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domingo, 24 de janeiro de 2016

Canindé analisa vitória do CSA e diz: "Equipe soube jogar sob pressão"

Quem vê o placar da vitória do CSA sobre o Penedense, neste domingo, pode achar que o resultado foi fácil, mas não é bem assim. Para aplicar 3 a 0 e conquistar os três pontos na estreia do Campeonato Alagoano, a equipe do técnico Oliveira Canindé precisou ser estratégica. A retranca feita pelo time ribeirinho, principalmente no primeiro tempo, foi um teste de paciência para os azulinos.
Após o triunfo no Estádio Gerson Amaral, em Coruripe, o treinador azulino avaliou a partida e destacou a competência do time marujo para superar o alvirrubro de Penedo.
Oliveira Canindé (Foto: Viviane Leão/GloboEsporte.com)Canindé exaltou tranquilidade do CSA para superar retranca do Penedense (Foto: Vivi leão/GloboEsporte
- O início do jogo foi bem fechado, o adversário exigiu muito, a bola estava chegando muito rifada para o Rafael [Oliveira, atacante]. Embora tivéssemos três meias de movimentação e muita qualidade, nós não conseguimos chegar, alguns deles sentiram muito a falta de espaço para jogar. Mas buscamos as alternativas no segundo tempo com jogadores abertos para tentarmos forçar uma situação ali, porque a equipe veio jogando nos amistosos dessa maneira e eu não tinha como mudar já que vinha dando certo. Os gols que nós fizemos foram trabalhados, por dentro, por fora, trabalhamos muito finalização de fora da área.
- No segundo tempo apareceu mais espaço, e no segundo tempo é mais fácil jogar justamente por esses espaços. Mesmo que eles estivessem com os onze em campo [o Penedense teve dois jogadores expulsos] aquela bola que o Jean Cléber acertou de fora da área, da forma como ele pegou, dificilmente algum goleiro pegaria. A maneira que nós chegamos pelas laterais do campo também trabalhamos muito durante a semana. Então mérito da equipe porque se comportou bem, mesmo sob pressão, não se desesperou e não abriu espaço para o adversário - avaliou.
Canindé disse ainda que não se surpreendeu pela forma como o Penedense se comportou dentro de campo. Para ele, jogando em campo neutro, o alvirrubro jogaria em cima de um erro azulino.
- Eu sabia exatamente que eles jogariam dessa maneira. Nós trabalhamos em cima disso. É difícil você jogar contra uma equipe que fica praticamente com 11 atletas do meio para trás, e a responsabilidade passa a ser somente sua. Se nós tivéssemos jogado lá em Penedo, o time deles saindo, talvez nós tivéssemos mais chances de fazer gol porque teríamos mais espaço. Como não tivemos espaço, então você tem que exigir muito do teu atleta o deslocamento, a perfeição no passe. Eles jogaram em cima do nosso erro e nós erramos algumas vezes, porque estávamos nervosos, querendo o resultado de todo jeito. A nossa torcida estava ansiosa, nós também estávamos e isso é normal. O que não pode é deixarmos de jogar. Nós temos que jogar em qualquer situação - assegurou.
Penedense e CSA (Foto: Viviane Leão / GloboEsporte.com)CSA bateu o Penedense por 3 a 0 jogando no Estádio Gerson Amaral (Foto: Viviane Leão/GloboEsporte.com)

O treinador do Azulão destacou também a entrada dos reservas no decorrer da partida.
- Nós buscamos alternativas com o que tínhamos no banco, felizmente o Kauhan entrou bem, o Sorín e o Rafinha também entraram bem. O grupo é para isso mesmo, para você procurar solucionar as dificuldades que você tenha naquele momento. A expectativa é que nós tenhamos um elenco e não somente 11 atletas. Nós teremos o melhor de cada um deles quando forem exigidos - concluiu.
NM com globoesporte.com/al

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