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quinta-feira, 30 de julho de 2015

Ultraman alagoano, vencedor de várias competições, fará prova na Flórida ano que vem

Sebastião Muniz Falcão é alagoano tem 48 anos e é triatleta. Ele já foi vencedor de várias competições nacionais e internacionais. Muniz é o único Ultraman no estado de Alagoas. No nordeste só tem dois triatletas nesta categoria. Por causa de um acidente cancelou as competições deste ano, más já voltou a treinar para a próxima competição em 2016 na Flórida. 
Muniz Falcão explica que Fabrizio Borsato foi pioneiro na modalidade esportiva no Estado. Foto: Paulo Tourinho
O ultraman conta que passou três meses parado e cancelou todas as competições deste ano: uma em Minas Gerais 285 km e outra em Portugal, onde foi convidado para correr 281 km. A próxima prova que vai participar será a Ultraman da Flórida, ano que vem e diz que já programou as férias do trabalho, para conciliar com a competição.
Para praticar e se dedicar a esta modalidade esportiva é preciso mesmo muita paixão. Sebastião Muniz Falcão coleciona medalhas, troféus  e experiência em seu currículo e pratica um tipo de atividade esportiva que exige treinamento intenso dos atletas. A atividade é uma competição mais pesada que o ironman Triathlo.
Ele  comenta que sempre praticou atividade física desde cedo. “Em 2011, o técnico Fabrizio Borsato me viu na esteira, na academia, e me convidou para fazer uma corrida de cinco quilômetros. Na época até brinquei com ele e disse que não conseguiria”, comenta.
Sebastião Muniz Falcão coleciona medalhas, troféus e experiência em seu currículo e pratica um tipo de atividade esportiva que exige treinamento intenso dos atletas. Fotos: Paulo Tourinho
Sebastião Muniz Falcão disse que antes fazia corrida moderada, tipo leve e nunca tinha se arriscado a fazer algumas atividades mais pesadas. “Eu sempre tive receio, meio que pavor de participar de competição; ainda hoje não gosto”, enfatiza. Segundo ele, quebra um pouco a concentração: “Eu escolho a competição e foco e vou nela, não fico atirando para todo lado fazendo todo tipo de atividade”, explica.
 Muniz Falcão explica que Fabrizio Borsato foi pioneiro na modalidade esportiva no Estado. “Foi ele quem trouxe Ironman Triathlon para Alagoas; eu o considero um dos melhores técnicos do Estado e quiçá do mundo”, destaca, acrescentando que foi Gabriela, sua esposa, quem fez a inscrição sem que ele soubesse e depois o avisou.
Sebastião Muniz Falcão disse que antes fazia corrida moderada, tipo leve e nunca tinha se arriscado a fazer algumas atividades mais pesadas.
“Eu fui lá fazer a corrida de cinco quilômetros e depois fiz outras; logo em seguida falei para o técnico que queria fazer uma prova de Ironman. Eu já conhecia a história dele com essa modalidade, que é uma das modalidades de Triathlon de longa distância, e ele me disse que eu precisava de tempo para treinar essa prova”, destaca.

DESTAQUES

Em Florianópolis, em 2013, o atleta destaca que fez a primeira prova de Ironman  e no mesmo ano participou da segunda prova, em Punta Del Este, no Uruguai. “Foi aí quando comecei a me destacar nas competições: fiz outra prova de Ironman, também em Punta Del Este e consegui primeiro lugar na minha categoria de 45\49 anos e fiquei em quinto lugar geral”, explica.
Enquanto no ironman o atleta nada aproximadamente 3,8 km; percorre 180 km de ciclismo e 42,195 km de corrida, o triatlo ultraman é o triplo da distância. A primeira edição da prova no Brasil, nos moldes do ultraman, aconteceu em 2014, entre Paraty e o Rio de Janeiro. É uma prova de assustar: são dez quilômetros de natação, 421 de ciclismo e 84 de corrida.
“Um amigo meu me informou brincando e eu disse que ia fazer; cheguei para o meu técnico e disse que ia competir e ele me chamou de louco, que eu precisaria de quatro anos para me preparar  e que não tinha condições de me treinar. Eu vim para casa, fiz a inscrição e disse para ele: ‘fiz a inscrição, agora me treine’”, ressalta.

Treino intensivo e férias no trabalho

Com 45 dias para treinar uma atividade que requeria quatro anos, Muniz Falcão conta que nesse tempo teve que tirar férias do trabalho. Servidor da Justiça do Trabalho, ele conta que juntou férias; licença, tudo o que tinha direito, para treinar durante esse tempo.
“Eu estou agora trabalhando em Porto Calvo, estava lotado aqui, antes, por isso que meus treinos têm que ser realizados de manhã, bem cedo, que eu não faço, ou no final do dia ou à noite, que é o que faço”, relata.
Para se adaptar à realidade perigosa das ruas, para os treinos na bike, ele conta que adaptou a bicicleta e colocou um rolo fixo e faz os treinamentos em seu apartamento. “Depois de um acidente com um amigo (Álvaro Vasconcelos) fiquei receoso disso, porque os motoristas não respeitam e Estado não tem estrutura no trânsito: já caí; sofri um acidente no treino, quebrei a clavícula; passei três meses parado”, comenta.
A dificuldade para o patrocínio das competições também são relatadas pelo esportista.
A natação ele conta que treina no mar, com outro colega, ou na piscina. “A parte de musculação e fortalecimento dos músculos eu treino na academia que é minha patrocinadora. Corrida eu treino na esteira, ou na rua: vou até o Mirante da Sereia ou Francês, entre outros trechos, dependendo do percurso que vá fazer”.
É difícil conciliar os horários por conta do trabalho, mas o triatleta observa que quando está perto de uma competição ele tira férias, por conta dos treinos intensivos. Muniz Falcão argumenta que as dificuldades encontradas para que o atleta treine nas ruas são muitas:  sem segurança; sem acostamento e o desrespeito dos motoristas também é grande.
A dificuldade para o patrocínio das competições também são relatadas pelo esportista. “Eu só participo de competições fora do Estado ou no exterior. Infelizmente, aqui não tem incentivo para o atleta e eu me recuso a participar: não tenho apoio nem do Estado e nem do município de Maceió”.
A alimentação de um superatleta tem que ser equilibrada, com acompanhamento de um profissional de nutrição.
A alimentação de um superatleta tem que ser equilibrada, com acompanhamento de um profissional de nutrição. Além do feijão e arroz integral, existem os suplementos, as barras de cereais, entre outros itens, que levam na roupa durante as competições de ciclismo.
 Além da nutricionista Isabela Moura (personal nutry), o atleta comenta que tem dois treinadores: Fabrizio Borsato, treinador de corrida e bike e Roberto Nascimento que faz a parte de natação. Tem um fisioterapeuta Kelly Pacheco e precisa estar com os exames em dia, sabendo como o corpo está preparado.
O atleta conta que tem patrocínio dos suplementos alimentares Mundo Verde e Neo Nutri; Geraldo Freitas; Gustavo Gama; Salão Olga Falcão; Solara (Água Mineral); Masterop (operadora de turismo); Colégio Fantástico e Academia One Fit. 

PROVAS DE TRIATLO

O atleta explica que pode-se classificar as provas de Triatlo de acordo com as distâncias percorridas e com os locais onde as provas são disputadas. As principais são as seguintes: Sprint: 750 metros de natação / 20 km de ciclismo / 5 km de corrida;  Olímpico: 1.5 km de natação / 40 km de ciclismo / 10 km de corrida.
O atleta explica que pode-se classificar as provas de Triatlo de acordo com as distâncias percorridas e com os locais onde as provas são disputadas.
Meio-Ironman ou Ironman 70.3: 1.9 km de natação / 90 km de ciclismo / 21 km de corrida; Ironman: 3.8 km de natação / 180 km de ciclismo / 42 km de corrida; Ultraman: 10 km de natação / 421 km de ciclismo / 84 km de corrida (Esta prova é a única que é feita em três dias).
Existe também uma variante de inverno deste desporto que tem lugar na neve e que geralmente consiste de esqui de cross country, ciclismo de montanha e corrida (nesta ordem). Outras variantes populares são os chamados triatlos de aventura ou off road, segundo o atleta.
O triatletismo consiste de natação, ciclismo de montanha e corrida cross country; o Triatlo Rápido, que consiste em provas mais curtas, totalizando menos de 20 minutos por bateria, em baterias subsequentes com intervalos pré-determinados. (Veja abaixo fotos de competições do Ironman alagoano - Arquivo pessoal)
 



NM com 1momento.com.br
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SINBAF dá exemplo de solidariedade e firma parceria com HEMOBA

Responsável por fazer cumprir as regras, regulamentos e a ética em uma partida de futebol, o árbitro tem cada vez mais conquistado seu espaço no país. Recentemente, a arbitragem brasileira assegurou uma conquista histórica.
O Senado Federal aprovou a MP 671, que dá aos árbitros o direito ao repasse de parcela equivalente a 0,5% da receita proveniente do direito de arena para a entidade representativa nacional dos árbitros, em competições de âmbito nacional, e a entidade representativa regional dos árbitros, em competição de âmbito estadual, que distribuirão como parcela de natureza civil aos árbitros participantes do espetáculo esportivo.
Mas, além do destaque obtido na luta pela causa e sua grande importância para o sucesso do esporte, o profissional do apito tem uma “vida” fora das quatro linhas. É aí que entra o lado social.
Pelo menos na Bahia, o cuidado com o próximo é um compromisso assumido pelos árbitros. Mais uma vez, através do Sindicato Baiano dos Árbitros de Futebol, os baianos saíram na frente com um ato humanitário.
Nesta terça-feira (21), o Sinbaf firmou uma importante parceria com a Fundação de Hematologia e Hemoterapia da Bahia (Hemoba). Os associados se tornaram doadores oficiais de sangue.
Um grupo de árbitros já compareceu à sede da Fundação, localizada na Avenida Vasco da Gama, próxima ao Hospital Geral do Estado (HGE), em Salvador, para iniciar o gesto de amor. Eles foram recebidos pela assistente social Agize Tanure e em seguida fizeram as doações.
Os árbitros ainda se cadastraram para a doação de plaquetas, que só pode ser realizada 30 dias após a doação do sangue, e foram submetidos a testes de compatibilidade para ingressarem em um banco de dados e se tornarem doadores de medula óssea. Presente no evento, o presidente do Sinbaf, Arilson Bispo da Anunciação destacou a importância da ação.
“O ato de doar sangue é simples e não nos prejudica em nada. Pelo contrário, pode salvar vidas. A nossa doação é a esperança de muitos pacientes que estão internados em hospitais público e precisam desse sangue para viver. Nós árbitros precisamos assumir essa responsabilidade de ajudar e dar exemplo à sociedade”, disse.
Arilson também revelou que a parceria será estendida para outras cidades da Bahia. “Não queremos apenas os árbitros que residem em Salvador participando dessa parceria. Queremos mobilizar nossos associados do Intrior para se tornarem doadores e também contribuírem com a causa. Vamos convocá-los para realizarem suas doações em postos do Hemoba espalhados pelo estado”.
O presidente ainda explicou que as doações dos árbitros aconteceram a cada três meses. À cada data agendada com o Hemoba, um grupo de associados do Sinbaf comparecerá à Fundação para doar sangue.
Hemoba – A Hemoba foi fundada em janeiro de 1983, como Centro de Hematologia e Hemoterapia da Bahia, inicialmente sediada no bairro do Cabula, em Salvador, em área adaptada do Hospital Geral Roberto Santos. Em 1989, foi alterada a a personalidade jurídica da instituição, criando-se a Fundação de Hematologia e Hemoterapia da Bahia – a HEMOBA.
A partir de 1992, passou a funcionar na sua atual e própria sede, na Ladeira do HGE, na Av. Vasco da Gama. O local contempla espaço moderno e fluxo adequado para os doadores de sangue, com atendimento confortável e dentro das normas de biossegurança.
O Hemoba é o único banco de sangue que atende os Hospitais Públicos de todo o estado. Milhares de pacientes são atendidos pela Fundação, que se sustenta das doações de voluntários.
Para se tornar um doado, o cidadão precisa, em primeiro lugar, se sentir bem, com saúde. Em seguida, deve se dirigir à sede do Hemoba ou a um dos seus 25 postos espalhados na Bahia portando documento de identidade. É importante frisar que apenas maiores de 16 anos e menores de 69 podem doar. O peso mínimo do doador deve ser de 50kg.
No dia da doação, o voluntário deve comparecer ao posto bem alimentado, nunca em jejum. Entre outras recomendações, estão fazer um repouso mínimo de 6 horas no dia anterior, não ingerir bebidas alcoólicas nas 12 horas anteriores, evitar fumar por pelo menos duas horas antes da doação e evitar ingerir alimentos  gordurosos.
É importante lembrar, também, que pessoas diagnosticadas com hepatite após os 11 anos de idade, mulheres grávidas ou que estejam amamentando, e pessoas expostas a doenças transmissíveis pelo sangue, como AIDS, hepatite, síflis e doença de chagas, não podem doar.
Já a medula óssea, popularmente conhecida como “tutano”, é um tecido líquido que ocupa o interior dos ossos. Nela são produzidos os componentes do sangue: hemácias (glóbulos vermelhos), leucócitos (glóbulos brancos) e plaquetas. As hemácias transportam o oxigênio dos pulmões para as células de todo o nosso organismo e o gás carbônico das células para os pulmões, a fim de ser expirado. Os leucócitos são os agentes mais importantes do sistema de defesa do nosso organismo e nos defendem das infecções. As plaquetas compõem o sistema de coagulação do sangue.
Já o transplante de medula óssea é um tipo de oposto para algumas doenças que afetam as células do sangue, como leucemia aguda; leucemia mieloide crônica; leucemia mielomonocítica crônica; linfomas ; anemias graves; anemias congênitas; hemoglobinopatias; imunodeficiências congênitas; mieloma múltiplo; Síndrome mielodisplásica hipocelular; imunodeficiência combinada severa; osteopetrose; mielofibrose primária em fase evolutiva; Síndrome mielodisplásica em transformação; talassemia major, etc. Consiste na substituição de uma medula óssea doente ou deficitária por células normais de medula óssea, com o objetivo de reconstituição de uma medula saudável. O transplante pode ser autogênico, quando a medula vem do próprio paciente. No transplante alogênico a medula vem de um doador.
Segundo dados do próprio Hemoba, os transplantes de órgãos cresceram 84% no país. As cirurgias aumentaram em 619%. Já os atendimentos de urgência em 627%. Agora, chegou a hora das doações de sangue também crescerem. O Hemoba precisa de você. “Esse gesto está em suas mãos”.
*Para maiores informações sobre o Hemoba e as doações, os interessados devem entrar em contato através dos números (71) 3116-5642 e 3116-5643, além do e-mail capta@hemoba.ba.gov.br.
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quarta-feira, 29 de julho de 2015

Após vexame da Copa América, transações envolvendo jogadores da seleção brasileira movimentam R$ 429 milhões

Firmino custou mais de R$ 150 milhões ao Liverpool / site oficial do Liverpool
Firmino custou mais de R$ 150 milhões ao Liverpool / site oficial do Liverpool

A campanha da seleção brasileira na Copa América passou longe de ser boa, mas financeiramente a convocação para a competição continental rendeu muitos frutos a times e jogadores. Foram sete transferências entre os 23 atletas que foram ao Chile e R$ 429,2 milhões envolvidos.
Esse número ainda pode ser maior se o Internacional acertar a venda do lateral-esquerdo Gefferson para a Sampdoria. O clube italiano ofereceu R$ 18,6 milhões e os gaúchos estão analisando.
A grande transferência foi de Roberto Firmino. O jogador deixou o Hoffenheim, da Alemanha, para atuar no Liverpool por R$ 152,3 milhões.
Veja todas as transferências:
Neto (Fiorentina para Juventus) – transferência livre
Miranda (Atlético de Madrid para Inter de Milão) – R$ 55,7 milhões
Fabinho (Rio Ave para o Monaco) – R$ 22,3 milhões
Casemiro (Porto para Real Madrid*) – R$ 27,9 milhões
Filipe Luís (Chelsea para Atlético de Madrid) – R$ 59,4 milhões
Roberto Firmino (Hoffenheim para Liverpool) – R$ 152,4 milhões
Douglas Costa (Shakhtar para Bayern de Munique) – R$ 111.5 milhões
* Casemiro era do Real Madrid e estava emprestado ao Porto. Se o clube português fizesse valer a prioridade na contratação do pelo preço estipulado anteriormente, os madrilenhos tinham que pagar um preço de recompra de 7,5 milhões de euros.

NM com odia.ig.com.br
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ASA goleia o CRB em Maceió e dispara na liderança do quadrangular final

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A terceira rodada do quadrangular final do Campeonato Alagoano Sub-20 aconteceu na tarde desta quarta-feira, 29, com vitórias de ASA e Dimensão Saúde. Jogando no Estádio Nelson Peixoto Feijó, o alvinegro goleou o CRB por 3 a 0, com gols marcados pelos zagueiros Levy, duas vezes, eCleo. A vitória deixou o ASA na liderança isolada desta fase com nove pontos conquistados e 100% de aproveitamento. Na próxima rodada, a equipe de Arapiraca recebe o Dimensão Saúde, sábado, dia 1º de agosto, às 15h no Estádio Municipal Coaracy da Mata Fonseca.
Também na tarde desta quarta, o Desportivo Aliança encarou o Dimensão Saúde e foi derrotado por 2 a 1 no Estádio João Batista. Os gols do Dimensão Saúde foram assinalados pelo zagueiro Alberto, e Emerson, contra, fez o gol da vitória. O atacante Jefinho marcou o gol do Aliança. Essa foi a primeira vitória do Dimensão nesta fase.
No próximo domingo, dia 2, às 15h, o Desportivo Aliança joga em Casa, novamente, desta vez, contra o CRB no Estádio João Batista. Confira a classificação:
1º ASA – 9
2º Dimensão Saúde – 4
3º CRB – 4
4º Desportivo Aliança – 1
NM com site da FAF
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Romário publica post afirmando não ser dono de conta milionária na Suíça

Romário nega possuir conta na Suíça (Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado)

Após ser acusado numa reportagem da revista "Veja", no último fim de semana, de ter uma conta ilícita em um banco da Suíça, no valor de R$ 7,5 milhões não declarados à Justiça Eleitoral e à Receita Federal, o senador Romário (PSB) publicou nesta quarta-feira um post numa rede social em que aparece em Genebra. No texto, o Baixinho afirma estar chateado por descobrir não ser o dono da quantia milionária citada na matéria. Além de afirmar que é uma pessoa decente, séria e correta, o ex-jogador também deu um recado para que "aqueles que devem comecem a contar as moedinhas, porque a conta vai chegar de todas as formas". 

Assim que tomou conhecimento da reportagem na revista, Romário divulgou nota oficial contradizendo o teor da matéria. Atual presidente da CPI do Futebol, o senador não desmentiu a existência da conta, alegando que pode não ter fechado todas as contas abertas no tempo em que atuou no futebol europeu. No entanto, foi enfático ao rebater a informação da "Veja" de que fez investimentos em dezembro de 2013. 

- Obviamente, fiquei muito feliz com a notícia, assim que possível, irei ao banco para confirmar a posse desta conta, resgatar o dinheiro e notificar à Receita Federal (...) Espero que seja verdade, como trabalhei em muitos clubes fora do Brasil, é possível que tenha sobrado algum rendimento que chegou a essa quantia. Estou me sentindo um ganhador da Mega Sena, só que do meu honesto e suado dinheiro - escreveu o Baixinho em tom de ironia no seu comunicado.

Na ocasião, Romário disse que não ficaria surpreso se a apuração da revista estivesse errada e levantou a hipótese da reportagem ter sido feita em retaliação ao seu trabalho no Senado, principalmente no comando da CPI do Futebol, além do fato de estar liderando as primeiras pesquisas de intenção de voto para a eleição para prefeito do Rio de Janeiro, em 2016. Ele também lembrou o fato de não ter recebido nenhuma notificação do Ministério Público sobre essa questão.

Confira a íntegra da mensagem do Romário: 

"Chateado! Acabei de descobrir aqui em Genebra, na Suíça, que não sou dono dos R$ 7,5 milhões. Aguardem mais informações... Agora, aqueles que devem, podem começar a contar as moedinhas, porque a conta vai chegar de todas as formas. Eu não finjo ser decente, não faço de conta ser sério e pareço ser correto. Eu sou!!!"


NM com globoesporte.com
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