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sábado, 2 de maio de 2020

FAF torna obrigatória a criação de equipes femininas nos clubes da primeira divisão do Alagoano

 Foto: Ailton Cruz/Gazeta de Alagoas
As mulheres, no decorrer da história, sempre tiveram que quebrar tabus e lutar para ter mais direitos de igualdade, assim como os homens. No esporte isso não é diferente, e quem sabe pior, porque existiam leis nacionais que proibiam explicitamente a prática de mulheres em algumas modalidades. Somente em 1979 foi liberada a participação delas nos esportes.

Parece brincadeira, mas não é. Mesmo passando mais de quarenta anos do triunfo do movimento feminino, ainda é preciso criar leis que obriguem a inclusão da ala das meninas. Este é o caso do futebol, quando no ano de 2016 a FIFA determinou em seu estatuto que o futebol feminino passaria a ser prioridade e, seguindo essa linha, a COMEBOL e a CBF exigiram uma equipe feminina de futebol para os clubes que participarem de seus campeonatos.

Mas como toda mudança leva seu tempo para ir acontecendo, esse foi um passo essencial para acelerar o processo de inclusão. Para que se tenha uma ideia, em 2019 era obrigatório que todos os times da série A tivessem sua equipe feminina. Há quatro meses do campeonato masculino começar, apenas sete clubes de 20 cumpriam com as exigências. Durante o campeonato apenas o Fortaleza não conseguiu chegar com a obrigação. O objetivo da CBF é que até 2021 todos os clubes das séries nacionais tenham o seu quadro feminino.

De acordo com a assessoria da FAF, nos últimos seis anos a instituição vem aumentando o fomento ao futebol feminino no Estado e melhorando os níveis dos campeonatos locais. Ressalta que Alagoas já tem um representante no campeonato nacional A2, equivalente a série B do masculino, também promovido pela CBF, que é União Desportiva Alagoana, UDA.

A partir deste ano, a Federação Alagoana cobrará obrigatoriedade de que todos osclubes que disputam a primeira divisão do estadual participem também do campeonato feminino, que está previsto para o último trimestres do ano.

Seguindo essa linha de incentivo promovida pela CBF, em outubro do ano passado, em parceria com a FAF, foi realizada uma seletiva, na UFAL, para meninas de 12 a 16 anos, que contou com a participação de vários representantes de clubes nacionais. O evento foi considerado o maior de todo o país, contando com a presença de mais de 260
candidatas. Na ocasião foram selecionadas algumas atletas para equipes como Corinthians e Palmeiras. Também se pode citar outras revelações que saíram dos clubes locais e que estão jogando na seleção brasileira.

Mesmo com todos esses eventos promovidos para incentivar o desenvolvimento do futebol feminino pelas instituições nacionais e internacionais, a realidade ainda está bem longe do ideal. Segundo a centroavante do clube União Desportiva, atual campeão estadual, Grazyela Nattacha da Silva, o futebol feminino ainda sofre muito
com vários tipos de preconceito, onde elas ainda têm que escutar frases machista, tais como: “
futebol não é coisa de mulher…” entre outras. Além de sofrerem com a falta de apoio.

Grazyela fala que toda vez que tem uma competição a diretoria tem que fazer um esforço enorme para que possam participar e que, muitas vezes, não puderam competir por falta de recurso. Com isso, toda competição que participam elas dão o máximo de si para recompensar o esforço feito pelos dirigentes. A atleta comenta que, mesmo disputando uma liga profissional, elas só recebem uma ajuda de custo e precisam de uma segunda profissão, já que não conseguem sobreviver só do esporte.

E levanta a questão da falta de apoio: “…toda vez que saímos para jogar fora do estado não estamos somente representando a nossa equipe, mas o estado de Alagoas, e não recebemos nenhuma ajuda por parte do governo”, afirma.

NM com Fábio Ludwig e site AmistosoAL.com


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sexta-feira, 1 de maio de 2020

Bolsonaro defende volta do futebol

Foto: SEC ESPORTES
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) voltou a defender a retomada do futebol no Brasil. Em entrevista à Rádio Guaíba, de Porto Alegre, nesta quinta-feira, o presidente justificou a sua posição ao afirmar que, por serem jovens e terem boas condições físicas, os jogadores profissionais têm risco pequeno de morrer caso sejam infectados pelo novo coronavírus.
Ao externar a posição, o presidente não citou nenhum estudo científico ou embasamento médico. Mas relatou que, embora não tenha o poder de determinar a liberação de treinos e jogos, o Ministério da Saúde e a Anvisa devem emitir parecer favorável para as atividades serem retomadas sem torcida. Bolsonaro confirmou ter conversado com Renato Gaúcho, técnico do Grêmio, com Rogério Cabloco, presidente da CBF, e com Walter Feldman, secretário-geral da CBF

- No momento, existe já muita gente que entende, que está no meio futebolístico, que é favorável à volta porque o desemprego está batendo à porta dos clubes também. Com essa idade jovem, o jogador, ele dificilmente, caso ele seja acometido do vírus, a chance de ele partir para a letalidade é infinitamente pequena. Até pelo estado físico, pela higidez que tem esse atleta. Agora, eles têm que sobreviver - disse Bolsonaro, para completar em seguida:
- Muitas vezes a gente tem o pensamento que o jogador, que todo mundo ganha horrores. Não, a maior parte não ganha bem e precisa do futebol para sustentar sua família. Estão passando necessidade. Não sou eu que vou abrir ou não o futebol, mas já conversei com o ministro da Saúde e dar um parecer um nesse sentido, para que o futebol volte sem torcida. Então, da nossa parte, esse parecer deve ser feito, como acertado com o ministro Nelson Teich e como parece que também a Anvisa vai dar um parecer nesse sentido.
Em março, depois das medidas de isolamento social adotadas por governadores e prefeitos, treinos e competições foram suspensas e os clubes deram férias coletivas a jogadores e funcionários, que se encerram ao final de abril. Médicos elaboraram, em conjunto com federações e CBF, um protocolo a ser seguido quando houver a liberação para o retorno das atividades. Na entrevista, Bolsonaro disse que a posição do treinador do Grêmio é de respeitar o receio dos jogadores com o risco de contaminação.
- Sim, algumas vezes eu liguei para o Renato Gaúcho para exatamente ter informações dele do que pensa o atleta no tocante a voltar o futebol ou não. Como também tenho conversado, já falei algumas vezes, com o senhor Caboclo e o Feldman, da CBF. A decisão de voltar o futebol não é minha, não é do presidente da República. Mas nós podemos colaborar. Desde lá de trás, quando conversei com o Renato Gaúcho a primeira vez, eu falei: ?Renato, por mim volta?. Ele falou ?mas há um sentimento entre os jogadores de que não pode voltar agora?, porque o povo estava apavorado. Ainda está apavorado - contou Bolsonaro, para continuar:
- Fizeram uma campanha enorme de terror junto à população no tocante ao vírus, como se nós pudéssemos ficar livre do vírus, como se o vírus fosse matar todo mundo. Esse vírus é letal para quem tem comorbidade e para quem tem idade avançada. Esse tem que ter um cuidado todo especial. Quanto aos jogadores, até falei para o Renato na época, e com o estádio fechado, ele falou ?presidente, a questão é dos jogadores?. Então, a gente respeita, até porque não sou eu que vou abrir ou não o futebol.
A infectologista Tânia Vergara, presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia, considerou ser arriscada a retomada do futebol em momento que a pandemia não está controlada no país - são mais de 5 mil mortos, segundo o Ministério da Saúde. Mesmo que os treinos sigam recomendações de evitar o contato entre pessoas, ela alertou que há, sim, risco de contaminação.
- O jogador pode estar assintomático, fazer o teste, dar negativo e ter o vírus. Há estudos ainda que comprovam que, quando uma pessoa corre ou faz exercício físicos, as gotículas ficam mais tempo no ar, ou seja, contamina o ar. Em jogos, haverá contato físico seja em disputa ou em comemoração de gols. Não consigo entender como tornar esse esporte seguro ainda mais no Brasil, onde não temos testes em massa, e em um contexto no qual ainda estudamos a doença - explicou.
Questionada se atletas têm menos risco de morrer em caso de contaminação, a médica disse não haver nenhum estudo científico que assegure essa premissa. Reconheceu, porém, que jovens e pessoas saudáveis têm um sistema imunológico mais forte.
- Você nasce e morre com o sistema imunológico mais fraco. Entre os 12 a 40 anos, o ser humano tem mais defesas. Mais ainda se leva uma vida saudável. Agora, não há nenhuma garantia de que não há risco de morte - concluiu.
Não foi a primeira vez que Bolsonaro defendeu a volta do calendário do futebol. Já tinha se posicionado assim em entrevistas recentes, como na última segunda-feira em Brasília. Também não foi a primeira vez que o presidente mencionou uma suposta blindagem que atletas possuem contra a doença. Em pronunciamento em rede nacional no dia 24 de março, afirmou, que, por ter "histórico de atleta", "nada sentiria" se contraísse o novo coronavírus ou teria no máximo uma "gripezinha ou resfriadinho".
A opinião de Bolsonaro contrasta com o relato de atletas que revelaram ter sido contaminados pela Covid-19. Recentemente, Leandrinho, ala-armador do Minas e ex-jogador da seleção de basquete, disse que "sentiu que ia morrer".
Posição semelhante a do ex-jogador Raí, atual diretor executivo do São Paulo, se posicionou contrário ao retorno do futebol em recente entrevista ao GloboEsporte.com.
- É bom deixar claro e reforçar que a posição do São Paulo não é voltar rápido. É voltar ao seu tempo, com as orientações, e gradativamente, começando obviamente o treino sem uma data certa de quando o campeonato vai retornar - disse o dirigente.
Caso libere a volta do futebol, o Brasil se igualaria a países como Belarus, no Turcomenistão e na Nicarágua, todos com regimes autoritários. Lá, a bola não parou. Situação diferente da França, por exemplo. Nesta quinta, a Liga de Futebol Profissional da França (LFP) formalizou o título do PSG pois o campeonato não será retomado após a paralisação ocorrida em 8 de março. A Argentina havia anunciado o fim da temporada na segunda. Já a Coreia do Sul, após diminuir a curva de contágio, terá o retorno do campeonato nacional em 8 de maio. Itália, Alemanha, Espanha, Inglaterra, Portugal ainda não definiram o que será feito assim como a UEFA no que diz respeito a competições europeias e a Conmebol em relação às sul-americanas.
O que diz Renato Gaúcho
Procurada pelo GloboEsporte.com, a assessoria de imprensa de Renato Gaúcho confirmou que o treinador mantém conversas com o presidente Bolsonaro.
- Eu falo com ele (Bolsonaro) sempre, uma vez por semana ele me liga. Para falar de várias coisas - disse Renato.
O GloboEsporte.com ainda tenta uma posição do técnico sobre a retomada do futebol.
O que diz o Ministério da Saúde
Consultada, a assessoria de imprensa do Ministério da Saúde emitiu o seguinte comunicado:
- Esta pauta está sob análise do Ministro e sua equipe técnica.
O que diz a CBF
Na terça-feira, a CBF divulgou uma nota oficial sobre uma reunião feita por videoconferência com as 27 federações estaduais. A posição foi de retomada do futebol "assim que possível fazê-lo com garantia de segurança e saúde para todos os envolvidos."
- O compromisso das entidades é construir um calendário e protocolos para a retomada gradual das competições, a começar pelos campeonatos estaduais, ainda sem data definida. Ficou assegurada a autonomia das Federações Estaduais na condução dessas medidas junto às autoridades de saúde, respeitando as características e o momento vivido por cada Estado em relação à pandemia. O primeiro passo será a retomada dos treinamentos por parte dos clubes, o que poderá ocorrer a partir do momento em que se encerrarem as férias coletivas dos atletas - diz trecho da nota oficial.
Nesta quinta-feira, a CBF enviou o protocolo ao governo federal. Ainda não houve uma resposta.


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Em reunião com a FAF, clubes discutem volta dos treinos e Campeonato Alagoano

Representantes dos oito clubes da Primeira Divisão do Campeonato Alagoano estiveram reunidos com a Federação Alagoana de Futebol (FAF), nesta quinta-feira (30), por videoconferência, para discutir o retorno dos treinamentos e a continuidade da competição estadual. Neste primeiro momento, a reunião serviu apenas para o posicionamento dos clubes. 
Entre os que se mostraram favoráveis à volta das atividades estão CRB, CSA, Murici e CSE. O Galo da Praia foi representado pelo presidente executivo, Marcos Barbosa; pelo Azulão, os representantes foram o executivo de futebol, Marcelo Barbarotti, e o supervisor de futebol, Marcelo de Jesus; enquanto pelo Verdão da Zona da Mata estavam o prefeito de Murici, Olavo Neto, e o presidente do clube, Geraldo Amorim. Já o Tricolor de Palmeira dos Índios foi representado por Zenício Neto, vice-presidente jurídico. 
CAUTELOSOS
Durante o encontro, nenhum clube demonstrou ser contrário ao retorno. Porém, alguns, como o  ASA, CEO, Jaciobá e Coruripe, ainda mantiveram a cautela e preferiram aguardar a posição do Governo de Alagoas.
O Fantasma foi representado pelo presidente afastado Moisés Machado, e o presidente em exercício, Celso Melo; já o Azulão do Sertão teve como representante o vice-presidente do Conselho Deliberativo, Giuseppe Gomes; pelo Hulk, Franciney Joaquim, vice de futebol, esteve presente no encontro; enquanto o Tricolor de Olho d'Água das Flores contou com o presidente executivo, Wilque Souza.
O discurso destes quatro clubes é de que já dispensaram atletas e comissões técnicas, por isso precisarão de tempo para se organizar e avaliar o retorno dos treinamentos e do Campeonato Estadual.


Agora, a FAF fará ajustes no protocolo de retomada junto ao grupo de trabalho formado pela entidade e encaminhará o documento ao Governo do Estado, à Secretaria de Estado da Saúde de Alagoas (Sesau-AL) e ao Ministério Público Estadual (MPE-AL) para avaliação. Em caso de aprovação da documentação, a entidade reunirá novamente os clubes para definir as datas para o recomeço dos treinamentos e da competição. 
NM com Jean Nascimento 
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quinta-feira, 30 de abril de 2020

Presidente da FAF espera finalizar protocolo de retomada até sexta-feira

O presidente da Federação Alagoana de Futebol (FAF), Felipe Feijó, conversou com a Gazetaweb na tarde desta quarta-feira (29) e falou sobre o prazo para o protocolo de retomada dos clubes alagoanos. Segundo o dirigente, o documento foi enviado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) nesta quarta e a entidade espera que esteja com tudo pronto até a próxima sexta-feira (1º).
"Queremos terminar até sexta (1º). Recebemos o protocolo enviado pela CBF e iremos adequar para a nossa realidade", disse o mandatário. 
Apesar de a FAF já estar otimizando esta documentação, Felipe Feijó se mantém cauteloso quanto ao retorno das atividades. "Tudo depende de autorização do governo. As coisas estão muito dinâmicas, mudam muito de um dia pro outro", disse o dirigente.
Ele citou, ainda, algumas medidas que constam no documento encaminhado pela entidade maior do futebol brasileiro, como testes para o novo coronavírus (Covid-19), o uso de equipamentos (EPI) para os envolvidos, a medição de temperatura das pessoas envolvidas nas atividades e o acompanhamento diário.
A entidade alagoana realizará uma reunião através de videoconferência com os oito clubes da Primeira Divisão do Campeonato Alagoano nesta quinta-feira (30), às 15 horas.
NM com Jean Nascimento
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Clubes de AL divergem sobre decisão da CBF de retomar treinos em maio

FOTO: AILTON CRUZ
Após a reunião entre a CBF e as federações nessa terça-feira (28), a Gazetaweb repercutiu a situação com os clubes de Alagoas e ouviu dirigentes. Giuseppe Gomes, vice-presidente do Conselho Deliberativo do Jaciobá, comentou o momento e foi ríspido ao falar sobre a possível retomada das atividades do futebol.
"Acataremos a decisão da maioria dos clubes. Mas se ocorrer contaminação de um ou mais atletas, quem assumirá a responsabilidade? Além do mais, temos contratos expirando agora no início de maio e alguns patrocinadores também estão em dificuldades", disse o dirigente.
Giuseppe falou ainda da dificuldade em que os clubes vivem neste momento da pandemia e citou outros profissionais que dependem do futebol, mas lembrou que a vida está em primeiro lugar. "Todos nós estamos sofrendo com isso. Clubes, imprensa, torcedores, empresários.  Mas temos que, primeiramente, defender a vida", lembrou.
A reportagem conversou também com os demais clubes da Primeira Divisão do Alagoano. O CSE se mantém cauteloso quanto ao retorno dos treinamentos. "Veremos o que a FAF irá nos apresentar. Creio que trará alternativas para o recomeço", disse o presidente do clube, Barbosa.
Presidente do Murici, Geraldo Amorim não enxerga clima para retomada de treinamentos na cidade da Zona da Mata
FOTO: REPRODUÇÃO/TWITTER






















Por outro lado, CEO e Murici afirmam não ter condições de retomar os treinamentos neste momento. "O Murici não vê condições e nem clima para esse retorno. Principalmente agora que nossa cidade se encontra em um momento muito ruim", comentou o presidente do Verdão da Zona da Mata, Geraldo Amorim.
A cidade de Murici é o quarto município com mais casos confirmados de Covid-19 em Alagoas, com 18 pacientes infectados, segundo o boletim da Secretaria de Estado da Saúde de Alagoas (Sesau-AL).
"Vamos aguardar o que a FAF tem como proposta. Mas nesse momento não temos condições para voltar ao campeonato. Nas datas previstas, o CEO não tem estrutura para voltar", afirmou mandatário do CEO, Wilque Souza. 
Já o ASA, através do presidente em exercício, Celso Marcos, disse ainda não ter uma posição formada sobre a retomada das atividades no Estado. A reportagem entrou em contato com o Coruripe, mas não obteve resposta.
Rafael Tenório analisou volta dos treinos e sugeriu anulação do Estadual de 2020
FOTO: AILTON CRUZ























Entre os clubes da capital, o posicionamento é dividido. De acordo com o presidente do CSA, Rafael Tenório, a volta dos treinos e da competição em maio é totalmente inviável. "É impossível ter futebol agora. Até porque os clubes do interior não tem elenco para voltar ao campeonato. Na minha ótica é inviável", explicou.
Ele também sugeriu uma resolução para o Estadual. "Deveria anular a competição desse ano como se não tivesse começado, não cai ninguém e vamos para 2021."
Já o rival CRB defende que as atividades retornem o quanto antes, mesmo com portões fechados, para evitar prejuízos financeiros.
NM com Jean Nascimento
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