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quarta-feira, 20 de abril de 2016

Alagoanos comemoram oportunidade de poder conduzir a tocha olímpica no Estado

Os Jogos Olímpicos são o maior e mais antigo evento esportivo da história da humanidade. Criado no século 8 a.C. em Olímpia, na Grécia, a versão atual foi fundada em 1894, pelo francês Pierre de Coubertin. De lá para cá, ilustres personagens participaram de alguma maneira da construção dessa história.
Seja competindo ou não, os Jogos Olímpicos mexem com a emoção de milhões de pessoas. Um dos símbolos mais importantes e emblemáticos das Olimpíadas é a tocha, que teve sua chama ateada em Olímpia, em frente às ruínas do Templo de Hera, em uma cerimônia que recria o ritual feito pelos antigos para o início das competições.
Como o Brasil será o palco das Olimpíadas deste ano, o fogo olímpico será atração em muitas cidades do país. Em maio, os municípios alagoanos de São Sebastião, São Miguel dos Campos, Arapiraca, Murici, União dos Palmares e Maceió terão a presença do símbolo máximo dos jogos. E, para conduzir a tocha olímpica, 101 alagoanos foram contemplados e terão a honra de ter em suas mãos a missão de apresentá-la ao povo.

Tocha Olímpica é o principal símbolo da história das Olimpíadas
FOTO: DIVULGAÇÃO


























Gildo Santana de Souza é um desses alagoanos que terão a missão de carregar a tocha olímpica pelas ruas de Maceió. O aposentado de 64 anos tem uma abrangente história no esporte do estado. Ele é fundador e coordenador da equipe Ciclistas Corredores, uma associação que visa fortalecer a prática do esporte como uma atividade de lazer e terapia para os que participam.

Gildo Santana é atleta amador e conduzirá a tocha em Maceió
FOTO: ARQUIVO PESSOAL
Ele conta que foi escolhido para ser um condutor da tocha olímpica por uma promoção de um banco, que é um dos patrocinadores dos Jogos Olímpicos. A sua escolha foi indicada por pessoas que conhecem o trabalho de Gildo.
"Eu recebi 75 indicações no site do patrocinador das Olimpíadas. Fiquei muito surpreso e feliz por ter a oportunidade de participar de um evento de tamanha magnitude como é a condução da tocha olímpica pelas ruas de minha cidade. Agradeço a todos os amigos que me ajudaram a realizar este sonho", disse.
Como esportista amador, ele diz que os Jogos Olímpicos é o ponto máximo de um atleta profissional e que, como fã de esporte, a sua principal referência olímpica foram as medalhas de João do Pulo, em Montreal e Moscou, nos anos de 1976 e 1980. Para Gildo, o brasileiro sempre foi um exemplo de dedicação, superação e disciplina.
Unidade
Quem também terá a oportunidade de ser uma condutora da tocha olímpica em Maceió é a bancária Jéssyca Oliveira. Apesar de não se considerar uma esportista, ela é uma admiradora dos Jogos Olímpicos pelo fato da competição trazer um espírito de unidade e fraternidade entre as nações.
"A Olimpíada é um momento de integração entre as nações e faz parte da história moderna desde 1896. É a oportunidade de contemplar o esporte, de aprender a perder com dignidade e a respeitar as diferenças", diz.
A jovem também ganhou a chance de conduzir o símbolo máximo dos jogos após participar de uma promoção de uma empresa de refrigerantes, um dos patrocinadores das Olimpíadas por meio das redes sociais. A dinâmica era enviar vídeos, fotos ou textos contando uma história onde tenha feito algo que influenciasse as pessoas ao seu redor.
Apesar de ser um evento esportivo, Jéssyca acredita que os Jogos Olímpicos são mais do que apenas disputas esportivas. Ela enxerga que a passagem da tocha olímpica por Maceió possa inspirar as pessoas a viverem e fazerem uma cidade melhor. "Eu espero que a tocha possa trazer mais alegria, amizade e respeito em todos os lugares que ela passe", completa.
Fã de vôlei, Jéssyca afirma que os momentos olímpicos que mais lhe marcaram foram as medalhas da Seleção Brasileira de Vôlei, que conquistou a prata em Pequim (2008) e o ouro em Londres (2012).
Destaque
Outro sortudo a carregar a tocha pelas ruas de Maceió será o empresário Carlos Wanderlan, um dos criadores do internacionalmente premiado aplicativo Hand Talk, que traduz a língua portuguesa para Libras, a linguagem de sinais, utilizadas pelos deficientes fonoauditivos.

Empresário foi escolhido por montadora para carregar a tocha
FOTO: ARQUIVO PESSOAL
Aos 33 anos, Carlos atualmente é atleta amador e costuma praticar corrida como uma forma de lazer e benefício à sua saúde. Para conquistar a condição de ser um carregador da tocha olímpica, ele precisou fazer uma matéria para uma promoção de uma montadora de automóveis que patrocina a competição. A empresa Hand Talk foi destaque no projeto da empresa e, por esta razão, o empresário foi contemplado com a chance de participar do evento.
"Fui esportista durante toda infância e adolescência. Pratiquei muitos anos de judo e natação. E são as principais lembranças de olimpíadas que tenho, pois acompanho bastante as competições destes dois esportes", disse.
Carlos também afirma que quer levar esse momento que se aproxima para toda a sua vida e quer deixar como legado para sua família. "Eu faço muitas divulgações do evento nas mídias sociais, e com os meus amigos e familiares. Também tento passar para meus filhos a história olímpica", completou.
NM com Gazetaweb.com

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