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sexta-feira, 17 de junho de 2016

Com dúvida no time, Canindé trabalha formação e exige consistência do CSA

Passada a derrota na estreia da Série D do Campeonato Brasileiro, Oliveira Canindé vai montando a melhor formação do CSA para a partida do próximo domingo, contra o Guarani-CE, no Estádio Rei Pelé. Ao decorrer da semana, o treinador deu pistas de que a maior dúvida é no setor de meio-campo, com Marcos Antônio e Everton Heleno brigando por uma vaga no time titular. 
Oliveira Canindé, técnico do CSA (Foto: Augusto Oliveira / GloboEsporte.com)Principal dúvida de Canindé é entre Everton Heleno e Marcos Antônio no setor de meio-campo do CSA (Foto: Augusto Oliveira / GloboEsporte.com)
No treino realizado na tarde de quarta-feira, Heleno foi o preferido e começou na equipe de cima. Já na quinta, foi a vez de Antônio ganhar a oportunidade entre os 11 principais. Nesta sexta, na atividade realizada no CT Gustavo Paiva, o comandante técnico voltou a formar o time com Everton Heleno entre os titulares. Antes mesmo de o trabalho começar, Canindé concedeu entrevista coletiva e confirmou que, apesar de aguardar a regularização de Katê e Azul, ele tinha uma dúvida na equipe que enfrenta os cearenses pela segunda rodada da competição nacional. 
- Eu tenho uma dúvida, mas não passa por esses atletas [Katê e Azul]. A dúvida é outra, eu tenho o time definido sim e vou trabalhar essa dúvida no treino de hoje para que eu possa definir a equipe o mais rápido possível. O resto está tranquilo, a consciência de fazermos o nosso melhor é muito grande e a consistência da equipe eu espero ser a melhor para esse jogo - disse.
Destacando a qualidade do elenco marujo, o treinador falou também que as análises minuciosas são sempre necessárias para se chegar ao melhor na hora de definir a escalação.
- A gente sempre acha que [o time] está arrumado, mas você vai sempre mexendo ali, vendo uma situação ou outra, você quer sempre o melhor. A gente arma de um jeito, corresponde; arma de outro, também; às vezes você quer uma maneira de jogar e o jogador tem uma certa dificuldade de assimilar e você termina voltando para um ponto que te dê uma maior segurança, uma estabilidade maior. Mas independente disso, nós temos um grupo bom, os valores individuais são muito bons, e nós só esperamos que dê liga o mais rápido possível já que tem jogadores chegando em cima da hora, para que nós tenhamos condições de brigar e chegarmos bem depois desse quadrangular e depois na sequência da competição - ressaltou.
Marcos Antônio, Everton Heleno, Rayro e João Paulo: reforços do CSA (Foto: Assessoria de Imprensa/CSA)Marcos Antônio e Everton Heleno disputam vaga de titular no meio-campo do CSA (Foto: Assessoria de Imprensa/CSA)

Falando em formação da equipe, o comandante técnico do Azulão frisou que procura montar a estratégia de jogo dependendo das características de cada adversário; daí a necessidade de ter jogadores polivalentes no elenco.
- Eu monto [o meu time] em cima do que o adversário vem. Por isso que eu gosto de atletas polivalentes, que fazem mais de duas funções, que muitas vezes você não precisa tirar nenhum atleta, que dentro do que você tem como característica você muda a maneira de a equipe jogar e o encaixe fica perfeito, em cima da disposição tática do adversário. Independente disso, eu acho que a qualidade e poder de superação, nessa situação, podem falar muito alto em cima dos resultados que pretendemos - afirmou.
O resto está tranquilo, a consciência de fazermos o nosso melhor é muito grande e a consistência da equipe eu espero ser a melhor para esse jogo" 
Oliveira Canindé, técnico do CSA
Precisando da vitória para se reabilitar no Grupo A6, ele também salientou que a partida no Rei Pelé deve ser considerada como uma batalha para o CSA embalar no campeonato. Oliveira aproveitou para apontar as dificuldades na disputa da competição nacional.
- Pra nós, é uma libertadores; é importante demais esse campeonato. O próprio presidente falou com o grupo que não tem um caminho para chegar à Série C, Série B que não seja passando por isso aqui. Nós precisamos passar. Não dá para exigirmos qualidade de gramado em alguns lugares que vamos jogar, porque essa é a Série D. Não dá para melhorar, muitas vezes, a logística de viagem porque essa é a Série D. É difícil não só dentro de campo, mas toda a parte de logística para que você se desloque e tenha uma condição melhor. Nós precisamos fazer a nossa parte, nos superando, fazendo o nosso melhor e sabendo que as coisas boas estão reservadas a partir do momento em que você supera fases. E eu espero que a gente passe dessa primeira fase com disposição, com coragem, honrando a confiança do nosso torcedor, fazendo com que eles se empolguem e nos apoiem cada vez mais para que a gente possa crescer na competição e mostrarmos a que viemos.
Nicácio marcou o único gol do coletivo (Foto: Augusto Oliveira / GloboEsporte.com)Durante a semana, Canindé fez vários treinos coletivos no Mutange (Foto: Augusto Oliveira / GloboEsporte.com)


Conhecedor do futebol cearense, Canindé disse o que o Azulão precisa fazer para sair de campo com os três primeiros pontos na competição. Ele também destacou a vantagem de jogar com o apoio da torcida.
- A receita é fazermos a nossa parte dentro de casa. Jogamos fora, num estádio que nós sabíamos que seria muito difícil e não conseguimos [a vitória]. Mesmo com as dificuldades, era para termos conseguido, lamenta-se por isso. Mas aqui dentro precisamos fazer valer a força que temos, além da qualidade do grupo, vamos ter a torcida ao nosso lado. Isso é um diferencial muito grande e eu espero que nós saibamos jogar com a torcida. Os que já estavam aqui não sentirão tanto, mas os que estão chegando precisam se habituar a jogar com cobrança e nós precisamos fazer a nossa parte. A certeza que nós temos é que o adversário vai jogar mais fechado, vai exigir de nós paciência e objetividade para que consigamos aquilo que nós queremos e precisamos fazer - concluiu.
NM com Globoesporte.com/al

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