste. Indo para a 2ª participação consecutiva no torneio, o Ceará ganhará R$ 5,1 milhões pelos três jogos em casa na fase de grupos, cujo cálculo de mandos é o mesmo aplicado na Libertadores.

A evolução da cota total dos torneios interclubes da Conmebol*
2015 – US$ 71,19 milhões
2016 – US$ 125,85 mi (+54,66 mi, +76,7%)
2017 – US$ 135,45 mi (+9,60 mi, +7,6%)
2018 – US$ 141,00 mi (+5,55 mi, +4,1%)
2019 – US$ 211,10 mi (+70,10 mi, +49,7%)
2020 – US$ 217,50 mi (+6,40 mi, +3,0%)
2021 – US$ 229,26 mi (+11,76 mi, +5,4%)
2022 – US$ 244,36 mi (+15,10, mi, +6,5%)
* Libertadores + Sul-Americana + Recopa

Premiação máxima para o campeão de 2022 (soma das fases)
US$ 23,55 milhões (R$ 135,17 mi) – Libertadores (13 jogos, a partir da fase de grupos)
US$ 7,80 milhões (R$ 44,77 mi) – Sul-Americana (13 jogos, a partir da fase de grupos)
US$ 1,60 milhão (R$ 9,18 mi) – Recopa (2 jogos)

A seguir, todos os valores. Na moeda brasileira, a cotação em 21/12/2021: US$ 1,00 = R$ 5,74.

Cotas da Taça Libertadores da América 2022 (participação por fase)
1ª fase (Pré) – R$ 2,29 mi (US$ 400.000; +50 mil)
2ª fase (Pré) – R$ 2,87 mi (US$ 500.000)
3ª fase (Pré) – R$ 3,44 mi (US$ 600.000; + 50 mil)
Fase de grupos – R$ 17,22 mi (US$ 3.000.000)
Oitavas – R$ 6,02 mi (US$ 1.050.000)
Quartas – R$ 8,61 mi (US$ 1.500.000)
Semifinal – R$ 11,48 mi (US$ 2.000.000)
Vice – R$ 34,44 mi (US$ 6.000.000)
Campeão – R$ 91,84 mi (US$ 16.000.000; +1 milhão)

 brasileiros: Atlético-MG, Flamengo, Palmeiras, Fortaleza, Corinthians, Bragantino e Athletico-PR na fase de grupos; Fluminense e América-MG na 2ª preliminar

Cotas da Copa Sul-Americana 2022 (participação por fase)
1ª fase – R$ 1,29 mi (US$ 225.000)
Fase de grupos – R$ 5,16 mi (US$ 900.000)
Eliminados – R$ 0,68 mi (US$ 120.000), para os 8 melhores
Oitavas – R$ 2,87 mi (US$ 500.000)
Quartas – R$ 3,44 mi (US$ 600.000)
Semifinal – R$ 4,59 mi (US$ 800.000)
Vice – R$ 11,48 mi (US$ 2.000.000)
Campeão – R$ 28,70 mi (US$ 5.000.000; +1 milhão)

6 brasileiros: Atlético-GO, Santos, Ceará, Internacional, São Paulo e Cuiabá na fase de grupos

Cotas da Recopa 2022 (fase única)
Vice – R$ 4,59 mi (US$ 800.000; +50 mil)
Campeão – R$ 9,18 mi (US$ 1.600.000; +350 mil)

2 brasileiros: Palmeiras e Athletico-PR

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NM com Cassio Zirpoli


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Projeto da FIFA prever Copa do Mundo Feminina a cada dois anos



O projeto da Fifa de realizar a Copa do Mundo feminina a cada dois anos, e não mais quatro como atualmente, pode impactar nos Jogos Olímpicos. No estudo que a federação internacional apresentou no início da semana a seus filiados há a sugestão de que caso o Mundial entre as mulheres se transforme em bienal seja criado um limite de idade para participação das jogadoras na Olimpíada, provavelmente sub-23, como já ocorre entre os homens.

A Copa feminina e a Olimpíada não coincidiriam, já que a primeira seria realizada nos anos ímpares (em julho), enquanto os Jogos ocorrem nos pares, mas a Fifa vê preocupação porque a proposta é que as Copas continentais, como a Euro e a Copa América, ocorram também a cada dois anos, nos pares, aí, sim, coincidindo com a Olimpíada.

"Devido ao aumento dos torneios finais continentais que seriam realizados a cada dois anos é sugerido que se discuta a idade para o futebol feminino nas Olimpíadas. Uma proposta que poderia ser analisada é que se torne sub-23, como no masculino, o que ajudaria no desenvolvimento das jogadoras", escreve o grupo de estudo criado pela Fifa no relatório apresentado. Segundo o texto, houve aumento da média de idade das atletas que disputam as Copas do Mundo. Em 2011, na Alemanha, 42% das jogadoras eram sub-23, número que caiu para 32% em 2015, no Canadá, e 23% em 2019, na França. A conclusão do relatório é que jogadoras mais jovens já têm mais dificuldade em conseguir espaço nas seleções dos seu países. 

DATAS-FIFA 

No projeto de mudança do calendário feminino, a Fifa também pretende mexer nas datas-Fifa, as janelas em que os clubes são obrigados a liberar as atletas para as seleções nacionais. O formato atual tem seis meses de janela —fevereiro, abril, junho, setembro, outubro e novembro—, com três diferentes modelos que dependem do tipo de jogo que cada seleção fará (se amistosos ou oficiais): 

Tipo 1 - 2 jogos - 9 dias de liberação das jogadoras 

Tipo 2 - 3 jogos - 10 dias de liberação das jogadoras 

Tipo 3 - 4 jogos - 13 dias de liberação das jogadoras A avaliação é que esse formato sobrecarrega as jogadoras, que têm em média menos de três dias de descanso em alguns dos modelos.

A avaliação é que esse formato sobrecarrega as jogadoras, que têm em média menos de três dias de descanso em alguns dos modelos. Como no masculino, a Fifa propõe criar meses com janelas maiores para os jogos de seleções:

 PROPOSTA A (janelas de dois meses) 

março - 7 jogos - 29 dias de liberação das jogadoras 

outubro - 7 jogos - 29 dias de liberação das jogadoras 

PROPOSTA B (janelas de cinco meses)

fevereiro - 3 jogos - 13 dias de liberação das jogadoras 

abril - 3 jogos - 13 dias de liberação das jogadoras 

junho - 3 jogos - 13 dias de liberação das jogadoras 

setembro/outubro - 3 jogos - 13 dias de liberação das jogadoras 

novembro - 3 jogos - 13 dias de liberação das jogadoras.

Como entre os homens, houve reclamação de treinadores(as) das mulheres de que a primeira opção faria com que o contato com as atletas demorasse a acontecer, de outubro a março, apesar de serem praticamente dois meses inteiros com as jogadoras à disposição das seleções.

A Fifa não descarta levar adiante a mudança no calendário feminino mesmo se a proposta do masculino, que tem rejeição da Europa e da América do Sul, fracassar. O presidente da federação internacional, Gianni Infantino, disse que as alterações poderiam ser feitas em momentos distintos. O calendário feminino atual acaba em 2023, enquanto o masculino encerra em 2024.

NM com Marcel Rizzo

Foto: BERNADETT SZABO Crédito: REUTERS

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