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terça-feira, 18 de agosto de 2015

Presidente da Comissão da CBF, Sérgio Corrêa sai em defesa da arbitragem

Presidente da Comissão de Arbitragem da CBF disse não concordar com reclamações aos árbitros
Presidente da Comissão de Arbitragem da CBF disse não concordar com reclamações aos árbitros
Em defesa da arbitragem brasileira, Sérgio Corrêa, Presidente da Comissão de Arbitragem da CBF, mostrou irritação com as inúmeras reclamações e rebateu as críticas que seus profissionais estão recebendo.
“Não é defender a arbitragem. É falar o que de fato aconteceu de verdade. A gente está cansado de ouvir pessoas darem as soluções para a arbitragem, só que não conseguem nem resolver os problemas internos de suas equipes. Os árbitros são seres humanos que erram tanto quanto seus jogadores, que são profissionais. Eles falam de incompetência da arbitragem, mas quando o atacante perde um gol, quando um jogador toma um cartão de forma bisonha deveriam vir a público falar da incompetência de seu jogador. Eles vão continuar errando porque são seres humanos”, afirmou ele ao Primeiro Tempo, do Bandsports.
Ao ser questionado se o Corinthians está sendo beneficiado, o cartola lembrou do rebaixamento de 2007 e da eliminação para o Galo na Copa do Brasil.
“Quando um jogador perde um gol ele também prejudica a classificação da equipe. Cansa esse discurso preparatório para as próximas rodadas. Ouvir que A, B ou C está sendo beneficiado por A ou B. Ano passado, na Copa do Brasil, quando o Atlético-MG foi campeão, ele ganhou do Corinthians e do Flamengo. Nos últimos anos, Corinthians, Botafogo e Palmeiras caíram para a segunda divisão, então não tem benefício”.
“Não concordo. Qual foi o erro que beneficiou o Corinthians? É um absurdo o que vocês (imprensa) fazem. Existe um ser humano atuando e só. Enquanto vocês ficarem vendo teoria da conspiração, vai ser a mesma ladainha todo ano. Vocês falam em polêmica num lance acertado. Até os acertos são questionados no Brasil”, completou.
Sérgio Corrêa ainda disse que a arbitragem brasileira está em evolução e vêm melhorando nos últimos anos.
“No campo não é como na televisão, onde você tem slowmotion, tem vários ângulos. Lá o jogo é rápido e nem sempre o árbitro está em uma posição onde ele pode interpretar de maneira adequada. Eu não aprovo o equívoco, estamos trabalhando para amenizá-lo. A arbitragem melhorou, temos números incontestáveis para provar. Falar que o árbitro mudou toda uma competição não é verdade”.
Por fim, respondeu que a confusa regra sobre bola na mão ou mão na bola – o lance foi o que mais gerou polêmica nas últimas semanas – não é de responsabilidade da CBF.
“Quem tem que determinar isso é a Fifa. Se vocês assistirem os vídeos que eles passaram vão entender as decisões dos árbitros.  Vocês vão ver que acertamos mais do que erramos”.
NM com site da ANAF

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