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sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Atletas brasileiros encaram uma maratona antes da abertura dos Jogos

A festa foi bonita, porém, uma maratona para os atletas, como em toda cerimônia de abertura de Jogos Olímpicos. A responsabilidade de encerrar o desfile foi um verdadeiro teste de ansiedade para os brasileiros. Com o recorde de participantes, a delegação do Brasil, com 465 atletas, explorou as redes sociais para abastecer familiares, torcedores e fãs sobre tudo que rolava nos bastidores. Pouco antes das 22h, time Brasil começou a deixar a concentração no Maracanãzinho rumo ao Maracanã e recebeu os primeiros aplausos durante o trajeto.
Com a agenda apertada entre treinos e data de estreia, muitos optaram pelo descanso. Quem compareceu, aproveitou ao máximo. Selfies e vídeos compartilhados nas redes sociais bombaram na internet. Atual campeão olímpico, o tenista britânico Andy Murray mostrou um pouco do 'esquenta' da Grâ-Bretanha nos bastidores.

Após a entrada da delegação da Grécia, berço das Olimpíadas, as demais 206 nações deram continuidade ao desfile. Com apenas quatro atletas, Comores chamou a atenção dos presentes. Diferentemente, os Estados Unidos, potência olímpica que trouxe 555 atletas para o Rio como destaque Michael Phelps como porta-bandeira. Maior vencedor da história dos Jogos, com 22 medalhas, sendo que 18 de ouro, o astro debutou em cerimônia apenas na quinta e possivelmente última Olimpíada.
Com muitos compatriotas no Rio, as delegações de Itália, França e Japão levantaram o público. Colonizador do Brasil, Portugal também foi ovacionado. A rivalidade existe, mas o fino trato carioca prevaleceu durante a entrada da Argentina e o princípio de vaia foi logo encoberto pelos sonoros aplausos. Dúvida pouco antes do início do sorteio do torneio de tênis, o tenista Rafael Nadal, um dos astros dos Jogos Olímpicos, não disfarçou o sorriso ao carregar a bandeira da Espanha.
Muito querida entre os brasileiros, a Jamaica levantou o público, mas veio desfalcada de seu principal nome: Usain Bolt, multicampeão olímpico e mundial dos 100m e 200m. Bicampeã olímpica e tri mundial dos 100m, a velocista Shelly-Ann Fraser foi a porta-bandeira do país.

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