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segunda-feira, 6 de abril de 2020

FAF realiza entrega de cestas básicas para ambulantes que trabalham no Estádio Rei Pelé

Créditos: Allan Jonnes/Assessoria FAF
A manhã deste domingo (5) foi marcada de solidariedade no Estádio Rei Pelé. De iniciativa da Federação Alagoana de Futebol, cerca de 100 ambulantes que trabalham no estádio em dia de jogos receberam a doação de cestas básicas. A entrega foi feita individualmente a cada ambulante por uma equipe de apoio da Federação. Cada cesta contia produtos de higiene básica como sabão em pó e sabão em barra. 

A ação contou com a parceria da Secretaria de Estado do Esporte, Lazer e Juventude (Selaj). A doação de cestas básicas contemplou, também, colaboradores do estádio Rei Pelé e da própria FAF. Os ambulantes aprovaram a iniciativa da entidade, que visa minimizar os danos causados no âmbito do futebol com a suspensão do Campeonato Alagoano Smile 2020, por conta da pandemia do coronavirus (Covid-19).   

Por conta do grande número de jogos durante o ano no estádio Rei Pelé, os ambulantes foram prejudicados com a perda de renda sem as partidas. José Damião trabalha como ambulante no Trapichão há 10 anos. Ele gostou da ação. "Essa doação veio na hora certa. Sem os jogos, boa parte da nossa renda fica comprometida e precisamos de ajuda para tocar a vida", justificou Damião. 

O ambulante José Miranda disse que a doação não deixa de ser um reconhecimento pela importância do trabalho prestado por eles nos jogos. "É uma ajuda grande. Passamos anos e anos dependendo dos trabalhos aqui no Estádio Rei Pelé. E agora com as partidas paradas nossa vida fica mais difícil".

A entrega das doações das cestas básicas foi coordenada por Alexandre Barreto, representante da Federação Alagoana de Futebol. Ele destaca que cada membro da entidade cumpriu as normas exigidas pelas autoridades de saúde como o uso de máscaras, luvas e álcool em gel. "Atingimos a meta de entrega das cestas. Tínhamos a preocupação em evitar grandes aglomerações e deu tudo certo. Os ambulantes colaboraram e ficou mais fácil. É uma iniciativa que irá minimizar a aflição de dezenas de famílias alagoanas", disse.

NM com ASCOM FAF
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domingo, 5 de abril de 2020

Mesmo em férias, jogadores de CRB e CSA são monitorados diariamente pelos clubes


Os clubes de futebol, em sua maioria, deram férias aos jogadores enquanto aguardam os próximos passos do futebol. Aqui em Alagoas, não foi diferente. CRB e CSA seguiram a onda e anteciparam o período de descanso dos seus atletas. O retorno às atividades está marcado para o dia 20 deste mês.

Mesmo em casa, regatianos e azulinos estão sendo monitorados diariamente. Os jogadores têm que cumprir normas pré-determinadas pelos clubes para minimizar o prejuízo da paralisação forçada. Além de questões como treinamentos, alimentação e sono, o combate ao coronavírus também faz parte do acompanhamento diário. Como diz o velho ditado, prevenir é o melhor remédio.

No CSA os atletas estão sendo monitorados e coordenados pelo gerente de futebol, Marcelo de Jesus.Que disse:

- Aqui no CSA, desde o começo deste ano, o clube implementou um aplicativo para interação dos atletas, principalmente com o fisiologista, Cleber Queiroga. Através desse software, os jogadores informam dados de alimentação, performance, sono, sintomas de lesão ou alguma queixa clínica, principalmente agora com essa onda do coronavírus. Então, diariamente, os atletas estão sendo monitorados e o clube tem informação do dia a dia de todos eles.

No CRB, preparadores físicos, departamento médico e da comissão técnica interagem com os jogadores pra saber se as orientações repassadas estão sendo cumpridas. 

É o distanciamento social mexendo com a rotina dos atletas das principais equipes do Estado. Isso em breve passa, em breve vai passar.
#ficaemcasa

NM com Denison Roma
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País que não registrou nenhum caso de coronavírus retoma liga de futebol

Rio - No Tajiquistão o futebol que estava paralisado por conta dos casos de coronavírus no mundo, irá voltar neste domingo. Isso porque o país, que mesmo fazendo fronteira com a China e se situar na Ásia Central não registrou nenhum caso da doença.
No entanto, as competições terão os portões fechados, recomendação feita pela Organização Mundial de Sáude (OMS) que pede para evitar aglomerações.
O campeonato do tajiqui conta com 10 clubes e 42 jogadores estrangeiros, 20 do Uzbequistão, país com mais atletas estrangeiros na liga, em segundo vem Gana com 10.
"Estou ansioso, me preocupo com meus compatriotas, minha família. Temos 205 casos confirmados de coronavirus no Uzbequistão", disse Mamur Ikramov, goleiro uzbeque do Khujand, um dos times que entrará em campo neste fim de semana.
NM com Odia
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sábado, 4 de abril de 2020

Representante de clubes lamenta falta de acordo coletivo com jogadores

O presidente do Fluminense, Mario Bittencourt, que representa a Comissão Nacional dos Clubes (CNC), divulgou vídeo neste sábado (28), lamentando a falta de acordo entre clubes e jogadores sobre como proceder em meio à pandemia do novo coronavírus. Com as competições paralisadas, a CNC enviou duas propostas para a Federação Nacional dos Atletas Profissionais de Futebol (Fenapaf) que foram rejeitadas pelos atletas e pelos 21 sindicatos.
De acordo com o dirigente, a segunda proposição surgiu da reunião de cerca de 30 presidentes de clubes e a CBF, acerca de concessão de férias coletivas de 20 dias a todos os jogadores e a redução de 25% dos salários, enquanto os campeonatos estiverem suspensos.
“Nós optamos de forma unânime, por colocar todos os atletas e os departamentos de futebol em férias coletivas a partir do dia 1° de abril, garantindo a eles o que prevê a Medida Provisória 927 do Governo Federal e deixar que as negociações sigam individualmente, entre cada clube com seus atletas e com os sindicatos locais.”, disse Bittencourt.
A MP citada pelo porta-voz dos clubes, dispõe sobre as medidas trabalhistas que poderão ser adotadas pelos empregadores para preservar emprego e renda ao trabalhador, durante o estado de calamidade pública.
Negociações
O representante da CNC diz também que as diretorias seguem negociando com os jogadores e citou que o presidente do Fortaleza, Marcelo Paz, lhe telefonou e informou que o clube nordestino já negocia com os atletas individualmente.
“Até mesmo em razão do Brasil ser um país de dimensão continental, a gente acabou não conseguindo êxito em fazer um acordo com todos os jogadores, um acordo equânime. Entretanto, conseguimos algo que eu considero uma vitória dos clubes, que foi a união.”
Em relação ao calendário do futebol brasileiro, há o entendimento entre os clubes das séries A, B, C e D na preservação dos estaduais e na manutenção do formato de pontos corridos do Campeonato Brasileiro.
NM com Agência Brasil
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FAF diz que precisa de seis datas para concluir o Campeonato Alagoano

FOTO: ASCOM TJ/AL
A situação dos Campeonatos Estaduais em todo o Brasil é bastante complicada. Que o calendário do futebol brasileiro é apertado todo mundo sabe e, em 2020, mais um agravante "contribui" para tal: por conta da pandemia da Covid-19, todas as competições esportivas tiveram que ser interrompidas por tempo indeterminado, desde o último mês.
Em Alagoas, o Campeonato Estadual teve que ser paralisado na reta final da primeira fase, restavam a sétima e oitava rodadas, respectivamente. Inicialmente, a competição foi paralisada no dia 16 de março e teve duração de quinze dias. Ao final deste prazo, a paralisação foi ampliada até o dia 20 de abril.
Porém, de acordo com infectologistas o pico da pandemia no Brasil deverá acontecer entre os dias 25 e 30 de abril, tornando inviável o retorno do Alagoano na data prevista. Além disso, existe a possibilidade de que após as férias coletivas dos jogadores, iniciadas no dia 1º de abril e seguidas até, pelo menos, o dia 20 deste mês, aconteça uma inter temporada de 20 dias.
Com isso, a situação do Campeonato Alagoano se torna ainda mais difícil, pois o Campeonato Brasileiro está previsto para ter início no começo de maio.
Por causa disso, a preocupação é grande por parte da Federação Alagoana de Futebol (FAF). O diretor de competições da entidade, Luciano Sampaio, revelou que Alagoas precisa de um tempo determinado para realizar as duas últimas rodadas da fase inicial, além de semifinal, final, disputa de terceiro colocado e seletiva para a Copa do Brasil.
"A gente precisa de seis datas para terminar o Campeonato Estadual, estas seis datas nós conseguimos em três semanas. Mas precisamos saber quando o futebol vai voltar e, quando voltar, haverá seis datas para terminar o Estadual? Dependendo desta situação, veremos se conseguimos finalizar o Alagoano", disse o dirigente da FAF.
COMO FICA O ESTADUAL?
No caso de não haver disponibilidade nas datas, a entidade máxima do futebol alagoano deverá repensar maneiras para decidir dois pontos cruciais na competição: campeão e rebaixado.
A decisão sobre o rebaixamento deverá ser um problema ainda maior, já que no segundo semestre será realizado o Campeonato Alagoano da Segunda Divisão e o seu respectivo campeão carimba vaga na elite estadual em 2021. Com isso, todas as equipes terão que refazer planejamentos.
Quanto ao campeão, o Murici é o atual líder, com 12 pontos, mas com uma diferença de apenas dois pontos para CRB e CSA, segundo e terceiro colocados, respectivamente, ambos com dez pontos. Já para o quarto colocado, o CSE, são cinco pontos de diferença.
Diante de tudo isso, tem-se ainda mais a necessidade de decisões em campo para se dar o título do Estadual.
Outra situação que também deverá ser discutida é a terceira vaga alagoana na Copa do Brasil. De acordo com o regulamento, isto aconteceria numa disputa entre o campeão da Copa Alagoas, o ASA, e o terceiro colocado do Campeonato Alagoano. Na primeira fase, o terceiro colocado neste momento é o CSA.
NM com Jean Nascimento


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