Image Map

quinta-feira, 16 de março de 2017

CRB e Caixa firmam contrato para mais um ano de parceria


O Clube de Regatas Brasil e a Caixa Econômica firmaram, na manhã desta quinta-feira (16), o contrato que garante mais um ano de parceria entre as duas instituições. Até março de 2017, o Galo contará com o patrocínio máster da Caixa, que segue apoiando os grandes clubes brasileiros.
Segundo o presidente Marcos Barbosa, somente um clube estruturado, sem dívidas e que figura entre os melhores do Brasil pode ter a possibilidade de contar com um patrocinador do porte da Caixa Econômica.
"Estamos muito felizes em renovar o patrocínio por mais um ano. É a prova do conceito que o CRB tem perante uma das maiores instituições do país. Isso nos dá mais ânimo para fazer de 2017 um ano ainda melhor que 2016. O torcedor pode confiar. Vamos continuar trabalhando forte para alcançar todos os nossos objetivos", disse ele.
Para o superintendente da Caixa em Alagoas, Kleber Coelho da Paz, o CRB reúne, com louvor, todas as condições para estar entre os clubes patrocinados pela instituição. Segundo ele, esta é uma parceria "que se solidifica a cada ano que passa".
"Estamos muito felizes com a renovação com o CRB, que tem sido um grande parceiro da Caixa. Vamos torcer para que este ano seja ainda mais glorioso e que, ao final de 2017, possamos estar comemorando o acesso para a Série A", afirmou.
Novidades
O novo contrato vai até março de 2018 e, além da renovação do patrocínio máster, CRB e Caixa fecharam também novas parcerias, igualmente importantes para o clube: os seguros patrimonial (para o CT Presidente Marcos Barbosa) e pessoal (para os funcionários efetivos do clube).
O seguro patrimonial, no valor de cinco milhões de reais, protege o CT Ninho do Galo de uma série de acidentes, proporcionando segurança ao maior patrimônio do clube.
Já os funcionários efetivos do Galo passam a contar, a partir de agora, com um seguro que os protege de qualquer acidente dentro das instalações do clube ou quando estiverem trabalhando em prol do CRB.


Para Barbosa, a aquisição destes seguros reforça a solidez da parceria com a Caixa. "A Caixa tem sido um parceiro fantástico. Aproveitamos a reunião para selar mais um ano do patrocínio e firmamos a aquisição destes dois seguros, que são fundamentais para que todos possam trabalhar com ainda mais tranquilidade. Agora, nosso Centro de Treinamento está seguro contra qualquer fatalidade. É isso que me deixa muito realizado. Vamos continuar transformando o CRB no clube dos nossos sonhos, deixando nossa torcida ainda mais feliz, o que também é uma especialidade da nossa administração. A nação pode confiar. Vamos fazer de 2017 um ano especial", emendou.
NM com Assessoria do CRB
Leia Mais ►

Marta obtém nacionalidade sueca e pretende morar no país ao fim da carreira

Grande estrela do futebol feminino brasileiro, Marta agora é também sueca. A cinco vezes eleita melhor do mundo conseguiu seu passaporte sueco na terça-feira, depois de dez anos de residência no país escandinavo. 

A jogadora continuará, contudo, atuando pela seleção do Brasil, normalmente.

"Quero poder viver a longo prazo na Suécia. Eu gosto de tudo na Suécia e agora terei a possibilidade de continuar vivendo aqui quando encerrar minha carreira", afirmou Marta ao jornal "Sydsvenskan".

A craque de 31 anos deixou o Brasil muito jovem, em 2004, para jogar em Umeå. Sem considerar os pequenos intervalos em que atuou nos Estados Unidos e no Brasil, Marta disputou dez temporadas na Suécia, e está pronta para a 11ª com o Rosengård, clube de Malmo, que defende desde 2014.

"Me sinto sueca também. Estou super feliz de ter feito agora", disse ela, em referência a ter obtido o passaporte sueco, exibindo o documento de naturalização, com data de 9 de março, ao jornal.

Em 2015, durante a Copa do Mundo feminina no Canadá, Marta havia falado ao espnW sobre o desejo de obter o passaporte sueco. "Eu considero como a minha segunda casa, então é uma opção que eu tenho de talvez morar na Suécia quando parar de jogar", disse. "Preciso destas duas opções."

Apesar da novidade, Marta mantém a nacionalidade brasileira e nunca vestirá a camisa da Suécia no futebol. "Não pode, nem quer mudar de seleção nacional", publicou o "Sydsvenskan".

NM com ESPN
Leia Mais ►

Com força máxima, ASA recebe o Paraná em duelo pela Copa do Brasil

O ASA volta a campo na noite desta quinta-feira (16) para novo compromisso pela Copa do Brasil. Diante de seu torcedor, o Alvinegro vai encarar o Paraná, a partir das 21h30, no Estádio Coaracy da Mata Fonseca, em Arapiraca. É o primeiro dos dois jogos pela terceira fase da competição.
O técnico Maurílio Silva fez mistério, mas o Gigante deve ir para o desafio com força máxima. Nessa quarta-feira (15), ele comandou o treino da equipe com portões fechados, ajustando os últimos detalhes para o duelo com promessa de bom público - a direção alvinegra estendeu promoção para lotar o estádio.
Diferentemente das duas primeiras fases, a segunda partida vai acontecer, ainda que o ASA vença por qualquer placar. Por isso, Maurílio Silva escondeu as atividades no Fumeirão, dada a importância da decisão de 180 minutos.
Ele deve ter todos os atletas à disposição. A exceção fica por conta do meia Nata, que não vem sendo utilizado, pois, segue no departamento médico. Uma provável formação do Fantasma para enfrentar o Tricolor nesta noite tem Cetin; Douglas Gonçalves, Eron, André Lima e Airton; Mazinho, Gaspar (Diego Goes), Leanderson, Doda (Júnior Mandacaru) e Téssio (Jefferson Baiano); Leandro Kível. 
Já o adversário do representante alagoano também prega respeito ao rival, lembrando o fato de o Alvinegro já ter eliminado, nesta mesma edição de Copa do Brasil, outra equipe paranaense - derrota por 2x0 em pleno Couto Pereira, o Coritiba deu adeus à competição ainda na segunda fase. 
O técnico Wagner Lopes - cujo time sofreu apenas cinco gols em 12 partidas - deve mandar a campo a seguinte formação: Léo; Júnior, Airton, Eduardo Brock e Igor; Gabriel Dias, Alex Santana, Matheus Carvalho, Guilherme Biteco (Jonas Pessalli) e Diego Tavares; Ítalo. 
Para esta partida, o trio de arbitragem é de Minas Gerais. Emerson de Almeida Ferreira vai apitar o jogo, sendo auxiliado por Guilherme Dias Camilo e Marcus Vinicius Gomes.
NM com Marcio Chagas
Leia Mais ►

CSA bate o Coruripe por 3 a 0 e volta a liderar seu grupo no Alagoano

Foto :Ailton Cruz
Com o placar construído no 1º tempo, o CSA derrotou o Coruripe por 3x0 e retomou a liderança do grupo B do Campeonato Alagoano, agora com 23 pontos. A partida, disputada na noite desta quarta-feira no Estádio Rei Pelé, foi mais uma com portões fechados como sequência da punição imposta pelo STJD ao Azulão.
A sétima vitória azulina no Estadual 2017 começou aos 5 minutos, com mais um gol assinalado pelo volante Everton Heleno, que se isola mais ainda na artilharia com oito gols. Complementar o resultado o atacante Luís Soares e o zagueiro Thales.
Na próxima rodada, a que vai encerrar a fase classificatória, o CSA vai disputar mais um clássico com o CRB, enquanto que o Coruripe receberá a visita do ASA. Estes jogos estão programados para o dia 26. Detalhe que com esta derrota o Hulk já não tem mais nenhuma chance de classificação, pois com 5 pontos só pode chegar a 8, enquanto que o terceiro colocado da chave A - CEO - já soma 9 pontos. Portanto, o Coruripe já está no quadrangular da permanência, que também vai apontar quem cai para o 2ª divisão em 2018.
Como foi
O treinador Oliveira Canindé decidiu repetir o time que começou o clássico de domingo passado. E deu certo já de cara porque assim que a bola rolou o atacante Jacó sofreu pênalti. Volante Everton Heleno foi para a cobrança e aos 5 minutos fez seu oitavo gol no campeonato.

Time do Coruripe foi totalmente envolvido pelo CSA no Trapichão
FOTO: AILTON CRUZ/GAZETA DE ALAGOAS
O CSA imprimiu ritmo forte e quem ditou o jogo foi o meia Daniel Costa. Aos 19 minutos ele tabelou com Jacó e este só não fez o gol porque goleiro Igor se esticou e espalmou para escanteio. Um minuto após, na cobrança do corner, Daniel Costa levantou a bola para a área do Coruripe e o atacante Luís Soares escorou de cabeça para ampliar.
Aos 23 minutos, jogando em velocidade, o CSA quase chegou ao terceiro. Atacante Jacó passou pelo zagueiro Daciel, mas na finalização a bola esbarrou na trave do Hulk e ninguém chegou para aproveitar o rebote.
O Azulão definiu o placar aos 34 minutos. Meia Daniel Costa cobrou outro escanteio e agora quem apareceu livre de marcação para balançar a rede adversária foi o zagueiro Thales.
O Coruripe, perdido em campo, quase sofre o gol logo em seguida, com a chegada de surpresa do volante Dawhan, só que agora arqueiro Igor praticou grande defesa.
No 2º tempo o CSA diminuiu o ritmo, mas não abdicou de atacar. Em alguns momentos o Coruripe até tentou, porém mais por conta de vacilo da defesa azulina, como em uma falha do zagueiro Douglas aos 3 minutos, mas que o atacante Diego Renato não aproveitou porque errou no momento da finalização.
Apesar de agora impor um ritmo mais cadenciado, o CSA teve sempre o domínio das ações e esteve mais perto do quarto gol do que o Coruripe do gol de honra. Um bom momento do azulão no 2º tempo foi aos 8 minutos, quando o atacante chegou finalizando, mas a bola atingiu o lado de fora da rede do Coruripe. Outro foi aos 28 minutos, quando Daniel Costa deixou mais um companheiro na cara do gol. Agora quem recebeu o passe foi Cleyton, substituto de Luís Soares. Mas goleiro Igor cresceu, evitando o quatro gol azulino.

Meia Daniel Costa ditou o ritmo de mais uma partida sem público
FOTO: AILTON CRUZ
Dois minutos antes o Hulk tentou surpreender com o meia Thiago Dias, que percebeu Mota adiantado e tentou fazer por cobertura da intermediária. Mas goleiro do CSA, atento, evitou o gol do Coruripe defendendo sem dar rebote.
Quando o jogo ia entrando nos acréscimos, Cleyton chegou finalizando, mas a bola resvalou na defesa do Coruripe em mais um escanteio para o CSA. Foi a última real chance de gol na partida, que não tevé sucesso. Final de jogo 3 a 0 Azulão. 
NM com Gazetaweb 
Leia Mais ►

quarta-feira, 15 de março de 2017

Dos 68 times da Série D do Brasileiro 2017, apenas nove são estreantes

Criada em 2009, a Série D do Campeonato Brasileiro conta, pelo segundo ano consecutivo, com 68 equipes. Dessas, apenas nove nunca disputaram a competição. São elas: Portuguesa-SP,
América-RN, XV de Piracicaba-SP, São Bernardo-SP, Bangu-RJ, Cordino-MA, Jacobina-BA, Tocantins de Miracema-TO e Fast-AM. 
O número elevado de estreantes de São Paulo (3) é justificado pelo novo formato da disputa, que abriu vagas para quatro clubes da Federação Paulista de Futebol, além da rebaixada Lusa e do campeão da Copa Paulista, Nhô Quim. Portuguesa e Dragão são os únicos que participaram de pelo menos uma edição da Série A no século 21. O Mecão caiu em 2007, e a Lusa em 2013, em caso polêmico.
Tigre do ABC, Onça e Jegue da Chapada, fundados em 2004, 2010 e 1993, respectivamente, competem pela primeira vez na história em uma edição de Campeonato Brasileiro. O centenário Bangu-RJ, além do Fast-AM, que viveu um jejum de 45 anos sem título e é o único entre os oito que conquistou o estadual de 2016, já sentiram o ''gostinho'', mas há tempos distantes.
Header_Portuguesa_690 (Foto: Arte Esporte)

Se a Portuguesa nunca disputou a Série D, em compensação não faltam participações em divisões superiores. No entanto, a equipe vem em queda livre desde 2013, após o polêmico caso de Hevérton e rebaixamento à Série B nos tribunais. Desde então, foram três quedas em um período de quatro anos. Em 2014, o time caiu da Série B à Série C. 
Depois de se manter na terceira divisão em 2015, na temporada passada o time sucumbiu, novamente, e disputará pela primeira vez a quarta divisão. Para piorar, em 2018 a equipe pode ficar sem divisão. Basta não obter o acesso, visto que a equipe disputa a Série A2 do Paulista e não há maneiras de obter a vaga pelo estadual. 
Header América-RN (Foto: Editoria de Arte)

Em 2004, o Dragão estava na Série C. Dois anos depois, em uma arrancada histórica, o Mecão obteve o acesso à elite nacional. Não por muito tempo. Foi em 2007 que a crise se instalou no time potiguar. Meses depois de perder o título estadual para o ABC, a equipe foi rebaixada à segunda divisão do Brasileiro com a pior campanha na era dos pontos corridos (17 pontos). Na Série B, o time flertou com o rebaixamento por duas temporadas consecutivas, até que, enfim, sucumbiu em 2010. 
Em 2011, retornou a Série B. Depois, novamente, foi vítima de quedas. Em 2014 foi rebaixado à Série C, onde, diferentemente da última vez, permaneceu no fim da temporada de 2015. No ano passado, em nova campanha ruim, o América-RN caiu de forma inédita à Série D do Brasileirão.
Header_XV-Piracicaba (Foto: Infoesporte)
Com o título da Copa Paulista do ano passado, o XV garantiu o retorno para uma competição nacional exatamente 14 anos depois de sua última participação, na Série C. É um novo começo para o clube, que conta com participações nas Séries A (3), B (12) e C (3) do Campeonato Brasileiro, incluindo um título da terceira divisão, em 1995. Para o retorno, o clube estruturou-se de forma financeira, pagando as dívidas e que surge pronto para voltar com estilo ao cenário nacional. 
Header bangu Copa Rio (Foto: Editoria de Arte)

Essa é a primeira vez do Alvirrubro na quarta divisão, mas a estreia poderia ter sido realizada logo em 2009, quando a competição foi fundada. Depois de um péssimo início no Carioca, o time se recuperou na reta final da Taça Guanabara e da Taça Rio, terminando na sexta colocação geral, o suficiente para obter a vaga nacional. No entanto, o clube, devido a dificuldades financeiras, abriu mão de disputar o torneio. 
Se em 2009, a equipe conquistou a vaga no campo, mas desistiu, em 2016 o espaço foi garantido nos ''bastidores. A equipe foi beneficiada após a classificação do Volta Redonda a Série C.
Header_São-Bernardo_690 (Foto: Arte Esporte)


Em 2016, após um início ruim, a equipe se mostrou extremamente competitiva e alcançou, pela primeira vez na história, as quartas de final do Campeonato Paulista. Mesmo sendo eliminado diante do Palmeiras naquela altura, a vaga inédita nas quartas gerou outro feito histórico: um lugar garantido na Série D do Campeonato Brasileiro em 2017. 
Essa é a primeira participação da equipe em uma competição nacional. Fundada em 2004, o time soma, inclusive, um título da Copa Paulista e outro da Série A2 do estadual de São Paulo. O Bernô segue na divisão principal do Campeonato Paulista desde 2014.
Header_FAST (Foto: Infoesporte)


Fundado em 1930, o Rolo Compressor, antes de ser campeão estadual em 2016 e garantir o retorno a uma edição de Campeonato Brasileiro, estava há 45 anos sem conquistar qualquer título de expressão. A equipe não disputava uma competição nacional desde 2008, quando competiu na Série C. As últimas participações na Série A e B foram nos anos de 1979 e 1982, respectivamente. Eliminado da Copa do Brasil deste ano, após empate em 1 a 1 contra o Vila Nova-MG, o time soma 6 participações na disputa.
Header_Cordino_690 (Foto: Arte Esporte)
O Cordino é o caçula entre os estreantes. Fundado apenas em 2010, há sete anos, a equipe de Maranhão realizou uma excelente campanha no estadual do ano passado, terminando na 4ª colocação geral, atrás apenas das duas forças do estado: Moto Club e Sampaio Corrêa, ambos atualmente na Série C. O Moto obteve acesso, em 2016, e o Sampaio foi rebaixado, no mesmo ano. Como o Maranhão, com a nova regra da CBF, ganhou direito a duas vagas na quarta divisão, a equipe vai disputar a Série D pela primeira vez na história.
Headers Campeonato Baiano Jacobina (Foto: Editoria de arte)
O Jegue da Chapada não é tão recente quando o Cordino, mas também é um dos caçulas do futebol baiano. Apesar da eliminação nas quartas de final do campeonato estadual do ano passado, o Jacobina garantiu uma das três vagas na Série D - ao lado do algoz Juazeirense e Fluminense de Feira, que alcançaram as semifinais - pelo 5º lugar geral e graças, também, as três vagas cedidas a Federação Baiana de Futebol. O campeão Vitória, e vice Bahia, não contam, pois estão na Série A. 
Header Tocantins de Miracema (Foto: Editoria de Arte)
Com 24 anos de existência, essa será a primeira vez que o Tocantins de Miracema disputará a quarta divisão brasileira. A equipe conseguiu a classificação para a Série D deste ano após ter consegueguido ótima campanha no Campeonato Tocantinense do ano passado. Terminou na segunda colocação, após perder a final para o Gurupi. O Tecão Maravilha tem sua sede na cidade de Miracena do Tocantins, localizada a 74 quilômetros de Palmas.
Leia Mais ►