Image Map

sábado, 28 de outubro de 2017

CRB perde para o Figueirense e cai uma posição na Série B: 3 a 1

FOTO: LUIZ HENRIQUE/FIGUEIRENSE FC
Precisando reagir na Série B para poder se distanciar da zona de rebaixamento, o CRB viveu uma noite infeliz nesta sexta-feira (27) ao ser derrotado pelo Figueirense, por 3 a 1, no Estádio Orlando Scarpelli, em Santa Catarina, pela 32ª rodada da competição nacional. Agora, já são quatro jogos seguidos do Galo sem conseguir vencer.
Com mais esta derrota, o time regatiano se complicou, descendo uma posição na tabela. Agora é o 16º colocado, somente uma posição à frente da zona da degola, com os mesmos 38 pontos. Já o Figueira passou para o 12º lugar, com 39.
Por sorte, o CRB não entra na zona de rebaixamento, ao menos nesta rodada, mesmo se o Luverdense (que entra em campo neste sábado) vencer o Santa Cruz no Recife. É que o time matogrossense, apesar dos 35 pontos, tem uma vitória a menos que o Galo.
Na próxima rodada, o Galo terá outra pedreira, já que vai encarar o líder Internacional, às 18h15 (de Alagoas) da próxima sexta-feira (03), no Beira-Rio, em Porto Alegre-RS. Já o Figueira vai enfrentar o Brasil-RS, no Orlando Scarpelli, no sábado, 4, às 15h30 (de Alagoas).
Para o duelo no Rio Grande do Sul, o CRB não terá Edson Ratinho, que recebeu o terceiro amarelo. Para compensar, o também lateral Diego, que cumpriu suspensão, volta a ficar à disposição.
Figueirense 3x1 CRB
Confira os gols da partida no Orlando Scarpelli!
O jogo
Nos minutos iniciais, o CRB esteve preso à marcação, com dificuldade para sair jogando. O time da casa, por sua vez, seguia com mais posse de bola, mas também tinha dificuldade para concluir em gol. Mas o primeiro lance de perigo foi do Figueira. Aos 22 min, Dudu cruzou fechado da direita e viu Jorge Henrique quase completar da pequena área com um carrinho.
O CRB melhorou em campo e respondeu aos 23 min. Danilo Pires foi acionado pela direita e cruzou rasteiro, mas Neto Baiano chegou atrasado e não conseguiu finalizar.
Aos 30 min, o Figueirense assustou de novo. Renan Mota soltou uma bomba da entrada da área e o goleiro Edson Kölln, no centro da barra, espalmou a bola, mandando para escanteio. 
O Galo passou a dar espaço ao adversário, que chegou mais uma vez na bola parada, mas, após cruzamento da direita, a defesa alvirrubra afastou o perigo pelo alto. E aos 35 min, o Figueira investiu de novo. João Paulo dominou no meio da rua e arriscou o chute, mas a bola, rasteira, passou perto do poste esquerdo de Kölln.
João Paulo disputa bola com Dudu: meia deu lugar a Chico no segundo tempo
FOTO: LUIZ HENRIQUE/FIGUEIRENSE FC











E para infelicidade do CRB, aos 44min, o árbitro Alberto Polleto Masseira (CBF-SP) marcou um pênalti - muito contestado - em favor do Figueirense. João Paulo cobrou, aos 46 min, e tocou no canto esquerdo. Kölln ainda foi na bola, mas não conseguiu pegar: 1 a 0.
"Acho que o árbitro errou. Ele acabou prejudicando a gente. Não foi pênalti", disse o atacante Neto Baiano, do CRB, no intervalo do jogo.
Goleiro falha
O 2º tempo mal começou e o que o CRB temia, aconteceu: o segundo gol do Figueira. Numa falha do goleiro Edson Kölln, que não segurou uma bola fácil, Jorge Henrique só precisou escorar cruzamento de cabeça, livre de marcação, aos 3 minutos: 2 a 0.
Após fazer o segundo gol, o Figueirense se recolheu e o Galo passou a se aproveitar para tentar diminuir a diferença. Para tal, o técnico regatiano promoveu duas mudanças de uma só vez no CRB, aos 15 min: colocou Chico e Tinga nos lugares de João Paulo Penha e Tony, respectivamente.
E aos 16min, o Galo teve uma boa chance. Após cruzamento da direita, Neto Baiano, no segundo pau, ajeitou de cabeça para quem vinha de trás, mas a zaga alvinegra afastou o perigo.
Já aos 25 min, após cobrança de falta pela direita, o zagueiro Naylhor se antecipou na pequena área ao goleiro Edson Kölln, que falhou mais uma vez, e o Figueirense ampliou: 3 a 0.
Mas o Galo, mesmo sem muita criatividade, conseguiu diminuir pouco depois, aos 28 min, na falha da zaga alvinegra. Flávio Boaventura pegou o rebote de cabeça, após cobrança de escanteio e Leandro Almeida tentou cortar, mas a bola explodiu no zagueiro Adalberto, acertando o canto direito de Saulo: 3 a 1.
Aos 36 min, o Figueirense ainda teve mais uma chance. João Paulo recebeu de Jorge Henrique pela esquerda e chutou cruzado, obrigando Kölln a saltar no canto esquerdo e fazer boa defesa, com a zaga regatiana afastando o perigo na sequência. 
O jogo ficou eletrizante no final e, aos 44 min, o time catarinense quase fez o quarto gol, com João Paulo, após falha de Fávio Boaventura, mas Edson Kölln se redimiu e fez grande defesa. 
Sem desistir, o Galo foi para o tudo ou nada, mas, como já não havia tempo, deixou o gramado com mais um revés.
Figueirense - Saulo; Dudu, Leandro Almeida, Naylhor e João Lucas; Zé Antonio, Dudu Vieira (Abuda), João Paulo e Renan Mota (Marco Antônio); Jorge Henrique e André Luis (Henan). Técnico: Milton Cruz.
CRB - Edson Kölln;  Edson Ratinho, Flávio Boaventura, Adalberto e Pedro Botelho; Olívio, Rodrigo Souza, Danilo Pires e João Paulo Penha (Chico); Tony (Tinga) e Neto Baiano (Zé Carlos). Técnico: Mazola Júnior.
NM com Fernanda Medeiros
Leia Mais ►

Kanxa é o novo fornecedor de material esportivo do ASA

A Kanxa é o novo fornecedor de material esportivo do ASA. Agora, o clube aguarda que o documento seja devolvido com firma reconhecida para oficializar o acerto, em substituição a Numer.
E a pré-temporada do elenco profissional está prevista para começar no dia 9 de dezembro, mesma data do sorteio de prêmios com o objetivo de injetar recursos extras no Gigante - a arrecadação será destinada às despesas do dia a dia do clube.
Serão sorteados dez prêmios: um automóvel 0km, uma moto modelo Honda Pop 100, três TVss de 40 polegadas, duas geladeiras, dois celulares e um notebook. Os bilhetes custam R$ 500,00.
Quanto a contratações, a direção alvinegra pretende anunciar os primeiros jogadores e membros da comissão técnica entre 10 e 15 de novembro.

Outra meta é buscar um entendimento com a Caixa Econômica Federal, a fim de que o clube consiga sua certidão negativa de débito.
Paralelamente, o clube negocia 16 das 91 causas trabalhistas. A próxima audiência será com o zagueiro Edson Veneno, que já demonstrou interesse em fazer acordo.
NM com Francisco Cardoso
Leia Mais ►

Arbitragem brasileira é a primeira da América do Sul a disponibilizar uma profissional de psicologia


A arbitragem brasileira é a primeira da América do Sul a disponibilizar uma profissional para trabalhar o fator psicológico de seus árbitros e assistentes. O bom desempenho dos nossos árbitros e arbitras também é resultado do trabalho desenvolvido com o pilar mental.
O trabalho desenvolvido pela psicóloga Marta Magalhães foi iniciado em 2004, no Sindicato dos Árbitros de São Paulo. Entre 2005 e 2006, foi feita uma transição para a CBF e, de 2007 em diante, passou a ser feito pela Entidade máxima do futebol brasileiro. Após a iniciativa da CBF, mais 15 Federações do país passaram a disponibilizar profissionais da psicologia para fornecerem suporte aos árbitros.
A psicologia da arbitragem na CBF foi iniciada com a instalação de quatro pilares. No físico, foi feito um apoio para a alteração na composição cognitiva, que exigia uma metodologia diferente e um treinamento mais elaborado. O trabalho mental entrou para auxiliar o psicofísico. Na parte técnica o suporte alimentou os planos de trabalho para preparação dos jogos. Este acompanhamento passou a ser feito, juntamente com o levantamento de perfis no quesito atenção e concentração. Em paralelo, foi desenvolvida a preparação mental para as questões técnicas, físicas e sociais. O pilar social trouxe um cuidado com a parte ética e a criação de momentos de integração. Ao final de cada curso criou-se um espaço para a psicodramatização, onde o árbitro tem a oportunidade de expressar sensações e percepções da realidade de sua vida e da modalidade em que está inserido.
– As modalidades que têm psicólogos do esporte trabalhando junto com a sua comissão técnica têm tido bons resultados. Este trabalho em conjunto, a interdisciplinaridade dos pilares, resulta no sucesso. A inserção do pilar mental e do psicólogo do esporte, dentro das modalidades e das federações, é uma questão temporal, de necessidade. Devido a reação de velocidade do jogador de futebol de hoje, temos carência de uma preparação psicológica mais apurada – afirma Marta Magalhães.
Durante a abertura do IV Curso RAP-FIFA Feminino, na cidade de Águas de Lindóia (SP), a peruana Ana Perez, instrutora técnica da FIFA, fez questão de exaltar esta iniciativa. Ana Perez, que tanto elogiou o fato de a Comissão de Arbitragem da CBF disponibilizar uma psicóloga aos árbitros, explica porque enxerga uma grande importância neste quesito. A instrutora da FIFA  acredita que a iniciativa traz um ganho enorme na concentração.
– Tenho que parabenizar a comissão de árbitros do Brasil, porque há muitos anos estão se preocupando com o desenvolvimento integral do árbitro como pessoa. Primeiro desenvolver o aspecto técnico, para corresponder as regras do jogo. O físico vem na sequência, pois a carreira exige isto. E finalmente a área psicológica. Existem situações durante o jogo em que o árbitro tem de aprender a enfrentar e superar, como um erro, e não ficar com ele na cabeça. Há uma pressão enorme no ambiente de uma partida. Um grande estádio, com muita gente na arquibancada, jogadores reclamando… E para que o árbitro possa enfrentar estas situações, é necessário um psicólogo – acrescentou.
A Comissão de Arbitragem da CBF tem ainda um trabalho de reabilitação mental para árbitros lesionados, que consiste em um acompanhamento psicológico até que consigam voltar ao campo de jogo. Os que vivem longe e não conseguem estar com a Dr. Marta Magalhães, sendo no consultório ou em cursos, recebem orientações via chamada de vídeo.
Foram criados também os grupos de pertencimento, para pessoas que tenham interesses em comum. São passadas algumas atividades, como por exemplo filmes, análises de partidas, entre outros, e depois é promovida uma roda de discussão. O resultado gera um relatório mensal dos grupos e das planilhas de treinamento. É importante destacar também que cada árbitro responde, logo após a partida em que atua, uma auto-avaliação de desempenho psicológico e uma escala de sensação após completar uma sequência de três jogos. Este material é analisado pela Dr. Marta Magalhães e é feita uma devolutiva aos respectivos autores. A tabulação das Séries A e B auxilia a Dr. Marta e as psicólogas Camila Mota, de Goiás, e Daniela Santos, de Alagoas. As demais profissionais das outras federações participantes tabulam as Séries C e D.
Também são utilizadas algumas avaliações psicométricas, como D2, atenção concentrada, dividida, alternada, teste de personalidade, aplicação de biofeedback, entre outros. Em breve, será realizado um investimento em neurofeedback.
NM com site da ANAF
Leia Mais ►

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Torcida azulina faz fila para foto com taça de campeão brasileiro

FOTO:AILTON CRUZ
Desde a manhã desta quarta-feira (25) que o torcedor azulino faz a festa no Maceió Shopping, em Mangabeiras, onde a taça de campeão brasileiro da Série C, conquistada pelo CSA no último sábado, no Estádio Rei Pelé, é exposta. E não são poucos os que, diante do cobiçado troféu, não perderam a oportunidade de fazer seu registro, seja com foto ou vídeo, posando com o símbolo do título inédito para o futebol de Alagoas.
A taça está no primeiro piso do centro de compras, em frente às salas de cinema, até as 22h desta quarta. Um dos que já foram ao shopping para agarrar a taça é o pintor Daniel Nobre, de 37 anos. Ele conversou com a reportagem da Gazetaweb e afirmou que Alagoas vive um momento histórico no futebol. "Estou muito orgulhoso do meu estado e, principalmente, do CSA. Por isso, vim ver de perto esta linda taça e registrar este momento para sempre em minha vida", afirmou.
E os torcedores também se aglomeraram no Quiosque do Azulão, instalado no mesmo shopping, a fim de adquirir produtos do clube. Com um sorriso no rosto, Flávio Sena, de 26 anos, disse ter um motivo especial para comprar uma camisa do campeão brasileiro.
- A gente está vivendo um momento maravilhoso. Graças ao nosso presidente Rafael Tenório, nós conseguimos sair deste jejum de títulos que já durava 9 anos. Por isso, vim comprar uma camisa para mandar bordar a estrelinha dourada no peito.

Torcedor azulino posa para foto com a taça em shopping da capital
FOTO: AILTON CRUZ/GAZETA DE ALAGOAS











E o denominado "Tour da Taça" também deverá ganhar outras cidades, como Rio Largo, Murici, Marechal Deodoro, Pilar e Boca da Mata, como explica o coordenador do sócio torcedor, Leonarlly Ricitelly.
- Nós queremos levar toda essa estrutura para as cidades do interior do estado, onde temos um número de sócios expressivos, a fim de que eles também possam chegar perto do troféu e, quem sabe, conseguir mais associados para o clube.
Até as 16h desta quarta-feira, cerca de 60 torcedores já haviam procurado o clube para realizar pagamentos, negociação de dívidas e cadastros no programa de sócio do CSA.
Leia Mais ►

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Parabéns ANAF: 20 anos de muitas conquistas


20 anos de atuação em favor da arbitragem. Comemoramos neste dia 26 de outubro o aniversário de fundação da ANAF, a associação nacional dos árbitros de futebol que ao longo de duas décadas consolidou-se como a principal referência da categoria em termos de representação e luta.
Mas para chegar aos 20 anos na plenitude de suas atividades, a ANAF passou por muitas dificuldades e obstáculos. O primeiro agradecimento deve ser feito aos fundadores da entidade, que em tempos difíceis, conseguiram superar as diferenças e uniram forças para iniciar o projeto.
Os primeiros a aderir a causa por uma arbitragem mais forte e unida deram os passos iniciais. Registram a entidade que passou a representar legalmente os árbitros do Brasil.
Era preciso, entretanto, somar todas as forças e unificar as bandeiras. Os sindicatos estaduais e associações aderiram ao movimento.
Paralelamente, as finanças da entidade foram organizadas. A ANAF passou a contar com uma sede própria, com endereço e CNPJ registrado. Diversos congressos e eventos serviram para aproximar os estados brasileiros e discutir pautas de interesse comum.
Com uma entidade fortalecida, vieram as primeiras vitorias, como a aprovação da lei da profissionalização. A ANAF conquistou vagas nos tribunais e nos principais fóruns de discussão das políticas do esporte. As entidades que organizam o futebol conheceram e atenderam muitas reivindicações, especialmente a questão das taxas de arbitragem, condições de trabalho e formação profissional. Reconhecemos que de tidas as nossas reivindicações, ainda falta muito para ser atendido. Mas avanços foram registrados neste sentido.
Pela primeira vez na história do futebol brasileiro passou-se a discutir o direito de imagem. Em competições nacionais e estaduais, começou-se a pagar este justo direito.
O fim dos sorteios – prática tão contestada entre os árbitros brasileiros – foi decretado em diversos estados e especialmente na Primeira Liga, cuja arbitragem foi designada de forma independente pela ANAF por meio de audiências públicas.
Devemos, então, exaltar a nossa entidade, a associação dos árbitros do Brasil, as nossas vitórias e as nossas lutas, de modo a fortalecer a arbitragem e a ANAF como legítima representante da categoria que ainda tem muito o que conquistar nos próximos 20 anos.
Viva a arbitragem brasileira!
Viva a ANAF!

NM com site da ANAF
Leia Mais ►