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sexta-feira, 8 de março de 2019

Em mais um clássico morno, CSA e CRB empatam sem gols pelo Nordestão

FOTO: AILTON CRUZ/GAZETA DE ALAGOAS
Mais um clássico entre CSA e CRB, mais um empate e novamente sem gols. Jogando na noite desta quinta-feira (7), no Estádio Rei Pelé, Azulão e Galo não saíram do 0 a 0, em uma partida fraca, pobre, sem criatividade, sem qualidade técnica e sem inspiração. O duelo foi válido pela 5ª rodada da Copa do Nordeste, que foi aberta no sábado passado, dia 2 de março. Este foi o quarto empate sem gols seguido entre azulinos e regatianos.
Diante dessa seca de gols e de vitórias dos dois lados, ao apito final do árbitro maranhense Mayron Frederico dos Reis Novais no Rei Pelé, que recebeu um bom público, apesar de ser em uma quinta-feira pós-carnaval, os torcedores vaiaram os seus respectivos times.

Gérson e Mailson: faltou criatividade por parte dos jogadores das duas equipes neste clássico pelo Nordestão e o placar não poderia ter sido outro
FOTO: AILTON CRUZ/GAZETA DE ALAGOAS

























Com o empate, o CSA chegou aos nove pontos na tabela de classificação e aparece na quarta posição do Grupo B da Copa do Nordeste. Já o CRB, chegou aos cinco pontos e também figura na 4ª posição, só que no Grupo A do Nordestão. 

Agora, o CSA volta a campo pelo Nordestão já no próximo domingo (10), contra o Santa Cruz, às 18 horas, no Arruda, em Recife-PE. Em seguida, na quarta-feira (13), o Azulão enfrenta o ASA, às 20h30, no Trapichão, pela 6ª rodada do Campeonato Alagoano. 

Já o CRB terá jogo pelo Alagoano, também no próximo domingo, contra o Dimensão Capela, às 16 horas, no Estádio Rei Pelé, pela 6ª rodada. E pela Copa do Nordeste, o Galo tem duelo marcado apenas para quinta-feira (14), contra o Náutico, às 21h30, no Rei Pelé, dando continuidade à 6ª rodada da competição.

Jogo foi marcado por muita marcação por parte de ambas as equipes
FOTO: AILTON CRUZ/GAZETA DE ALAGOAS






















Como foi a etapa inicial

No primeiro tempo, as duas equipes buscavam o gol a todo o momento, mas não conseguiam, pois tinham pouca criatividade no ataque. Aos 5 minutos, o CRB chegou. Hugo Sanches recebeu na ponta-direita, passou por Carlinhos e bateu cruzado. Luciano Castán afastou de primeira e, na sobra, Junior tentou o cruzamento, mas acabou sendo desarmado por Didira e a bola foi para escanteio.

O CSA respondeu aos 6 minutos e até assustou a defesa do CRB, quando Apodi avançou pelo lado direito, bateu cruzado e a zaga do CRB fez o corte. Aos 8 minutos, de novo Apodi desceu pela lateral, mas acabou desarmado por Wellington Carvalho. Aos 14 minutos, o CRB tentou com Mailson, que chegou até a linha de fundo, cruzou rasteiro e Danilinho finalizou, mas o chute saiu prensado para fora, resultando em tiro de meta para o Azulão.

O jogo se encaminhava para os 20 minutos e continuava com pouca inspiração, muita pegada pelo meio, mas sem muitas chances sendo arriscadas pelos dois lados. A torcida azulina, que era maioria no estádio, pois o CSA era o mandante do jogo, começou a se impacientar e até ensaiou uma vaia no Rei Pelé.


Partida teve poucas jogadas de finalização e as que aconteceram não deram para mexer no placar
FOTO: AILTON CRUZ/GAZETA DE ALAGOAS

























Aos 22 minutos, o CSA tentou, mas foi uma jogada troncha. Matheus Sávio recebeu de Dawhan, arriscou da intermediária, mas a bola subiu demais e foi para fora.
Aos 32 minutos, o CRB chegou com Edson Henrique, que cruzou da esquerda, Mailson tentou o desvio, na pequena área, mas Luciano Castán apareceu para cortar e mandar para escanteio, o que poderia ter sido o gol do CRB.

O jogo era muito aquém daquilo que as duas torcidas esperavam, pouco produtivo e sem muita inspiração. Para se ter uma ideia, o primeiro melhor momento real na etapa inicial foi do CSA, aos 35 minutos, em cobrança de falta perigosa. Matheus Sávio bateu colocado, por cima da barreira, e a bola passou raspando a trave direita de Edson Mardden, que se esticou todo para defender, mas não achou a bola. 

Meia azulino Matheus Sávio teve uma chance em lance de bola parada, fora isso, pouco criou 
FOTO: AILTON CRUZ/GAZETA DE ALAGOAS
























Aos 37 minutos, houve outra boa oportunidade para o CSA, quando Apodi se livrou da marcação de Igor e cruzou rasteiro. Patrick Fabiano dividiu com Wellington Carvalho e Edson Mardden e desviou para o gol. A bola passou raspando a trave e foi para fora. O lance fez a torcida azulina se animar nas arquibancadas.

O jogo foi até os 46 minutos, quando o árbitro encerrou a primeira etapa, e ninguém foi de ninguém: 0 a 0.

E a etapa final


Clássico das Multidões foi marcado por muitas faltas, dos dois lados, principalmente no segundo tempo
FOTO: AILTON CRUZ/GAZETA DE ALAGOAS






















No início do segundo tempo, o panorama da partida não mudou em nada em relação ao que foi visto no primeiro tempo. As jogadas eram lentas, feias e sem criatividade. Aos 10 minutos, o atacante azulino Robinho pedalou para cima de Júnior, mas se atrapalhou todo com a bola e ela se perdeu pela linha lateral. Aos 16 minutos, de novo o CSA tentou com Patrick Fabiano, que arriscou da entrada da área, mas a bola passou por cima do gol de Edson Mardden.

Aos 20 minutos, o Galo desperdiçou uma grande chance no contra-ataque. Ferrugem tentou acionar Danilinho, mas a bola ficou nas mãos de João Carlos. Aos 21 minutos, Patrick Fabiano tentou avançar em velocidade pelo corredor central e foi derrubado por Wellington Carvalho, que recebeu o cartão amarelo, por impedir o contra-ataque azulino.


Júnior e Manga Escobar em momento de disputa de bola: jogo sem qualidade técnica
FOTO: AILTON CRUZ/GAZETA DE ALAGOAS






















Mesmo com as substituições promovidas pelos treinadores das duas equipes, Marcelo Cabo e Roberto Fernandes, o jogo seguiu idêntico ao primeiro tempo: as equipes não finalizavam, erravam muitos passes e cometiam muitas faltas. Era um clássico fraco no Rei Pelé. 

Aos 35 minutos, o time regatiano por pouco não abriu o placar, mas seria com um gol contra, quando Guilherme invadiu a área em velocidade, bateu cruzado e por muito pouco Leandro Castán não mandou a bola na própria rede.

Aos 37 minutos, o CRB perdeu outra oportunidade. Ferrugem armou o contra-ataque, mas cochilou na entrada da área e foi desarmado por Dawhan. Aos 42 minutos, Zé Carlos, que entrou no segundo tempo, cometeu uma verdadeira lambança, ao finalizar muito mal e a bola acabou passando longe do gol. Aos 43 minutos, Rafinha, que também entrou na segunda etapa, pelo CSA, cruzou da esquerda, Patrick Fabiano testou e a bola, que tinha endereço certo, explodiu em Igor.


Técnico Marcelo Cabo, do CSA, foi expulso pela arbitragem, por reclamação
FOTO: AILTON CRUZ/GAZETA DE ALAGOAS






















Detalhe: já nos acréscimos, aos 48 minutos, o técnico do CSA, Marcelo Cabo, foi expulso pelo árbitro Mayron Frederico dos Reis Novais, por reclamação.

E ao apagar das luzes, quando o cronômetro marcava 49 minutos, o CSA quase abriu o placar. Rafinha levantou na área, Apodi cabeceou no canto esquerdo e Edson Mardden espalmou, salvando o CRB do que poderia ter sido o gol azulino. 

Os torcedores das duas equipes, irritados com mais este empate sem gols no Clássico das Multidões, o quarto seguido, vaiaram seus respectivos times, assim que o árbitro deu o apito final, decretando o encerramento da partida, exatamente aos 50 minutos.

CSA - João Carlos; Apodi, Gerson, Luciano Castán e Carlinhos (Rafinha); Dawhan, Didira e Matheus Sávio (Bruno Ramires); Robinho, Manga Escobar (Cassiano) e Patrick Fabiano. Técnico: Marcelo Cabo.

CRB - Edson Mardden; Júnior, Wellington Carvalho, Edson Henrique (Guilherme Mattis) e Igor; Claudinei, Ferrugem, Guilherme e Danilinho; Mailson (Zé Carlos) e Hugo Sanches (William Barbio). Técnico: Roberto Fernandes. 

NM com Fernanda Medeiros 

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