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PARCEIRO NA MIRA

sábado, 9 de novembro de 2019

CSA aposta no 'fator casa' para burlar risco de queda, que já ultrapassa os 84%

FOTO: FELIPE NYLAND
A derrota do CSA para o Grêmio, por 2x1, nesta quinta-feira (7), elevou ainda mais as chances de rebaixamento à Série B do Brasileiro da próxima temporada. Segundo o departamento de matemática da UFMG, o Azulão tem 84,2% de risco de disputar a Segundona em 2020. Para burlar a matemática, o clube marujo aposta nos quatro jogos que ainda tem em casa.
Com 29 pontos e ocupando a 18ª colocação da tabela, o Azulão precisará reagir a esta estatística já na próxima rodada, contra o Vasco, dentro do Estádio Rei Pelé. A partida ganha ainda mais importância porque o Cruz-maltino (15º, com 39 pontos) ainda não está livre do Z4 e é considerado um adversário direto.
"Temos ganhado jogos importantes dentro de casa. Vamos trabalhar agora, levantar a cabeça, domingo a gente tem um jogo importante contra o Vasco. Vamos jogar um jogo da vida ou da morte. Essa é a verdade", declarou o técnico Argel Fuks em coletiva pós-derrota na Arena do Grêmio.
A confiança em pontuar no Trapichão se configura devido ao bom retrospecto azulino em Maceió. Para se ter uma ideia, o CSA esbanja uma invencibilidade de sete partidas jogando em casa nesta edição do Brasileirão. A última derrota foi para o Fortaleza, 2x0, na rodada 14, no dia 12 de agosto.
"Uma coisa que não temos é medo. Confiamos no nosso trabalho, conteúdo, temos experiência de Série A, já estamos nessa vida há muito tempo, agora vamos dificultar", cravou Fucks.
Além do Vasco, o Azulão receberá no Rei Pelé: Fluminense, Bahia e São Paulo. Fora de casa, outros três jogos, contra Fortaleza, Cruzeiro e Chapecoense. Nada está definido e, por isso mesmo, que o comandante da tripulação maruja continua a fazer as contas. 
"Precisamos ter o 'número mágico' que é obter 45 pontos. Se ganharmos cinco jogos dos sete que temos, fazemos os pontos necessários. Esse é o número. Agora, do jeito que está o campeonato [parelho], daqui a pouco, 42, 43, 41 acaba salvando. Não dá para se apegar muito à matemática. A cada rodada, ela muda. Se nós tivéssemos empatado [com o Grêmio], a matemática era uma. Como perdemos, é outra", concluiu Argel.
NM com Maurício Manoel

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