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segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Marta define nova seleção: "Estamos com uma postura bem mais agressiva"

Após duas pratas, a seleção brasileira feminina decidiu mudar a fórmula. A percepção foi de que somente o toque de bola característico do futebol do país não seria suficiente para assegurar uma conquista. Era preciso mais. Vadão deu essa nova receita ao time: unir o talento natural com a marcação mais forte, as transições de bola e o fortalecimento do contra-ataque como arma no jogo. Até mesmo Marta adquiriu novo posicionamento mais recuada e com papel decisivo pelos lados e também voltando para marcar. A camisa 10 classifica o time como tendo assumido uma postura mais agressiva do que antigamente.

- Eu acho que o Brasil não é segredo. Estamos com uma postura bem mais agressiva, o que costuma se ver lá fora. É uma padrão de jogo de várias outras equipes. Antigamente tocávamos mais tocar a bola, tentávamos chegar tocando mais. É lógico que é uma característica do futebol brasileiro, mas hoje com algumas transições - afirmou Marta.

A agressividade é algo decisivo diante de equipes europeias. Após atuar por seis meses no francês Montpellier - e agora reforço do Barça, Andressa Alves experimentou esse novo modelo do futebol feminino. Mais desenvolvidas na preparação física e no fôlego, as atletas garantem até mesmo igualdade de condições diante do talento. Características trabalhadas com frequência como o cabeceio, por exemplo, passam a ser vitais diante das rivais. Ou seja, os fundamentos devem se sobressair diante do leque de perigos das adversárias.

- Quase todas as equipes da Europa tem essa característica. Força física, bem no cabeceio. Acredito que a estreia seja mais tranquila e não tanto de força. Vai ser mais um jogo de toque de bola. A China toca a bola muito bem. Contra a Suécia totalmente força física, jogo aéreo. E acho que a competição vai ser assim.
A experiência das brasileiras no exterior também contribui para que essa absorção de táticas se torne mais rápida e eficiente. Em diferentes cenários, têm pela frente adversárias que depois serão novamente rivais pela seleção. Debinha joga atualmente no Dalian Quanjin. Por essa vivência no país asiático, identificou que a bola aérea é o temor, mas também o remédio para assegurar um bom resultado na estreia justamente diante da China, dia 3 de agosto, no Engenhão.

- A gente sabe que o futebol chinês vem crescendo. A gente passa umas dicas de algumas jogadoras que são bastante perigosas, a formação tática, a bola aérea. Passamos alguns detalhes. A gente também vem acompanhando os vídeos até do amistoso delas contra o Canadá. Estamos trabalhando forte em cima disso. Na parte tática, nas bolas aéreas, que a gente vai apostar bastante. Acho que tem tudo para dar certo. 

A seleção brasileira feminina volta a treinar neste domingo, a partir de 15h30, no Cefan, centro de treinamento da Marinha. No trabalho deste sábado, o técnico Vadão abriu à imprensa somente os 15 minutos iniciais. 
NM com Cíntia Barlem

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