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sábado, 11 de abril de 2020

Técnico do CSA, Baptista destaca a leitura tática de Renatinho, Márcio Araújo e Andrigo

Foto: Mac Cavalcante/GloboEsporte.com
O técnico Eduardo Baptista disse que gosta de trabalhar com atletas que tenham boa leitura tática. Ele incentiva isso no CSA e até citou três jogadores que podem cumprir bem esse papel no elenco.

Os três tiveram passagens por grandes clubes do país, que exigem comprometimento tático. O meia Renatinho, o volante Márcio Araújo e o meia Andrigo foram lembrados por Baptista.

- Isso é fundamental. Você precisa ter uns três, quatro, cinco jogadores que tenham uma assimilação rápida. Eu acho que mais do que isso temos que ter jogador que num determinado momento do jogo tenha que tomar decisão. Isso é mais importante, não é somente assimilar.

Baptista destacou a importância de um jogador até improvisar para conter, por exemplo, ações do adversário.

-Nós montamos um esquema, uma filosofia, só que a decisão deles é ali dentro. Você tem que ter jogadores que, além de entender isso, tenham a personalidade para tomar uma decisão e às vezes quebrar um pouco as regras, sair um pouco daquilo e fazer pequenas correções. Na beira do campo, você não consegue ficar gritando: fecha aqui, abre ali, sai por ali - explicou o treinador e ainda acrescentou:

- Tem que ter jogadores que tenham essa percepção para, às vezes, sair do provável e fazer o imponderado. Nós temos alguns jogadores interessantes: o Renatinho tem essa condição e consegue fazer muito bem isso. O próprio Márcio Araújo tem uma leitura excepcional. O Andrigo, que chegou, é um atleta que joga em três, quatro funções do meio pra frente. Então, você pode mexer com ele. Ele tem um entendimento rápido de tomar decisão. Quanto mais jogador você tiver no seu elenco assim, é muito mais fácil.

Os três jogadores ainda estão em fase de adaptação. Renatinho (ex-Botafogo e Goiás), de 28 anos, começou mal a temporada, foi para o banco, mas ganhou confiança com a chegada de Baptista, em fevereiro, e voltou ao time

Márcio (ex-Flamengo e Chapecoense), de 35 anos, e Andrigo (ex-Inter e Figueirense), de 25, estavam prontos para estrear quando o futebol parou.

- O Márcio já era pra ter entrado contra o Freipaulistano, mas acabou que não conseguimos colocá-lo porque jogadores cansaram durante o jogo e precisamos fazer outras alterações. Mas era programado pra ele já começar a jogar.

NM com Globoesporte.com/al


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sexta-feira, 10 de abril de 2020

Mão na bola ou bola na mão? (3ª PARTE)

Foto: Nelson Perez/Fluminense F.C.

Bloqueio

Ao contrário do tipo anterior, em jogadas de bloqueio muitas vezes o jogador que atua na defesa sequer tem tempo de colocar o braço para trás de modo a evitar o toque. Mesmo sem intenção, há exemplos em que são aplicados, inclusive, cartões amarelos.

BOLA NA MÃOA regra é válida da mesma forma, o jogador precisa manter braços e mãos em posição natural do corpo

MÃO NA BOLA
Se o jogador amplia seu volume corporal de forma não natural e há toque na mão ou braço, é infração

A bola rebatida para a mão

A regra do futebol considera que “normalmente” não é infração se a bola, vinda diretamente de outra parte do corpo do próprio jogador, toca a mão ou o braço. Mesmo assim, continua sendo levada em conta a volumetria não natural.

BOLA NA MÃOSe a bola rebatida toca mão ou braço que esteja junto ao corpo, não é considerado infração

MÃO NA BOLA
Mesmo sem intenção, a bola rebatida não pode tocar mão ou braço que amplia a área do corpo



CRÉDITOS:
Design, ilustrações e animações / Alexandre Lage, Mario Leite, Tarso Moura e Vinícius Souza
Apuração e texo / Fabio Penna
Desenvolvimento / Diego Marcelo e Elihofni Lima
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Mão na bola ou bola na mão? (2ª PARTE)

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Carrinho

Numa situação em que um jogador está em queda, a regra diz que não é infração se a bola tocar o braço ou a mão e estes estiverem “entre o corpo e o solo num movimento de apoio, sem se afastar muito num plano lateral ou vertical”.

BOLA NA MÃONão é falta se a bola tocar o braço ou a mão de apoio, caso estes não estejam longe do corpo




MÃO NA BOLASe a mão ou braço tocados pela bola aumentam a volumetria natural do corpo, é infração

Disputas de bola pelo alto

Lances de bola aérea estão entre os mais discutidos pelos comentaristas de arbitragem. Pela dinâmica do jogo, muitas vezes o árbitro não está na melhor posição para apitar lances que precisam de interpretação e são definidos em detalhes.

BOLA NA MÃOA jogada é normal se o movimento do jogador for natural e o toque involuntário



MÃO NA BOLAÉ infração se a bola toca mão ou braco em volume não natural do corpo, mesmo vinda do adversário


Interceptação de passe ou cruzamento

É comum ver jogadores colocarem as mãos para trás ao tentar interceptar um passe ou cruzamento em seu campo de defesa. Essa é, talvez, a forma mais eficaz de evitar que a bola bata na mão ou no braço e cause alguma infração.

BOLA NA MÃONão é infração se a bola bate na mão ou braço que está junto ao corpo do jogador
MÃO NA BOLA
É falta se a bola bate no braço ou mão em posição que amplia a área natural do corpo
NM com Globoesporte.com






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Mão na bola ou bola na mão? (1ª PARTE)

 Foto: Miguel Riopa / AFP
A International Board, órgão que regulamenta as regras do futebol, divulgou recentemente uma alteração do que é considerado "mão". A partir de junho, se a bola tocar a parte superior do braço, mais próxima ao ombro, não será mais considerada infração. Embora a orientação possa parecer mais específica que a anterior, ainda restam algumas dúvidas em relação ao que é "mão na bola" e o que é "bola na mão".


Por mais que a regra seja clara, ela não é capaz de prever tudo o que acontece no futebol. Jogadas em que a bola encosta na mão ou no braço dos jogadores estão entre as que geram mais dúvidas. Cabe, então, ao árbitro ser pragmático frente às generalidades das normas no tocante a “mão na bola” (quando há falta) ou “bola na mão” (quando não há). Este guia interativo ajuda a entender as interpretações e a aplicação da regra.


JOGADAS OFENSIVAS


Em muitos lances de gols anulados, torcedores enfurecidos reclamam que não houve intenção do jogador do time atacante de encostar na bola com a mão ou o braço. Essa aparente injustiça, no entanto, tem uma explicação.

Mão de atacante em lance de gol

A regra diz: “Considera-se infração se um jogador marcar um gol na baliza adversária diretamente após o toque na mão/braço, inclusive se for acidental.” E isso vale também se o contato criar uma oportunidade de gol logo em seguida.

MÃO NA BOLAMesmo sem intencão, jogadores do time atacante são penalizados se criam situações de gol

Atacante chuta a bola na mão do defensor

Segundo a regra do futebol, não será considerada a infração se a bola tocar a mão ou o braço de um jogador “vinda diretamente da cabeça, corpo (incluindo os pés) de um adversário que se encontra próximo”.

BOLA NA MÃONestes casos, a mão ou o braço precisam estar junto ao corpo criando uma volumetria natural

JOGADAS DEFENSIVAS


Jogadores que defendem o time estão em circunstâncias que podem os deixar mais predispostos a participar de jogadas onde ocorrem dúvidas se a jogada foi “mão na bola” ou “bola na mão”. Nesses casos, o árbitro é fundamental para entender a situação, interpretar e aplicar a regra. Só que algumas vezes sobra cartão até para quem não teve a intenção do toque. Vamos analisar o que diz a regra para as situações:

Mão proposital

Estes casos são tão claros que não há discussão. Inclusive, quando um jogador de linha evita um gol com a mão, ele é imediatamente expulso. Na verdade, é uma ação que só se explica em casos extremos, mas mesmo assim é caracterizado o antijogo.

MÃO NA BOLAQualquer tentativa deliberada de mudar a trajetória da bola com a mão ou o braço

Jogador na barreira

Em lances de falta, jogadores da barreira são alvos fáceis. Muitas vezes, quando pulam para tentar bloquear a bola, seus braços e mãos podem criar uma volumetria não natural do corpo. Se forem tocados pela bola, mesmo que involuntariamente, a regra decreta a infração.

BOLA NA MÃO       
Não há perigo de infração se mãos e braços ocuparem a área natural do corpo
MÃO NA  BOLA                                   

              É falta se a bola tocar o braço ou mão acima do nível do ombro ou nas laterais do corpo
Seque matéria 2...



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quinta-feira, 9 de abril de 2020

Thiago Rodrigues elogia torcida do CSA e mira acesso à Série A do Brasileiro

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O goleiro Thiago Rodrigues, anunciado pelo CSA em dezembro, chegou ao clube com boa aprovação da torcida. Destaque do Paraná no ano passado, o jogador participou de uma live no perfil do Azulão no Instagram e respondeu perguntas enviadas por torcedores.
Ele, que está pela primeira vez na carreira jogando um clube do Nordeste, não poupou elogios à região e disse que a receptividade que recebe em Alagoas é diferente.
"O Brasil tem muito a aprender com o povo nordestino. É um povo com respeito, carinho, apaixonado pelo futebol e pelo próximo, que gosta de ter contato com o outro".
Thiago vestiu a camisa azul e branca em oito jogos, sendo cinco deles no Estádio Rei Pelé, ao lado da massa azulina. Mas, segundo ele, já deu para sentir o apoio dentro de campo.
"É algo muito legal. A torcida azulina tem muito carinho pelo clube. A gente entende que a cobrança é algo natural. Mas o apoio marca o atleta. É um grande reforço para nós", disse ele.
O goleiro Thiago Rodrigues, anunciado pelo CSA em dezembro, chegou ao clube com boa aprovação da torcida. Destaque do Paraná no ano passado, o jogador participou de uma live no perfil do Azulão no Instagram e respondeu perguntas enviadas por torcedores.
Ele, que está pela primeira vez na carreira jogando um clube do Nordeste, não poupou elogios à região e disse que a receptividade que recebe em Alagoas é diferente.
"O Brasil tem muito a aprender com o povo nordestino. É um povo com respeito, carinho, apaixonado pelo futebol e pelo próximo, que gosta de ter contato com o outro".
Thiago vestiu a camisa azul e branca em oito jogos, sendo cinco deles no Estádio Rei Pelé, ao lado da massa azulina. Mas, segundo ele, já deu para sentir o apoio dentro de campo.
"É algo muito legal. A torcida azulina tem muito carinho pelo clube. A gente entende que a cobrança é algo natural. Mas o apoio marca o atleta. É um grande reforço para nós", disse ele.
NM com Débora Nascimento
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