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quarta-feira, 24 de abril de 2019

Marcelo Cabo afirma que CSA ainda não tem o time ideal para a Série A

FOTO: ASCOM CSA
O CSA realizou um coletivo na tarde dessa terça-feira (23), dos jogadores que não jogaram no domingo contra o CRB, pela final do Alagoano, com os garotos do Sub-20. Segundo o técnico Marcelo Cabo, a movimentação foi boa para dar mais jogo aos atletas que chegaram e que não tiveram a oportunidade de estar inscritos para disputar o Campeonato Alagoano. 
"Fizemos 90 minutos e jogadores como Leandro, Ramires, Naldo, Maidana, Armero, Madson atuaram. É esse o momento que pede a eles um volume maior de coletivos, de jogos-treinos e jogos oficiais. Saí satisfeito, não pelo resultado pois foi com o sub-20,  pelo que eles vêm evoluindo desta e a chegada deles e a resposta que eles deram e mostraram para mim que estão aptos. Alguns não aguentam ainda 90 minutos, mas a gente já vai poder contar com todo mundo", disse.
Ao ser questionado se considera o CSA pronto para o Brasileirão, sobretudo porque pega na estreia o Ceará, que vive um momento de muita pressão, e depois pega o Palmeiras, atual campeão brasileiro, Cabo não titubeou e disse que não, pois, segundo ele, o time precisa evoluir muito ainda, pensando em Série A.
"Eu entendo que a gente precisa melhorar e evoluir muito para a Série A. Montamos uma equipe, depois trouxemos jogadores e fomos remontando a equipe dentro das competições, temos ainda seis jogadores para estrear e mais o Leandro (Souza, zagueiro). Então, a gente ainda precisa continuar montando a equipe. Com certeza a gente não inicia a competição com o time ideal, mas temos a certeza que precisamos melhorar bastante. E a gente vai trabalhar bastante para melhorar".
Sobre se já tem hoje o time pronto para esta estreia fora de casa, Cabo lembrou que o Azulão terminou três competições, que houve chegadas e saídas no elenco e que tem reavaliações a serem feitas para seguir na temporada. E ele revelou: "Claro que tenho uma ideia de equipe para que possamos estrear, mas vou me embasar melhor na semana de treinamentos, porque tenho algumas observações para fazer, para que possa optar por um time o mais competitivo possível nesta estreia de domingo".
E prosseguiu: "Mas a ideia é: a gente tem uma base que terminou o Estadual e agora vamos entender o que podemos trazer depois para esta equipe, para que possamos ter um time supercompetitivo, no domingo, e alcançar os nossos objetivos". 
Ao lado da taça de bicampeão alagoano, técnico Marcelo Cabo concedeu entrevista coletiva na tarde dessa terça-feira
FOTO: ASCOM CSA
























Os pontos fortes do CSA nesta Série A, conforme avaliação do treinador, serão o coletivo e a competitividade e ele explicou o porquê: "A gente sabe que o sarrafo aumenta, a exigência aumenta, o nível da competição aumenta. E precisa ser mais competitivo do que nunca. Ter um time muito competitivo. Eu costumo dizer a eles (jogadores) que a gente tem que ser um time operário, que vai precisar correr muito mais do que os adversários, para alcançar os nossos objetivos. Inicia-se uma semana de trabalho muito proveitoso, com uma expectativa muito boa para esta estreia no Brasileiro". 
Cabo falou também que o time azulino chega a um bom patamar, mas entende também que poderia ter sido melhor no primeiro quadrimestre. "Eu tenho esta consciência interna, reavalio o nosso trabalho no dia a dia, revejo os jogos, estudo o nosso momento, a gente poderia ter sido melhor, mas não é fácil montar uma equipe com vinte e poucas contratações durante quatro meses. Você faz uma equipe nova".
Ele até citou o exemplo do técnico Fábio Carille, do Corinthians, para exemplificar o fato de que ainda não considera o CSA com o time ideal. "Eu me espelho nos profissionais amigos e tenho visto muitas entrevistas do Carille, que disse que foi campeão paulista, mas que o time está muito longe do ideal. É bem um pouco similar ao CSA, que não tem como ter um time ideal em quatro meses, pois isso demanda um pouco de tempo", lembrou.
O treinador do Azulão acrescentou, porém, que acredita que o CSA evoluiu em alguns aspectos. "A gente não entra na Série A com 100%, mas entra com 70% do ideal. Agora é fazer os ajustes para crescer dentro da competição", encerrou Marcelo Cabo.
NM com Fernanda Medeiros

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