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quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Presidente do ASA cobra repasses de verbas e dá alerta sobre contratações

Bruno Euclides, presidente do ASA (Foto: Leonardo Freire/GloboEsporte.com)Bruno Euclides disse que pretende mesclar jovens da base com o elenco adulto (Foto: Leonardo Freire/GloboEsporte.com)

Na manhã desta quarta-feira, o presidente do ASA, Bruno Euclides, convocou a imprensa em Arapiraca e falou sobre a situação do time. Em meio à crise financeira do clube alvinegro, o dirigente disse que não pensa em renúncia, mas ressaltou que os valores que Município e Estado têm para repassar ao Fantasma são essenciais para que 2016 seja minimamente tranquilo. 
As duas entidades governamentais têm um montante de R$ 600 mil para pagar, baseadas em contratos já firmados com o ASA, e, segundo Euclides, as contratações para a próxima temporada dependem do caixa. Apesar da intenção de fortalecer a equipe com jogadores da base, que foi campeã do Alagoano sub-20, caso os recursos não sejam repassados, atletas experientes podem não chegar, e o elenco formado seria, portanto, basicamente de juniores.
ASA Sub-20 (Foto: Reprodução/ Facebook ASA)Equipe sub-20 do Fantasma é a atual campeã do Alagoano da categoria (Foto: Reprodução/ Facebook ASA)
- A palavra “renúncia” não existe no nosso vocabulário. Agora é preciso deixar bem claro que o futuro, o ano de 2016, depende muito da concretização dessas promessas que a gente tem. Com essa ajuda, vai ser muito difícil, sem essa ajuda, será impossível. Se essa ajuda não chegar, o ano vai ser complicado pra gente. A gente pretende montar um elenco que vença, com essa jovialidade, aliada à experiência, de forma que essa mescla possa se adequar à nossa realidade financeira. Não queremos montar um time todo de juniores, todo de amadores, mas dependendo da perspectiva que essa situação financeira se desenhe, isso pode acontecer - explicou. 
Alguns patrocinadores também têm repasses, bem como a Fifa, pelo mecanismo de solidariedade entre clubes, referente à transferência do zagueiro Ewerton do Anzhi, na Rússia, para o Sporting Lisboa, de Portugal (o defensor passou pelo time arapiraquense, em 2010, quando tinha 21 anos). Apesar dos valores a serem recebidos terem destino para a quitação de dívidas e regularização fiscal, o presidente disse que o torcedor pode se tranquilizar, porque o pensamento é manter o time na briga pelas competições locas e nacionais. 
- Quando a gente elenca essa situação como principal objetivo para a temporada 2016, essa reestruturação financeira e fiscal, não quer dizer que a gente está abdicando da disputa de títulos, acesso à Serie B, porque eu acho que isso seria impossível, eu não enxergo o ASA entrando numa competição de uma forma que não seja para disputar o título e chegar à final.
Uma das saídas para as dívidas são algumas ações de marketing. Durante a coletiva, o presidente aproveitou para convocar os torcedores para ajudarem o clube.
- A gente está bolando ainda algumas campanhas para arrecadação de alguns valores. Sorteio, algo desse tipo, para a gente fazer mais um caixa até o final do ano. A gente vai estar lançando a campanha de regularização dos nossos sócios patrimoniais, com desconto. Nós vamos procurar todas as formas e saídas para que o clube possa se capitalizar e fazer frente às despesas desse final de ano.
Profut
O ASA aderiu ao Profut e precisa pagar um total de R$ 120 mil, com relação à regularização das dívidas previdenciárias com a União (a primeira parcela já foi quitada) e FGTS. Para este último, a Caixa Econômica Federal ainda precisa formalizar o processo do débito do ASA. 
NM com Estéfane Padilha

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