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terça-feira, 25 de outubro de 2011

VAI COMEÇAR A PRIMEIRA DIVISÃO

Foi marcado hoje a tarde pelo Presidente da Federação Alagoana de Futebol, Gustavo Feijó, e pelo departamento de competições da FAF, através do Superintendente , Roque Júnior, o dia da Reunião do Conselho Arbitral para o Campeonato Alagoano de Futebol Profissional da Primeira Divisão de 2012, onde serão discutidos tudo que acontecerá no Campeonato Alagoano da Primeira divisão que começa em Janeiro, provavelmente dia 14.

Data: 8 (oito) de Novembro de 2011.
Horário: às 15 (quinze) horas e 30 (trinta) minutos, em primeira convocação ou 30 (trinta) minutos após, deliberando com qualquer numero.

Equipes que irão participar.

Sport
Sport Clube Santo Antonio
CRB
Clube de Regatas do Brasil
CSA
Centro Sportivo Alagoano
ASA
Agremiação Sportiva Arapiraquense
■Coruripe
Associação Atlética Coruripe
Corinthians
Sport Club Corinthians Alagoano
C.E.O.
Centro Esportivo Olhodaguense
CSE
Clube Sociedade Esportiva
Murici
Murici Futebol Clube
Penedense
Sport Club Penedense
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DEPOIS DA PORRADA O COICE

Sou totalmente contra violência nos estádios, até que de vez enquanto dá umas porradinhas em uns "picaretas" é bom, principalmente nós que gostam de faltar com respeito aos homens de bem, mais o que fez a torcida organizada jovem do Sport mais alguns torcedores desorganizados depois da derrota de sábado na Ilha do Retiro para o Goias por 1 a 0 pela série "B", foi lamentável.

Tão lamentável, que hoje a tarde foi criado um documento para proibir o torcedor do Leão entrar (ou também ficar nas mediações) em estádios pernambucanos com a camisa da TJS no restante deste ano. Se o torcedor descumprir a ordem será detido.

A medida foi anunciada através da portaria 090, em uma reunião entre os dirigentes da FPF e de órgãos de defesa do Estado, que aconteceu na própria sede da FPF. O ato foi assinado pelo presidente da Federação, Evandro Carvalho, e pelo Secretário de Defesa Social de Pernambuco, Wilson Damázio.

Essa medida de certa forma irá prejudicar a belíssima festa que esta torcida faz em apoio ao Sport. Mais acho  que medidas devem ser tomadas contra estes vândalos que de uma forma ou de outra denigrem o verdadeiro torcedor.
fonte: Sportnet
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PARATY, EU POSSO IR AI.

Recebi  um super convite na manhã desta terça-feira. O meu amigo de infância, o vascaino Daniel Boone, que deixou o boêmio bairro da Lapa para morar na Barra da Tijuca no estado do Rio de Janeiro me convidou para passar as minhas férias em sua casa de veraneio na belíssima praia de Paraty, região oeste do estado.
Lugar de muita história, onde no período colonial era o principal porto da exportação de ouro do Brasil.
Mais o mais interessante lá, é que por se tratar de uma cidade quase ao nível do mar, foi projetada conforme as modificações das marés, pois suas ruas em determinados períodos são inundadas pelas marés altas. Um fenômeno deslumbrante.

Aceitei de primeira. Em Dezembro estarei lá, lógico que depois da pré-temporada dos árbitros alagoanos onde acompanharei e aguardarei com ansiedade este evento chegar.
Engraçado, eu nunca esperei com tanta vontade que um trabalho chegasse antes das férias. Alguma coisa me diz que irei me divertir muito nesta pré-temporada.

Têm gente que não pode nem passar perto de Paraty, ou muito menos ir lá. Porque será? E quando acabar o irresponsável sou eu. Pode uma coisa dessa?
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TEM O QUE COMEMORAR?

41 anos de muita história. Assim o estádio Rei Pelé comemora no dia de hoje mais um ano de vida. Mais será realmente que o "Trapichão" tem mesmo o que festejar?
O que prometeram a ele, não cumpriram. Ou esqueceram que teríamos um hotel, lojas e etc... Uma verdadeira arena.
E para terminar nem deixaram aptos alguns dos maiores problemas do estádio, como: O museu que esta lá só de enfeite, um hall da fama que deveria ser uma super atração turística, banheiros, infiltrações em todos os lugares, e se chover, meu Deus nos ajude, pois os vestiários ficam inundados.
Será que tem alguma coisa para se comemorar? Sempre tem, não é?
Basta lembrar os grandes jogos, os grandes clássicos, os grandes jogadores que ali desfilaram todo o seu talento, sem contar a história de como foi construído. Realmente temos que ser otimistas e acreditar que a maior praça de esportes do Estado de Alagoas, que um dia já foi o mais moderno do Brasil, volte aos seus dias de glória.
Neste dia 25 de outubro de 2011, só podemos desejar.
Um feliz Aniversário "Majestoso".

A HISTÓRIA CONTADA POR  LAUTINEY PERDIGÃO

Proposta do projeto

Veja como Alagoas perdeu um ministério de Estado e ganhou um estádio. Entre essas e outras, confira a história do Trapichão.
A história do principal estádio alagoano, o Rei Pelé, é contada por um dos maiores estudiosos esportivos do país, o historiador Lautiney perdigão. O leitor vai conhecer um pouco das curiosidades e particularidades do majestoso Trapichão.

O presidente da época da inauguração (década de 1970), marechal Arthur da Costa e Silva queria oferecer um ministério para Alagoas. Ele pediu ao senador Teotônio Vilela (pai do atual governador) para que convidasse o governador major Luiz Cavalcante para uma reunião no Rio de Janeiro para definir um ministério para Alagoas.

                                 Dr. Ib Gatto Falcão um dos idealizadores do estádio alagoano


Viajaram o governador Luiz Cavalcante e o doutor Ib Gatto Falcão, que era secretário de governo. Hospedados num hotel no Rio marcaram uma reunião com o senador Teotônio Vilela em outro ponto da cidade.

Só que antes da reunião marcada apareceu no hotel o engenheiro paulista, João Kair, que tinha um projeto de construção para um estádio que havia sido solicitado pelo Corinthians de São Paulo, mas que tinha achado caro e desistiu da construção. Então, sabendo que o governador de Alagoas se encontrava no Rio, o engenheiro foi ao hotel para oferecer o projeto ao governador alagoano.

Após uma demorada conversa sobre a aceitação do projeto e, devido ao prolongamento da conversa, eles se esqueceram da hora marcada da reunião com o senador Teotônio Vilela, que dizem que até ficou chateado. Mas, o secretário Ib Gatto ressaltou que “Alagoas perdeu um ministério, mas ganhou um estádio”.

Primeiros recursos

Alagoas precisava de 900 mil cruzeiros para início da construção do estádio. Primeiro, o governador Luiz Cavalcante teve que criar uma comissão presidida pelo cel. Nilo Floriano Peixoto, que era presidente do CSA e comandante da Polícia Militar de Alagoas. A ele se juntaram o jornalista e historiador Lautiney Perdigão, José Sebastião Bastos – o Bastinho, Abelardo Marinho (in memorian) e o Alcides Nascimento (in memorian), que ficaram responsáveis pela procura de um local apropriado para o estádio, que tivesse saídas suficientes para o público. Lautiney lembra que saíam de carro (rural) e até de avião teco-teco. Só depois de muita procura terminaram encontrando esse local ideal, com saídas para a praia, centro, Bebedouro e interior do Estado.

O local escolhido no Trapiche da Barra era uma vacaria de propriedade do senhor Morais, que num primeiro momento não quis vendê-la. Foi preciso um processo de desapropriação ocorrido no início de 1968.

Os festivais

A fórmula de captação dos recursos se deu com a participação direta do povo, com a realização de bingos e festivais para os quais eram vendidas cartelas com direito a prêmios para os ganhadores. Lautiney Perdigão conta que eram sorteados no local da construção, que teve uma grande área entre os coqueirais, preparada para receber o público. “Muitos caminhões, jipes, rurais, fuscas e até casas foram sorteados nesses festivais”, conta o historiador.

A Fundação Alagoana de Promoções Esportivas (Fape) realizou 36 festivais com o público prestigiando de maneira extraordinária, contando com a presença de pessoas dos mais distantes rincões de Alagoas, inclusive de outros estados da região.

O projeto
O projeto do Estádio Rei Pelé foi concebido pelo engenheiro paulista João Kair, que faleceu logo depois do início da construção. Seu filho, Marcos Kair foi o engenheiro que acompanhou a obra. Entretanto, foi uma equipe técnica, totalmente alagoana, que construiu o Trapichão. Dirigida pelo engenheiro Vinicius Maia Nobre, os engenheiros Marcelo Barros (eletricista), Márcio Calado (sanitarista) e mais os engenheiros civis Nayron Barbosa, Marcos Mesquita, Roberto de Paiva Torres e Marcos Cotrim, que formaram uma equipe que comandou milhares de anônimos operários. A parte administrativa da obra foi comandada por Carlos Barbosa.

Tudo supervisionado pelo superintendente da Fundação Alagoana de Promoções Esportivas (Fape), Napoleão Barbosa. A equipe se destacou não apenas pela capacidade, mas pelo entusiasmo como que se dedicou durante toda a construção no estádio.

Pedra fundamental

Em 15 de janeiro de 1968 foi concreta a primeira sapata. Era o início da fase efetiva de construção de um gigante feito em dois anos, que consumiu 250 mil sacos de cimento.

Uma obra irreversível entregue no dia 25 de outubro de 1970, com apoio dos governadores major Luiz Cavalcante (1961 a 1966) e Lamenha Filho (1966 a 1971).

O nome Estádio Rei Pelé

Segundo Lautiney Perdigão existe uma história que ele define como a mais correta. Ele conta que em julho de 1970, quando o Brasil ganhou o tricampeonato mundial de futebol, teve uma grande festa na Praça dos Martírios, em frente ao Palácio do Governo, e jornalistas que trabalhavam com o governador Lamenha Filho, disseram que ele ficou muito entusiasmado com as comemorações e a conquista.

Já que Pelé foi o grande nome da Copa e era sua última participação na seleção brasileira, então o governador retirou o seu nome que seria dado ao estádio e colocou o nome de Rei Pelé. Inclusive, como conta Lautiney, todos os ingressos que já estavam confeccionados com o nome Estádio Governador Lamenha Filho foram cancelados. “Mas consegui guardar um deles”, disse.
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segunda-feira, 24 de outubro de 2011

MERA COINCIDÊNCIA

Conselheiros do Corinthians, em reunião num barzinho do Tatuapé, conversavam sobre um assunto amplamente discutido neste espaço.

Evidências de que Andres Sanches “agracia” a imprensa com presentinhos, e esta, por “gratidão”, o poupa de críticas e investigações.

Há casos que extrapolam, e comentaristas passam a fazer papel de assessores de imprensa tão dedicados quanto cães ensinados.

Conhecedores dos bastidores do clube, falaram à mesa que Oliverio Júnior, bolso de Andres Sanches, assessor de Kia Joorabchian, tem R$ 200 mil mensais de verba para distribuir, como desejar, àqueles que abraçarem à idéia.

História que este jornalista já tinha ciência, mas que jamais esperaria escutar abertamente, num lugar público.
Alguns nomes de “presenteados” foram citados à mesa, e nenhum deles me causou estranheza.

O que recebe mais é um conhecido comentarista de televisão, em torno de R$ 30 mil, mais alguns “cachês” para participar de eventos do clube.

A grande maioria fica entre R$ 2 mil e R$ 5 mil, dependendo da relevância do veículo que trabalha ou da “credibilidade” que o público julga que eles tenham.

Tenho certeza que o leitor inteligente, se prestar bem atenção, saberá identificar os beneficiados.

Já que os lesados, evidentemente, são todos os que, de boa fé, perdem boa parte de seu tempo dando crédito a quem se utiliza da profissão para chantagear e preencher os próprios bolsos.

Fonte: Blog do Paulinho

Em que mesmo ficou aquela conversa entre Jorge Morais (presidente da ACDA) e Jorge VI (Presidente do CSA que disse que aqui em Alagoas boa parte dos cronistas são "Jabazeiros")?

Resposta: Pizza

Jabazeiros = profissional de imprensa que recebe dinheiro de dirigente para não denunciar as bobagens e as falcatruas do mesmo.
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