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domingo, 9 de agosto de 2015

Vila Olímpica Lauthenay Perdigão sofre com a falta de investimento

Alunos jogam futsal em uma das quadras da Vila Olímpica (Foto: Jota Rufino/GloboEsporte.com)Alunos jogam futsal em quadra com rede rasgada (Foto: Jota Rufino/GloboEsporte.com)
São cinco anos desde a inauguração. Nesse meio tempo, muitos altos e baixos. Problemas pela falta de investimentos e estrutura são evidentes na Vila Olímpica Lauthenay Perdigão, no conjunto Village Campestre, Maceió. O complexo esportivo se localiza em um bairro onde a criminalidade e a desigualdade chamam a atenção.
Inaugurada em 2010, a vila está sob a direção da Secretaria de Esporte e Lazer (Semel). Foram investidos R$ 8 milhões na construção do complexo, que tem um campo de futebol, duas quadras para as práticas do futsal, basquete, vôlei e handebol, uma pista de atletismo, e espaço de sobra para atividades esportivas e de lazer. 
Lauthenay Perdigão, jornalista e historiador, acompanhou de perto a vida na vila, criou diversos campeonatos de futebol, mas se afastou, principalmente em razão dos problemas e limitações encontrados. Segundo ele, ficou orgulhoso por ter seu nome gravado no projeto, mas se entristeceu depois por saber que ainda falta muito para que o espaço se torne exemplo no esporte e crie ídolos para Alagoas.
- Para mim é bom, é legal, fico satisfeito pela homenagem. Quando começou o projeto não iria levar meu nome, ia ser o de outra pessoa, só no fim da construção que o ex-prefeito Cícero Almeida decidiu pôr meu nome. Eu não me preocupo muito com isso. Queria mesmo era estrutura qualificada na vila, pois eu penso nas oportunidades que nossos atletas teriam se as coisas lá fossem melhoradas, que tivesse uma quadra de tênis apta para o esporte, um ginásio, piscinas, uma pista de atletismo mais qualificada, coisa que não é, e isso me entristece. Falta muita coisa, é torcer para que no decorrer dos anos melhore - declarou.
Lauthenay Perdigão registrou por anos os arquivos do Alagoano (Foto: Estéfane Padilha / Globoesporte.com)Lauthenay diz ter se afastado da vila pela falta de investimento (Foto: Estéfane Padilha / Globoesporte.com)
Apesar dos problemas comuns, como falta de verbas, além de manutenção nas quadras e no campo, a vila se mantém aberta diariamente com atividades proporcionadas pelos professores e parceiros, que caminham de mãos dadas para ofertar à população da região oportunidades de estar em contato com o esporte. A coordenadora da Vila Olímpica, Brígida Cirilo, falou ao GloboEsporte.com sobre as modalidades praticadas e o objetivo delas.
- Esse projeto vai fazer cinco anos. A gente aqui anda praticamente sozinhos, precisa-se de um auxílio maior, como distribuição de lanches, outras coisas para segurar o aluno, e aqui não temos, vai mais pela criatividade do professor. Hoje atendemos várias modalidades esportivas, tudo como iniciação ao esporte, nada em questão de rendimento. Tudo aqui é mais voltado para a área de tirar as pessoas da ociosidade, das drogas, pois a área da vila é bem vulnerável a isso. Para isso, temos professores formados, alguns estagiários de educação física, e dividimos eles pelas modalidades que se identificam - explicou.
Em algumas partes o campo tem falhas no gramado (Foto: Jota Rufino/GloboEsporte.com)Falta grama em muitas partes do campo da vila (Foto: Jota Rufino/GloboEsporte.com)
Atendendo crianças, jovens e adultos, Brígida ressalta que alguns esportes fazem mais sucesso que outros pela questão da popularidade, e ela encontra dificuldades na formação de turmas de algumas modalidades específicas.
- Os esportes que mais fazem sucesso é o futebol e o futsal, pois o pessoal tem mais vivência e quer fazer por se tratar de esportes populares. No feminino o que montamos com sucesso foi a ginástica rítmica; essa é novidade, está aqui há dois meses e está bombando. Além das ginásticas localizada e aeróbica, e o treinamento funcional, onde atendemos de 60 a 70 mulheres por aula, que além de trabalhar o corpo elas podem trabalhar a mente. Encontramos dificuldade de montar turmas nas modalidades femininas do futebol, basquete, e no masculino o handebol - ressaltou.
Sala do Telecentro, na Vila Olímpica Lauthenay Perdigão (Foto: Jota Rufino/GloboEsporte.com)Sala do Telecentro, na Vila Olímpica Lauthenay Perdigão. (Foto: Jota Rufino/GloboEsporte.com)
A vila conta com o apoio de secretarias e projetos para auxiliar no desenvolvimento e educação. Destaque para o Telecentro, integrante do Programa Alagoano de Inclusão Digital, que oferece cursos para a população da região de capacitação em informática e acesso à internet de forma gratuita.
- Temos parcerias com outras secretarias, para atender crianças de outros bairros, trazendo os alunos com vans, e ajudando na atividade esportiva e educacional, como o Telecentro, onde temos a parte de informática. E com essas parcerias a gente vai levando, mas claro, se tivesse mais, teríamos dado outros passos - declarou.
Professor formado em educação física, Wagner da Silva ajuda no desenvolvimento das crianças, ensinando através do futsal a importância de ter o esporte na vida.
- É de grande ajuda, pois podemos tirar muitas crianças das ruas. Hoje tenho na minha turma, apenas à tarde, de 25 a 30 alunos, e o espaço ajuda eles a praticar o esporte e a ter um futuro - comentou.
Professores e alunos da turma de futsal da manhã (Foto: Jota Rufino/GloboEsporte.com)Professores e alunos da turma de futsal da manhã (Foto: Jota Rufino/GloboEsporte.com)
Brígida reforçou a importância da Vila Olímpica na comunidade, e lembra que que as atividades ajudam a ocupar um espaço vazio no dia de pessoas de várias faixas etárias, principalmente para crianças.
- A nossa importância nessa comunidade é muito grande, pois muitos não têm condições de pagar academia, ou ter um professor para acompanhá-los, aqui damos esses espaço, com profissionais formados, e qualificados, onde as pessoas têm um lugar para ir, e não ficar só dentro de casa, ou na rua. E estamos aberto para todos - finalizou.
(*) Jota Rufino colaborou.
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Ex-jogadora desenvolve projeto de futebol feminino no interior de AL

Na terra da Rainha Marta, outros talentos começam a surgir no futebol feminino. Com 15 anos, Bárbara Melo já foi para a seleção brasileira sub-17; Pretinha, de 17 anos, brilhou na última Copa do Brasil, sendo uma das artilheiras, com seis gols, e também vestiu a camisa verde e amarela, pelo sub-20. A mais recente a treinar com o Brasil é Ingryd Fernanda, também de 17 anos, escolhida pelo técnico Doriva Bueno durante seletiva em Maceió, em julho. Todas elas treinam pelo clube União Desportiva.
Cristina Lopes (Foto: Arquivo Pessoal)Cristina jogou pelo Projeto Pedra Azul em Itatiba, em parceria com o Palmeiras, e agora toca o mesmo trabalho em AL (Foto: Arquivo Pessoal)
As meninas ainda estão sendo lapidadas, mas outra alagoana já trilhou sua carreira no esporte. Cristina Lopes não foi bem sucedida como Marta, sofreu uma grave contusão, que a afastou do futebol durante quatro anos, mas teve sua história de superação como atleta e hoje, aos 36 anos, é incentivadora do esporte em Alagoas, tocando o Projeto Pedra Azul, em Coruripe.
Ela conta que começou cedo no futebol. Aos cinco anos, acompanhava o irmão mais velho até os rachas no fim da tarde, para não ficar sozinha em casa. Ela pedia para jogar, mas quando começou a ficar melhor que os meninos, eles já não a queriam brincando. Natural de São Miguel dos Campos, se mudou para Coruripe e teve uma professora que notou o seu talento; foi aí que ela passou a investir no esporte. Mas as dificuldades logo começaram em casa.
- Meu irmão, na verdade, foi quem me descobriu e foi o primeiro a não querer que eu não jogasse. Minhas três irmãs me acompanham até hoje e meus dois irmãos me acompanham mais de longe. Eles me respeitam pelo que eu busquei, pelo que eu consegui através do futebol, mas eles ainda não aceitam eu estar nesse meio. Eu era enfermeira. Fui auxiliar de enfermagem, depois técnica de enfermagem, mas eu busquei o que de fato eu queria, que era ser jogadora de futebol. As pessoas quando olham para uma menina que joga futebol, elas sempre vão achar que futebol não é coisa para mulher, e eu me interessei pelo futebol justamente para quebrar esse paradigma - disse.
Com 19 anos, Cristina foi para São Paulo, para a casa de uma das irmãs. Lá, foi para uma seletiva no Santo André e não avisou a ninguém. Passou e jogava como meia esquerda. No começo, ia a pé; depois, ia de bicicleta para economizar o dinheiro da passagem. Jogou também pelo São Bernardo. 
Priojeto Pedra Azul em Coruripe (Foto: Arquivo Pessoal/Cristina Lopes)Meninas a partir dos 10 anos participam do Projeto Pedra Azul (Foto: Arquivo Pessoal/Cristina Lopes)
Pausa forçada
Cristina disputou a final do Paulista e foi campeã com a Portuguesa, em 2002, mas sofreu uma lesão grave. Rompeu um ligamento e fraturou o tornozelo - logo o esquerdo, na sua perna boa. Na época, tinha sido convocada para um amistoso da seleção brasileira, preparatório para o Mundial. Ficou de fora de uma das maiores oportunidades que poderia receber.
Só voltou a jogar em 2007. Dessa vez, mais recuada, ora como zagueira, ora como volante. E as dificuldades nunca a fizeram desistir. Inclusive, ela não manteve a relação com o futebol só como jogadora e aproveitou o esporte para investir nos estudos: fez educação física e se especializou em esportes de alto rendimento. Cristina conta que quer mais. 
- Meus pais não tinham como pagar uma faculdade, entrar numa Universidade Federal é complicado, então eu estudava muito. Estudo até hoje e o futebol me proporcionou isso, eu tinha o meu desconto. Hoje eu conheço e tenho contato com grandes treinadores que estão no Brasil, aprendi bastante. Em outros países, o futebol tem evoluído, com várias treinadoras, ex jogadoras de futebol, que fazem estudo do futebol, começam a se dedicar. E eu fiz o mesmo, comecei a estudar o futebol além das quatro linhas. Não vou dizer que eu estou realizada, porque eu ainda não cheguei aonde eu quero chegar, porque pra mim, eu só vou estar feliz quando o futebol feminino no Brasil virar realidade.
De volta a Alagoas
Cristina só retornou à terra natal 12 anos depois, em 2011. Havia jogado pelo 15 de Piracicaba e em Itatiba, no Projeto Pedra Azul em parceria com o Palmeiras. Em Maceió, jogou futsal pelo Cesmac e futebol no União Desportiva, até que parou e foi treinar as meninas em Coruripe, já que foi na cidade do interior onde começou sua paixão pelo futebol. Antes, treinou ainda equipes de base do Coruripe. 
Priojeto Pedra Azul em Coruripe (Foto: Arquivo Pessoal/Cristina Lopes)Desenvolvimento do esporte ainda tem estrutura precária (Foto: Arquivo Pessoal/Cristina Lopes)
O Projeto Pedra Azul é aberto para meninas a partir dos 10 anos, mas há mulheres mais velhas, que participam só pelo lazer. As aulas de futebol são aos sábados, e nos outros dias são ministradas aulas de futsal. Há também espaço para os meninos. O apoio ainda é pequeno, o Coruripe, que agoratambém tem seu time feminino, tem parceria com o trabalho realizado. Mas com as recentes conquistas das meninas do União Desportiva na seleção, Cristina diz acreditar que o esporte agora tende a alavancar no estado.
- Com investimentos que o atual governo se propôs a fazer [incentivar clubes profissionais masculinos a montarem equipes femininas], aí sim, o estado de Alagoas começa a ser um exemplo no Brasil no futebol feminino. Porque assim como saiu a Marta, temos muitas Martas no interior, na capital, precisando ser descobertas, precisando de apoio. E essa é a minha esperança.
*Estéfane Padilha colaborou.
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sábado, 8 de agosto de 2015

Vica aponta falhas, mas exalta empate do ASA fora de casa: "Valeu a pena"

"Se não dar pra vencer, empata". Esse tem sido o lema do técnico Vica na disputa da Série C do Campeonato Brasileiro. Na noite deste sábado, a equipe alvinegra cumpriu à risca a determinação do treinador e conseguiu um empate, por 2 a 2, jogando contra o Botafogo-PB, em João Pessoa. Após a partida, disputada no Estádio Almeidão, o treinador do Fantasma apontou algumas falhas da equipe arapiraquense, mas disse que ficou satisfeito com o resultado.
- Houve alguns vacilos, mas valeu sair daqui com um ponto. A gente continua firme na briga por uma das quatro vagas, à frente do Botafogo-PB, e isso é o mais importante. Foi um jogo duro, a gente já sabia disso. Enfrentamos um adversário precisando da vitória, diante da torcida dele, e não podemos deixar de valorizar o ponto conquistado aqui em João Pessoa - afirmou.
Vica, técnico do ASA (Foto: Leonardo Freire/GloboEsporte.com)Vica disse que empate no final do jogo mostrou coragem do time do ASA (Foto: Leonardo Freire/GloboEsporte.com)

Ele destacou o equilíbrio da Série C e ainda parabenizou a persistência que o time teve para empatar o placar aos 48 minutos do segundo tempo.
- Tem que ter coragem mesmo jogando fora de casa. É preciso acreditar sempre, os nossos jogadores acreditaram até o final, quatro minutos de acréscimo e, numa jogada, o Éverton, que ele precisa fazer, porque sabe fazer, conseguimos o gol de empate. Hoje o nosso time fez uma partida regular. Mas o campeonato é assim mesmo, não tem como. O Fortaleza [líder do Grupo A] empatou contra o Vila Nova e contra o Águia de Marabá. O equilíbrio da competição é que faz os altos e baixos - salientou.
A gente continua firme na briga por uma das quatro vagas, a frente do Botafogo-PB, e isso é o mais importante." 
Vica
Apesar da satisfação com o resultado obtido na casa do adversário, Vica criticou os constantes erros de passe que o time alvinegro apresentou diante do Belo.
- Absurdo a gente estar errando tanto passe como a gente erra. O passe é fundamental para o futebol. Quando se erra muito assim, é preciso cobrar. E vamos cobrar ainda mais dos nossos atletas. Eu acho que isso [passe] é fundamental em qualquer equipe. Estamos errando passe bobo. Tem jogador errando 10 passes num único jogo e isso é inadmissível, principalmente jogando num campo bom como esse. Treinar eles estão treinando muito, mas é preciso ter um pouco mais de capricho - concluiu.
O empate na 11ª rodada da Terceirona manteve o ASA na terceira posição da tabela do Grupo A, agora com 20 pontos. O próximo desafio do Fantasma será na sexta-feira, às 21h, contra o América-RN na Arena das Dunas. 
NM com globoesporte.com
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Zé Carlos decide e CRB vence o Náutico por 1x0

Atualizado às 19h11

Mesmo desfalcado, o CRB se reencontrou com a vitória na tarde deste sábado. De volta ao Rei Pelé, o Galo dominou as ações e bateu o Náutico por 1x0, diante de mais de 10 mil torcedores, com gol no segundo tempo do atacante Zé Carlos, e garantiu três importantes pontos na tabela de classificação da Série B. 


Com o resultado, o Galo foi a 22 pontos e subiu duas posições, assumindo o 13º lugar.

O único gol da partida saiu aos 14 minutos da etapa final, quando Zé Carlos pegou o rebote do goleiro Júlio César após escorar cruzamento de letra. O atacante é um dos artilheiros da competição, com nove gols marcados.

E o Galo, agora, já se prepara para mais um grande desafio pelo Brasileiro, encarando, já nesta terça-feira (11), o Sampaio Corrêa, em São Luís. O time maranhense vem de vitória em casa sobre o Bragantino-SP e luta para entrar no G4.



Para este compromisso, o técnico regatiano Mazola Júnior - que voltou a improvisar na lateral-direita, com a entrada do volante Somália no lugar de Marcos Martins, lesionado - não poderá contar com o meio-campista Saci, que recebeu o terceiro cartão amarelo.

Porém, a comissão técnica vive a expectativa em torno da recuperação de jogadores como os laterais Maranhão, que se recupera de dores lombares, e Willian Cordeiro, contratado esta semana junto ao Figueirense-SC.



Já o Náutico estacionou nos 28 pontos, ainda na sexta colocação. O próximo compromisso do time pernambucano será contra o Bahia, também na noite da terça-feira, na Fonte Nova, em Salvador.

1º tempo morno

A primeira etapa da partida no Rei Pelé teve poucas chances reais de gol. Numa das oportunidades do time da casa, aos 14 minutos, Zé Carlos abriu espaço para o chute, soltou uma bomba e viu a bola passar perto da meta de Júlio César.

O Galo não criava o bastante e dava espaço para o contragolpe. E o Náutico respondeu à altura aos 25 minutos, quando, após cruzamento pela esquerda, Audálio tentou o corte, mas quase marcou gol contra. No reflexo, Juliano espalmou para escanteio.

O CRB tinha mais posse de bola, mas não conseguia a conclusão, voltando a criar boa chance somente aos 40 minutos. Zé Carlos lançou Danilo Bueno, mas Júlio César se agigantou para fechar o ângulo e fazer grande defesa. O pífio desempenho do primeiro tempo fez com que o time regatiano deixasse o gramado sob vaias.

Gol de artilheiro

As equipes voltaram as mesmas para o tempo seguinte, e o time da casa chegou com perigo logo aos oito minutos, quando Zé Carlos chutou em cima da zaga e Danilo Bueno pegou a sobra, mas chutou longe. Pouco depois, aos 11', com cruzamento de Dakson buscando Patrick Vieira. O atacante se esticou todo, mas não conseguiu completar.



Porém, tudo mudaria aos 13 minutos, quando Mazola Júnior resolveu trocar Saci por Clebinho, que deu mais mobilidade ao meio-campo. Um minuto depois, sairia o gol regatiano, com Cañete fazendo boa jogada pela direita e cruzando para Zé Carlos. O atacante tocou de letra, em cima do zagueiro, mas pegou a sobra para, de cabeça,. abrir o marcador: 1x0.

Já aos 26', Zé Carlos, com um mal-estar, foi substituído pelo também atacante Isac, enquanto Ricardinho saiu para a entrada de Leandro Brasília, já aos 37 minutos, quando o Galo já administrava a merecida vitória.

O Timbu ainda partiu para cima nos minutos finais, mas o Regatas soube se fechar e garantir os três pontos no Trapichão.

NM com Gazetaweb.com
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Evandro Roman defende paralisação do campeonato por uma rodada

evandro
O deputado federal Evandro Roman, do PSD do Paraná, saiu mais uma vez em defesa da arbitragem ao propor que os árbitros mostrem sua força e exijam mais respeito paralisando o campeonato brasileiro ao menos por uma rodada.
O parlamentar fará na segunda-feira, 10 de agosto, as 16h20 um contundente pronunciamento no qual vai expressar o protesto da arbitragem brasileira em relação ao veto aposto pela presidente Dilma Rouseff ao artigo da MP do Futebol que daria a categoria o direito de arena.
O site da ANAF transmitirá ao vivo o pronunciamento do deputado Evandro Roman. Acompanhe no site mais informações de como acessar a transmissão streaming.

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