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quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Rhayner vê CRB em ascensão e pede cuidado com Zé Carlos: 'Oportunista'

A oito pontos do G-4 da Série B e a 16 da zona do rebaixamento, o CRB é uma daquelas equipes que navegam em águas tranquilas. Se o rebaixamento é algo que nem de longe passa pela cabeça dos alagoanos, uma vaga na elite do futebol nacional no ano que vem é um sonho distante. De acordo com os cálculos do matemático Tristão Garcia, a chance de acesso é de apenas 1%.

Jogar contra uma equipe que está relaxada no campeonato pode ser encarado como uma tarefa mais fácil? Não quando se trata do time com a segunda melhor campanha como mandante do returno. Embora já não tenha grandes pretensões, o CRB promete ser um adversário duro para o Vitória – as duas equipes se enfrentam neste sábado, no estádio Rei Pelé. O atacante Rhayner sabe bem disso.

- É uma equipe em ascensão, então é um jogo cuidadoso, que pode ser decidido no detalhe. Temos que entrar concentrados, tomar cuidado com as jogadas perigosas da equipe deles – afirma o atacante do Vitória.

Os números do CRB no segundo turno do campeonato são expressivos. O time, que perdeu uma invencibilidade de sete jogos no último fim de semana, quando foi derrotado pelo Criciúma, chegou a emplacar três triunfos consecutivos. Jogando em casa no returno, foram quatro vitórias e um empate, um aproveitamento de 80%.

A ascensão na Série B é notória. Rhayner, no entanto, admite conhecer pouco sobre o adversário. Do pouco que conhece, ele pede cuidado especial com Zé Carlos, atacante que tem faro de gol.

- Não conheço muito a equipe deles, só o estilo do Zé Carlos mesmo, de sempre brigar, um cara oportunista, tem que ficar atento. Sempre procuro dizer que, se entrarmos concentrados, independente do adversário, nossa equipe vai estar preparada para o jogo. Independente do estilo, a gente tem que controlar a partida e fazer prevalecer nosso estilo de jogo – diz.

O atacante rubro-negro faz ainda um alerta:

- Por estar jogando em casa, eles devem pressionar. Temos que tentar ficar com a bola, para que eles ofereçam menos perigo. Tentar ditar o ritmo do jogo – analisa.


NM com Globoesporte.com/ba

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