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terça-feira, 5 de julho de 2016

Confusão em Caruaru é relatada em súmula, e CSA por ser punido

O empate entre Central-PE e CSA, na tarde desse domingo, em Caruaru, acabou sendo um bom resultado para a equipe visitante, em virtude das circunstâncias da partida. Com 7 pontos conquistados, o Azulão se manteve na liderança do grupo A6 da Série D. Porém, o fator extra-campo chamou a atenção no duelo em Caruaru, já que confusão envolvendo torcedores de ambos os clubes, polícia e jogadores do time marujo roubou a cena no Lacerdão.
E o episódio pode trazer prejuízo à equipe do Mutange, pois, o árbitro da partida, o baiano Diego Pombo Lopes, relatou em súmula que torcedores do CSA teriam atirado pedras em direção ao gramado, com a polícia pernambucana a revidar.
Na súmula, o árbitro conta que foi comunicado pelo comandante do policiamento da partida, o capitão Edmilson Silva, do 4º Batalhão, que torcedores do time visitante tentaram atingir jogadores do Central que se dirigiam ao vestiário e que, por isso, os militares entraram em confronto com os azulinos, atirando balas de borracha e bombas de efeito moral.
Outra ocorrência registrada pelo árbitro envolveu o atacante azulino Marcelo Nicácio, atingido nas costas por um relógio arremessado pela torcida do Central.
Zagueiro detido
E as imagens veiculadas pela TV Asa Branca mostram o instante da confusão entre PM e jogadores do CSA, seguida da prisão do zagueiro Douglas Marques, além do momento em que os militares tentam conter os torcedores azulinos, que teriam atirado pedras após parte da torcida do Central fazer o mesmo, na tentativa de atingir o elenco marujo - os atletas do Azulão alegaram negligência por parte do policiamento. 
Douglas Marques foi conduzido à delegacia da cidade, sob a acusação de desacato, e assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO), sendo liberado em seguida. Procurado pelo Gazetaweb, o zagueiro revelou que está bem, mas que prefere esquecer o episódio e não se pronunciar a respeito.
Já a direção do CSA emitiu uma nota sobre o episódio em Caruaru, destacando a "truculência" com a qual a polícia lidou com a torcida azulina. Confira:
O Centro Sportivo Alagoano, representado pelo presidente executivo do clube, Rafael Tenório, e pelo presidente do Conselho Deliberativo, Raimundo Tavares, vem a público esclarecer à imensa Nação Azulina alguns fatos ocorridos na partida do último domingo, quando o CSA enfrentou o Central Sport Club, em Caruaru.
De antemão, agradecemos a presença do torcedor azulino que
se deslocou de Maceió até Caruaru para apoiar o clube nessa árdua luta pelo acesso à Série C, onde mais de mil pessoas viajaram até o interior de Pernambuco, em dezenas de caravanas, motos e carros particulares. Expomos também a nossa alegria pelo fato de até o presente momento, não tomarmos conhecimento de nenhum incidente grave nas estradas, onde nossa Nação pôde ir e voltar em paz para os seus lares.
Ao tempo que elogiamos e agradecemos o imenso apoio do nosso torcedor, salientamos que o Centro Sportivo Alagoano repudia qualquer ato de vandalismo e mau comportamento da nossa torcida, seja dentro ou fora dos estádios, bem como repudiamos a ação do policiamento da partida, quando ao tentar contornar uma confusão generalizada que ocorreu na descida da equipe maruja ao vestiário, arremessou bombas de efeito moral e disparou tiros de borracha em direção a nossa torcida, que era composta também por centenas de mulheres, idosos e crianças inocentes.
Informamos que o atleta Douglas Marques, ao final do jogo, foi conduzido até a delegacia pela própria direção azulina, após ser acusado de desacato a um policial, ainda na descida ao vestiário, no intervalo do jogo. O atleta prestou depoimento e logo foi liberado, sem nenhum tipo de transtorno.
Confira o vídeo da confusão em Caruaru:

Jogadores do CSA se envolvem em confusão com a Polícia Militar
O zagueiro Douglas Marques foi conduzido à delegacia, assinou um TCO e foi liberado. Imagens: TV Gazeta

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