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quinta-feira, 16 de março de 2017

CSA bate o Coruripe por 3 a 0 e volta a liderar seu grupo no Alagoano

Foto :Ailton Cruz
Com o placar construído no 1º tempo, o CSA derrotou o Coruripe por 3x0 e retomou a liderança do grupo B do Campeonato Alagoano, agora com 23 pontos. A partida, disputada na noite desta quarta-feira no Estádio Rei Pelé, foi mais uma com portões fechados como sequência da punição imposta pelo STJD ao Azulão.
A sétima vitória azulina no Estadual 2017 começou aos 5 minutos, com mais um gol assinalado pelo volante Everton Heleno, que se isola mais ainda na artilharia com oito gols. Complementar o resultado o atacante Luís Soares e o zagueiro Thales.
Na próxima rodada, a que vai encerrar a fase classificatória, o CSA vai disputar mais um clássico com o CRB, enquanto que o Coruripe receberá a visita do ASA. Estes jogos estão programados para o dia 26. Detalhe que com esta derrota o Hulk já não tem mais nenhuma chance de classificação, pois com 5 pontos só pode chegar a 8, enquanto que o terceiro colocado da chave A - CEO - já soma 9 pontos. Portanto, o Coruripe já está no quadrangular da permanência, que também vai apontar quem cai para o 2ª divisão em 2018.
Como foi
O treinador Oliveira Canindé decidiu repetir o time que começou o clássico de domingo passado. E deu certo já de cara porque assim que a bola rolou o atacante Jacó sofreu pênalti. Volante Everton Heleno foi para a cobrança e aos 5 minutos fez seu oitavo gol no campeonato.

Time do Coruripe foi totalmente envolvido pelo CSA no Trapichão
FOTO: AILTON CRUZ/GAZETA DE ALAGOAS
O CSA imprimiu ritmo forte e quem ditou o jogo foi o meia Daniel Costa. Aos 19 minutos ele tabelou com Jacó e este só não fez o gol porque goleiro Igor se esticou e espalmou para escanteio. Um minuto após, na cobrança do corner, Daniel Costa levantou a bola para a área do Coruripe e o atacante Luís Soares escorou de cabeça para ampliar.
Aos 23 minutos, jogando em velocidade, o CSA quase chegou ao terceiro. Atacante Jacó passou pelo zagueiro Daciel, mas na finalização a bola esbarrou na trave do Hulk e ninguém chegou para aproveitar o rebote.
O Azulão definiu o placar aos 34 minutos. Meia Daniel Costa cobrou outro escanteio e agora quem apareceu livre de marcação para balançar a rede adversária foi o zagueiro Thales.
O Coruripe, perdido em campo, quase sofre o gol logo em seguida, com a chegada de surpresa do volante Dawhan, só que agora arqueiro Igor praticou grande defesa.
No 2º tempo o CSA diminuiu o ritmo, mas não abdicou de atacar. Em alguns momentos o Coruripe até tentou, porém mais por conta de vacilo da defesa azulina, como em uma falha do zagueiro Douglas aos 3 minutos, mas que o atacante Diego Renato não aproveitou porque errou no momento da finalização.
Apesar de agora impor um ritmo mais cadenciado, o CSA teve sempre o domínio das ações e esteve mais perto do quarto gol do que o Coruripe do gol de honra. Um bom momento do azulão no 2º tempo foi aos 8 minutos, quando o atacante chegou finalizando, mas a bola atingiu o lado de fora da rede do Coruripe. Outro foi aos 28 minutos, quando Daniel Costa deixou mais um companheiro na cara do gol. Agora quem recebeu o passe foi Cleyton, substituto de Luís Soares. Mas goleiro Igor cresceu, evitando o quatro gol azulino.

Meia Daniel Costa ditou o ritmo de mais uma partida sem público
FOTO: AILTON CRUZ
Dois minutos antes o Hulk tentou surpreender com o meia Thiago Dias, que percebeu Mota adiantado e tentou fazer por cobertura da intermediária. Mas goleiro do CSA, atento, evitou o gol do Coruripe defendendo sem dar rebote.
Quando o jogo ia entrando nos acréscimos, Cleyton chegou finalizando, mas a bola resvalou na defesa do Coruripe em mais um escanteio para o CSA. Foi a última real chance de gol na partida, que não tevé sucesso. Final de jogo 3 a 0 Azulão. 
NM com Gazetaweb 
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quarta-feira, 15 de março de 2017

Dos 68 times da Série D do Brasileiro 2017, apenas nove são estreantes

Criada em 2009, a Série D do Campeonato Brasileiro conta, pelo segundo ano consecutivo, com 68 equipes. Dessas, apenas nove nunca disputaram a competição. São elas: Portuguesa-SP,
América-RN, XV de Piracicaba-SP, São Bernardo-SP, Bangu-RJ, Cordino-MA, Jacobina-BA, Tocantins de Miracema-TO e Fast-AM. 
O número elevado de estreantes de São Paulo (3) é justificado pelo novo formato da disputa, que abriu vagas para quatro clubes da Federação Paulista de Futebol, além da rebaixada Lusa e do campeão da Copa Paulista, Nhô Quim. Portuguesa e Dragão são os únicos que participaram de pelo menos uma edição da Série A no século 21. O Mecão caiu em 2007, e a Lusa em 2013, em caso polêmico.
Tigre do ABC, Onça e Jegue da Chapada, fundados em 2004, 2010 e 1993, respectivamente, competem pela primeira vez na história em uma edição de Campeonato Brasileiro. O centenário Bangu-RJ, além do Fast-AM, que viveu um jejum de 45 anos sem título e é o único entre os oito que conquistou o estadual de 2016, já sentiram o ''gostinho'', mas há tempos distantes.
Header_Portuguesa_690 (Foto: Arte Esporte)

Se a Portuguesa nunca disputou a Série D, em compensação não faltam participações em divisões superiores. No entanto, a equipe vem em queda livre desde 2013, após o polêmico caso de Hevérton e rebaixamento à Série B nos tribunais. Desde então, foram três quedas em um período de quatro anos. Em 2014, o time caiu da Série B à Série C. 
Depois de se manter na terceira divisão em 2015, na temporada passada o time sucumbiu, novamente, e disputará pela primeira vez a quarta divisão. Para piorar, em 2018 a equipe pode ficar sem divisão. Basta não obter o acesso, visto que a equipe disputa a Série A2 do Paulista e não há maneiras de obter a vaga pelo estadual. 
Header América-RN (Foto: Editoria de Arte)

Em 2004, o Dragão estava na Série C. Dois anos depois, em uma arrancada histórica, o Mecão obteve o acesso à elite nacional. Não por muito tempo. Foi em 2007 que a crise se instalou no time potiguar. Meses depois de perder o título estadual para o ABC, a equipe foi rebaixada à segunda divisão do Brasileiro com a pior campanha na era dos pontos corridos (17 pontos). Na Série B, o time flertou com o rebaixamento por duas temporadas consecutivas, até que, enfim, sucumbiu em 2010. 
Em 2011, retornou a Série B. Depois, novamente, foi vítima de quedas. Em 2014 foi rebaixado à Série C, onde, diferentemente da última vez, permaneceu no fim da temporada de 2015. No ano passado, em nova campanha ruim, o América-RN caiu de forma inédita à Série D do Brasileirão.
Header_XV-Piracicaba (Foto: Infoesporte)
Com o título da Copa Paulista do ano passado, o XV garantiu o retorno para uma competição nacional exatamente 14 anos depois de sua última participação, na Série C. É um novo começo para o clube, que conta com participações nas Séries A (3), B (12) e C (3) do Campeonato Brasileiro, incluindo um título da terceira divisão, em 1995. Para o retorno, o clube estruturou-se de forma financeira, pagando as dívidas e que surge pronto para voltar com estilo ao cenário nacional. 
Header bangu Copa Rio (Foto: Editoria de Arte)

Essa é a primeira vez do Alvirrubro na quarta divisão, mas a estreia poderia ter sido realizada logo em 2009, quando a competição foi fundada. Depois de um péssimo início no Carioca, o time se recuperou na reta final da Taça Guanabara e da Taça Rio, terminando na sexta colocação geral, o suficiente para obter a vaga nacional. No entanto, o clube, devido a dificuldades financeiras, abriu mão de disputar o torneio. 
Se em 2009, a equipe conquistou a vaga no campo, mas desistiu, em 2016 o espaço foi garantido nos ''bastidores. A equipe foi beneficiada após a classificação do Volta Redonda a Série C.
Header_São-Bernardo_690 (Foto: Arte Esporte)


Em 2016, após um início ruim, a equipe se mostrou extremamente competitiva e alcançou, pela primeira vez na história, as quartas de final do Campeonato Paulista. Mesmo sendo eliminado diante do Palmeiras naquela altura, a vaga inédita nas quartas gerou outro feito histórico: um lugar garantido na Série D do Campeonato Brasileiro em 2017. 
Essa é a primeira participação da equipe em uma competição nacional. Fundada em 2004, o time soma, inclusive, um título da Copa Paulista e outro da Série A2 do estadual de São Paulo. O Bernô segue na divisão principal do Campeonato Paulista desde 2014.
Header_FAST (Foto: Infoesporte)


Fundado em 1930, o Rolo Compressor, antes de ser campeão estadual em 2016 e garantir o retorno a uma edição de Campeonato Brasileiro, estava há 45 anos sem conquistar qualquer título de expressão. A equipe não disputava uma competição nacional desde 2008, quando competiu na Série C. As últimas participações na Série A e B foram nos anos de 1979 e 1982, respectivamente. Eliminado da Copa do Brasil deste ano, após empate em 1 a 1 contra o Vila Nova-MG, o time soma 6 participações na disputa.
Header_Cordino_690 (Foto: Arte Esporte)
O Cordino é o caçula entre os estreantes. Fundado apenas em 2010, há sete anos, a equipe de Maranhão realizou uma excelente campanha no estadual do ano passado, terminando na 4ª colocação geral, atrás apenas das duas forças do estado: Moto Club e Sampaio Corrêa, ambos atualmente na Série C. O Moto obteve acesso, em 2016, e o Sampaio foi rebaixado, no mesmo ano. Como o Maranhão, com a nova regra da CBF, ganhou direito a duas vagas na quarta divisão, a equipe vai disputar a Série D pela primeira vez na história.
Headers Campeonato Baiano Jacobina (Foto: Editoria de arte)
O Jegue da Chapada não é tão recente quando o Cordino, mas também é um dos caçulas do futebol baiano. Apesar da eliminação nas quartas de final do campeonato estadual do ano passado, o Jacobina garantiu uma das três vagas na Série D - ao lado do algoz Juazeirense e Fluminense de Feira, que alcançaram as semifinais - pelo 5º lugar geral e graças, também, as três vagas cedidas a Federação Baiana de Futebol. O campeão Vitória, e vice Bahia, não contam, pois estão na Série A. 
Header Tocantins de Miracema (Foto: Editoria de Arte)
Com 24 anos de existência, essa será a primeira vez que o Tocantins de Miracema disputará a quarta divisão brasileira. A equipe conseguiu a classificação para a Série D deste ano após ter consegueguido ótima campanha no Campeonato Tocantinense do ano passado. Terminou na segunda colocação, após perder a final para o Gurupi. O Tecão Maravilha tem sua sede na cidade de Miracena do Tocantins, localizada a 74 quilômetros de Palmas.
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Cruzeiro no Mineirão: se passar, Murici escreve o nome na Copa do Brasil

foto:Ailton Cruz
A delegação do Murici viajou leve para Belo Horizonte. Não tem nada a perder contra o Cruzeiro. Muito pelo contrário. O time alagoano foi derrotado no primeiro jogo, em casa, por 2 a 0, e tenta nesta quarta-feira montar na maior zebra da história da Copa do Brasil. Se reverter essa vantagem no Mineirão, não tem outra: o Murici vai escrever o nome na história do futebol brasileiro. O duelo está marcado para as 21h45.
Em Alagoas, o Alviverde até deu trabalho à Raposa. Fechou espaços, principalmente na etapa inicial, e só foi vazado pela primeira vez em jogada de bola parada, especialidade do meia Thiago Neves. Manoel guardou de cabeça. Depois, Ábila completou o placar.
Para eliminar o Cruzeiro, o Murici precisa vencer por dois gols de diferença desde que marque três ou mais vezes (3 a 1, 4 a 2, 5 a 3...). O gol qualificado fora de casa vale nesta fase. Se devolver os 2 a 0, leva a decisão da vaga para os pênaltis. A baixa do Murici é o meia Júnior Xuxa, que sofreu uma lesão no pé e nem viajou.
No Cruzeiro, o técnico Mano Meneses está avaliando o desgaste do grupo e deve poupar o zagueiro Manoel, o volante Henrique, o meia Thiago Neves e o atacante Rafael Sobis. Alisson, que não jogou em Murici, deve ser titular.
O árbitro do jogo será Sávio Pereira Sampaio, tendo como assistentes Daniel Henrique da Silva Andrade e Lucas Costa Modesto. Todos do Distrito Federal.
HEADER escalacoes 690 (Foto: Infoesporte)

Cruzeiro: Rafael; Ezequiel, Léo, Caicedo e Diogo Barbosa; Lucas Silva e Ariel Cabral; Robinho, Arrascaeta e Alisson; Ramón Ábila. Técnico: Mano Menezes.
Murici: Dias; Paulo Sérgio, Cláudio (Sinval), Edson Veneno e Patrick; Rambo, Guêba, Júnior Murici e Deizinho; Alexandre e Katê. Técnico: Roberval Davino.
NM com Globoesporte.com/al
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Douglas não treina e Maurílio desenha time do ASA para jogo com o Paraná

O técnico Maurílio Silva está fazendo os últimos ajustes no time do ASA para o jogo de quinta-feira, pela Copa do Brasil. Nesta terça, ele não contou com o lateral-direito Douglas, que se recupera de lesão muscular. A tendência é até que ele seja liberado para o jogo contra o Paraná, mas, se for vetado, Ceará assume a posição.
Maurílio contou com o retorno de jogadores que não atuaram na vitória sobre o Sete de Setembro, por 2 a 0, pelo Alagoano. Artilheiro do time no Alagoano, Leandro Kível é o principal reforço da equipe. Ele entra no lugar de Jefferson Baiano. O ASA treinou no Coaracy com: Luis Cetim; Ceará, Eron, André Lima e Airton; Mazinho, Gaspar, Leanderson, Doda e Tessio; Leandro Kivel.
O Alvinegro é primeiro colocado do Grupo B do Alagoano, com 21 pontos, e chegou à terceira fase da Copa do Brasil. Enfrenta o Paraná em dois jogos. O primeiro vai ser em Arapiraca, às 21h30 de quinta, e o segundo somente no dia 6 de abril, em Curitiba. 
NM com Globoesporte.com/al

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Rafael Salgueiro vai comandar a partida CSA x Coruripe

O árbitro Rafael Carlos Salgueiro (FAF) comandará a partida entre CSA e Coruripe, que será realizada nesta quarta-feira, 15, às 20h, no Estádio Rei Pelé, sequenciando a 9ª rodada do Alagoano Carajás 2017. 
Esta partida vai acontecer com portões fechados ao público porque o Azulão ainda cumpre pena imposta pelo STJD, em razão do confronto entre torcedores de CSA e CRB, na final do Estadual 2016.
Seus assistentes serão Maxwell Rocha da Silva (CBF/AL) e Brígida Cirilo Ferreira (CBF/AL). 
Júlio César Farias (CBF/AL) e Francisco Raimundo Freitas (FAF) ficarão como quarto e quinto árbitros, respectivamente.
NM com site da FAF
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